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Estou aqui novamente para relatar mais uma das minhas histórias como instrutor de autoescola. Para quem não me conhece sou instrutor há alguns anos, tenho 27 anos, 1,79m de altura, 87 kg, cabelos pretos e lisos, ombros largos, braços fortes, pernas definidas e para quem quiser ver é só agendar umas aulas comigo.

Essa história aconteceu há alguns anos, ainda nos primeiros meses que iniciei na minha profissão, envolvendo uma traição em dose dupla. A minha aluna vou chamar de Vanessa (nome fictício). É uma jovem morena em meados dos seus 20 anos, de cabelos ondulados, seios grandes, daqueles que parecem querer sair do sutiã, que atrai atenção, mas tem um “porém”: é casada! E não bastasse isso, era esposa de um amigo da minha família. Ele era bem mais velho do que ela e se conheceram em uma viagem dele ao Nordeste, região que ela nasceu.

Eu conheci a Vanessa em um sábado pela manhã, quando o seu marido a levou para fazer umas aulas particulares comigo. Ela nunca tinha visto o trânsito de São Paulo e se assustou com tamanho movimento. Marcamos as aulas para a semana seguinte, mais precisamente na segunda-feira e confesso que fiquei pensando nela durante o fim de semana todo. E ao mesmo tempo tentando não pensar, afinal é esposa de um amigo.

Bem, a segunda-feira chegou e na autoescola me deparo com ela com os cabelos levemente molhados, um vestido com tecido bem leve e para minha tentação estava com decote nada discreto. Não conseguia parar de olhar para os seus seios que se espremiam entre o sutiã. Cumprimentei-a, perguntei como estava o seu marido e ela me disse que viajando a trabalho, “como sempre” complementou. Conduzi-a até o carro e perguntei se queria que eu levasse o carro para um lugar mais calmo ou se preferia sair dirigindo de lá. Para minha surpresa a resposta dela foi: “pode me levar para um lugar mais calmo, afinal aqui você é quem manda”.

Nesse momento minha imaginação fértil me fez perder a concentração. Entramos no carro e pedi para que ela colocasse o cinto. Resmungou dizendo que o cinto atrapalhava, pois apertava seus seios pequenos. Irônica! Meus olhos e minha boca me entregaram nesse momento, pois olhei para eles como se quisesse rasgar sua roupa e mordia meus lábios com desejo.

Chegamos à rua mais tranquila, trocamos de lugar, ela se ajeitou, ligou o carro, começou a dirigir em linha reta. Quando fez a primeira curva percebi que tinha dificuldade em deixar o carro mais próximo a guia, então comecei a auxilia-la nessa parte segurando o volante junto para mostrar o certo a fazer. Como seus seios eram grandes eu acabava esbarrando a mão neles, afinal ficavam muito próximos ao volante.

Não resisti e me excitei demais, era visível pelo volume da calça. Fiquei com receio dela ver, mas acho que viu, pois disse que queria parar a aula ali e marcar outro dia. Nesse momento fiquei tenso e preocupado, com medo dela pensar que sou um tarado. Levei-a até sua casa e quando estava me despedindo ela me convidou para entrar, mas como eu tinha outra aula em seguida tive que rejeitar. Então me pediu o número de celular para ligar e agendar a próxima aula. Despedimos-nos e no caminho, de volta para a autoescola, fiquei pensando em tudo aquilo, com medo dela falar algo para o marido ou então que estivesse brava comigo.

Passei o dia inteiro pensando nisso até que ela me ligou no fim da tarde perguntando até que horas eu trabalharia e me pediu para passar na sua casa para agendarmos as aulas. Por volta das 20hs cheguei até sua casa e toquei a campainha, mas ninguém atendeu. Fiz isso por três ou quatro vezes até que meu celular toca. Era ela me pedindo para entrar direto que o portão e a porta estavam abertos. Nesse momento fiquei com receio, será que o marido dela estaria lá, me esperando para falar sobre o ocorrido?

Entrei atento e me deparo com ela usando um micro vestido, mas parecendo uma camisola e me disse para sentar que queria conversar. Aquele sorrisinho atrevido dela me deixava excitado, mas ao mesmo tempo com medo, até que ela me perguntou: “Você tocou meus seios de propósito?” Eu respondi que não, que era pela distância deles com o volante que toquei sem intenção. Então vem outra pergunta: “Por que ficou de pau duro então?” Nesse momento fiquei sem reação e com um semblante perdido, sem saber o que falar. Ela percebeu e tentou me acalmar, dizendo que tinha gostado, pois o do marido dela só via ereto uma vez por mês e olhe lá. Também tentou me tranquilizar quanto ao fato de ser amigo do marido dela e só me pediu uma coisa: ver meu membro. Eu achei que era alguma armação, que logo o marido apareceria ali e estaria me testando, mas o tesão falou mais alto.

Então me levantei, parei em frente a ela, ainda sentada e coloquei meu membro para fora. Duro, todo babado e eu apertando-o forte, mas nem precisaria, pois ela logo o agarrou-o e começou a massagear. Fechei os olhos de tanto prazer e senti aquela boca me engolindo, desesperadamente, e eu me controlando para não gozar com tanta sucção.

Eu olhava aquela cara de prazer e me enlouquecia. Coloquei uma das mãos por dentro da sua roupa, em seus seios, sentindo os biquinhos enrijecidos entre meus dedos. Ela então parou de me chupar para tirar aquele vestido e a calcinha, enquanto eu apreciava aquele corpo, aqueles seios. Com um olhar de desejo me pediu para comê-la, com essas palavras, e então se virou, debruçou no sofá me esperando enquanto pegava a camisinha na carteira.

Quando coloquei meu pau pela primeira vez ela não gemeu e sim gritou de prazer. Ela gemia muito, e eu com medo de alguém ouvir colocava meus dedos em sua boca para chupa-los e gemer menos. Não demorou muito para que ela gozasse e se jogasse pelo sofá, com seu corpo totalmente relaxado. Eu não precisaria nem gozar, afinal aquela cena pra mim foi o êxtase perfeito. Eu me agachei na sua altura, coloquei minhas mãos em seu rosto e com um sorriso de lado dei um beijo em sua boca trêmula, me despedindo.

Quando estava saindo pela porta ela me agradeceu, ainda sentada no sofá, com um semblante feliz e disse que era pra eu voltar mais vezes.

Bom, ela não marcou mais aulas, mas as visitas continuaram, por muitas vezes, até que o marido dela se aposentou e então não viajava mais a trabalho. Com aquele fogo dela, aquele sangue quente, se ele não der conta acho que vou ver o nome dela em meu celular ainda mais vezes.

Autoria: “Contos do Instrutor”

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