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Tive uma experiência incrível de sexo casual em minha última viagem. Moro na capital e recentemente fui visitar alguns parentes no interior. Tenho um amigo por lá. Devo dizer que há algum tempo trocamos mensagens um tanto intimas, pra não dizer ousadas ou calientes. O fato é que ainda não o tinha visto pessoalmente, mas nossa ligação parecia ultrapassar todas as barreiras.

Assim que soube de minha presença na cidade me ligou convidando pra dar um passeio de moto com ele. Este convite me deixou muito excitada. Por isso aceitei sem pensar duas vezes. Ficou combinado que iríamos de moto até a fazenda, onde poderíamos caminhar e nadar num rio, além de um banho de cachoeira.

Na hora combinada ele apareceu. Pela olhada que recebi, tive certeza que tinha acertado no look. Ao me fitar com aqueles olhos azuis, senti que ele me desejava. Aquele passeio prometia ser inesquecível.

Montei em na garupa da moto e seguimos pra fazenda. Durante o trajeto, ele foi me mostrando a paisagem e falando sobre tudo. Mas foi difícil manter atenção no que ele falava, pois minha imaginação estava saltitante. Andar de moto sempre esteve entre as coisas que considero perigosas e desnecessárias, mas naquele momento queria que o passeio não acabasse nunca ou que chegássemos rápido à fazenda.

Em determinado ponto do caminho a moto fez um movimento brusco e eu me agarrei a ele. Humm. “Que cheiro bom!”, pensei. E deixei minha mão escorregar pela sua barriga. Senti que ele gostou e então fui escorregando por sua cintura e coxas. Minha vontade era tocar na calça de forma que eu sentisse algo mais. Mas talvez ele se assustasse um pouco com minha ousadia. Deixei tudo correr naturalmente.

Assim que chegamos à fazenda, descemos logo da moto e seguimos direto para o rio. Tirei a roupa sob seu olhar faminto e isso me excitou ainda mais. A água estava gelada e não pude deixar de fazer uma careta. Ele deu uma risada gostosa, quente.

Mas seu sorriso morreu de repente e me dei conta do motivo. Minha cara queimou e nem tive coragem de olhar pra baixo. Eu senti meus seios bem rijos. Não sei se era tesão demais ou efeito da água fria. Ele percebeu meu acanhamento e se aproximou. Seus olhos tinham um brilho diferente e eu não conseguia me desviar.

Só sei que no momento seguinte estávamos nos beijando como dois adolescentes famintos. Sussurrava entre um beijo e outro o quão excitado ficara durante o trajeto. Tentei falar que também senti o mesmo, mas quando abria a boca, sua língua me invadiu e vi que não precisava falar. Meu corpo já respondia por mim.

Senti suas mãos deslizando pela minha nuca, costas e bumbum. Puxou mais pra perto e senti a rigidez de seu sexo sob a sunga. Estava com muito tesão e pensei que ia gozar só no beijo. Não seria estranho pra mim, talvez pra ele. Nas nossas conversas, nunca mencionei o fato que tenho facilidade em gozar.

Depois, o beijo perdeu o tom avassalador e se tornou mais amoroso. Diria calmo. Sua mão tocou meus seios e instantaneamente um gemido escapou de minha boca. Ele se afastou um pouco e com movimentos rápidos desceu as alças do meu biquíni deixando meus seios livres. Senti sua língua tocando num biquinho e imediatamente segurei sua cabeça.

Queria mais! Ele então chupou. E que chupada! Sugou com força, com carinho. Ora em um, ora em outro. Eu não aguentava mais. Precisava gozar. E quando minha mão tocou seu membro, senti como ele também estava louco de excitação.

Puxei-o pra fora da sunga e comecei a acaricia-lo. Nesse momento senti sua mão invadindo minha calcinha, me tocando, me invadindo. Eu gemia e disse que precisava de mais. Que queria ser dele, por inteira. Queria sentir me rasgando com força.

Então ele me pegou no colo e saímos da água. Olhei pra casa e desejei que não me levasse pra lá naquele momento. Pareceu ler meus pensamentos, pois disse que queria me comer ali mesmo… No mato. Meu nível de tesão chegou às alturas! Sempre quis fazer sexo ao ar livre, correndo o risco de ser flagrada ou observada.

O lugar era perfeito. Já devia estar planejando o ato, pois estendeu uma toalha no chão e me deitou sobre ela. Começamos a nos beijar novamente e sua mão percorria todo meu corpo. Acabamos de tirar as roupas e nos entregamos ao momento.

Sua língua passeava por todos os cantos me arrancando gemidos. Quando senti sua boca no lugar que mais gosto, fiquei louca. Sou alucinada com sexo oral. É a melhor parte do sexo. E uma transa não é totalmente ruim, se tiver um oral. Ele mostrou ser entendido no assunto e me chupou com vontade. Segurei sua cabeça com força, pra não correr risco dele parar. Senti sua língua me invadindo. E nesse momento gritei… Gozei. Percebendo que eu gozava, me estimulou mais ainda chupando com força. E gozei novamente! Uma sucessão de orgasmos múltiplos tomou conta de mim naquele momento.

Passado o êxtase, ele se afastou me beijou na boca, falou pra eu me acalmar. Mas eu não queria calma. Queria sexo em todos os meus espaços.

Com calma, foi escorregando pra dentro de mim. Começou a meter com movimentos lentos que depois foram se tornando rápidos e ritmados. Sua mão apertava meus seios e sua língua brigava com a minha. Estávamos loucos um pelo outro naquele momento.

Pedi que mudássemos de posição e fiquei de quatro. Meteu com força, rasgando-me inteira. Puxou meus cabelos e me dava mordidinhas na orelha e nuca. A minha reação só podia ser uma: gozar de novo. Ah, e como gozei! Ele falava coisas que nós mulheres adoramos ouvir, embora muitas neguem. Depois daquele orgasmo, pedi que parasse um pouco. Disse lhe que queria sentir seu gosto.

Seu gosto era bom. Lambi calmamente, conhecendo cada curva. Torturei-o de todas as formas. Pressionava seu sexo em minha boca enquanto fazia movimentos rápidos. Até que disse não aguentar mais.

Então pedi que gozasse em minha boca. Queria seu mel. E assim fez. Não desperdicei nenhuma gosta e fui surpreendida com um lindo sorriso. Beijamos-nos apaixonadamente até nossos corpos voltarem ao normal.

Depois nos levantamos e tomamos um banho antes de seguirmos pra casa da fazenda onde recomeçamos tudo. O passeio acabou e voltamos pra cidade. Eu voltei pra capital com uma certeza: faria tudo novamente se tivesse outra chance.

Foi um passeio incrível na companhia de um homem inesquecível.

Autoria: Annabela

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