E-book Contos Fetiche: Histórias Deliciosamente Reais

Trabalhava em uma empresa de logística. Comecei a simpatizar com um colega de trabalho, que era 8 anos mais novo que eu. Este rapaz ficava dando indiretas, a olhos vistos.

Um dia ao entregar alguns papéis para sua viagem de entrega, coloquei meu número de telefone junto aos seus papéis. Se retornasse a ligação … beleza! Se não…sugestão ao novato: não mexe com quem está quieto, se não tem coragem para tal.

Seu nome era Eduardo. Casou muito jovem e tinha um fingido recato, assim como dava ares de muita fidelidade á sua esposa, também jovem.

Percebi ao longo dos dias que o seu recato era fingido mesmo, pois ele me ligou. Dali em diante passou a enviar mensagens para meu celular.

Demoramos algum tempo a nos encontrar. Tão logo chegava perto da data de nos encontrarmos, uma geleira se formava em meu estômago, pois também era casada.

Apesar de termos marcado o dia do encontro,o local não havia sido escolhido.

Então, fui até o metrô. Antes de chegar á plataforma de embarque, ele encostou o carro e pediu para entrar. Iríamos juntos ao local.

Neste dia paramos em um local reservado, próximo a um parque. Ele estacionou e ficamos num canto escondido, se beijando.

Mesmo sentindo seu pau dentro da calça, muitas das vezes, encostado na minha virilha, resisti seu convite de ir para outro lugar. Fomos para casa e deixamos marcado para o outro dia o nosso, real, encontro.

Aconteceu da mesma forma, ele deu carona próximo ao metrô e … fomos ao mesmo lugar de antes. Desconfiei que estivesse sem dinheiro (se fosse o caso, porque não falou?), mas o que se passava era fetiche, não sei se era pelo parque ou sexo no carro mesmo.

Paramos o carro no mesmo parque da cidade.Ele no banco dele, e eu no meu. Depois dos primeiros beijos, ele desceu a mão para minhas coxas e acabei cedendo. Como estava de vestido, pude abrir as pernas para ele brincar no meu sexo molhado, dedilhando, ora por cima da calcinha, ora tentando tirar a calcinha de lado.

Pegou na minha mão e colocou sobre sua calça, começando a abrir o botão. Eu mesma abri e baixei o zíper, colocando para fora seu membro rígido.

Os vidros do carro estavam totalmente embaçados pela umidade da respiração. E suávamos.

Vendo sua dificuldade em me acariciar, eu mesma tirei minha calcinha e, quando ele começou a alisar meu clitóris, acabei gozando no seu dedo. Um gozo rápido. Então me abaixei e comecei a chupar seu mastro, deixando-o ainda mais duro. Entre lambidas e movimentos de mão, sentia o calor que vinha dele.

Ele passou para o meu lado cruzando por cima e se ajoelhou no piso, encaixando seu rosto entre minhas pernas.  Meu vestido estava na cintura. Eu levei o corpo para frente. Ele pegou seu membro e colocou no meu sexo.Com um empurrão forte, ele entrou rasgando de uma vez só. Soltei um gemido, adorando estar ali. Sentindo seu membro duro, adentrando na minha carne.

Suas estocadas eram curtas. Queria sentir seu sexo entrar em mim, com aqueles movimentos que me deixavam doida.

Adoro quando sinto o membro de um homem percorrendo minha vagina em toda sua extensão. Isto provoca arrepios a cada estocada e, principalmente, quando faz o movimento de saída.

Então ele sugeriu passarmos para o banco de trás. Me recostei na lateral e, com uma perna sobre o encosto do banco traseiro e, a outra, para lado do banco do motorista.

Primeiramente, ele se abaixou para me dar um delicioso banho de língua.  Ele ia da minha vagina ao meu clitóris, sugando sempre.

Sem se conter, atolou seu pênis em mim. Sem dó. Ele metia em movimentos longos, recuando seu corpo até quase tirar.

A sensação de ser possuída ali, num local público, mesmo sem conforto, dava um tesão louco.

Não demorei a gozar, mas ele parecia querer tirar o atraso do que não fazia com sua esposa. Estava com o pênis firme enquanto me beijava. Disse que havia gozado, mas não parava de meter. Eu gemia sem parar, vendo o tesão não sair do meio das pernas.

Estava numa cadência que não tinha mais fim. Meteu e meteu até que, perguntou se podia gozar. Tendo meus gemidos como afirmação, sentia seu membro pulsar dentro de mim, com grandes espasmos. Enquanto seu esperma saia abundante em minha vagina.  Metia forte enquanto gozava.

Ele gozou e ficamos ali, suados, até seu pênis sair de dentro de mim. Quando me levantei para ir para o banco da frente, um caldo  viscoso escorreu, do qual, limpei logo que sentei novamente.

Deixando-me em casa, entrei com todo cuidado para não ser vista ou meu marido resolvesse “respirar” mais profundamente (sentiria, sem dúvida, cheiro de sexo em mim). Meu vestido, já não tinha mais o nome de … vestido. Estava muito amarrotado.

Houve outras vezes no carro. Aliás, muitas outras vezes…

Conto erótico enviado por uma seguidora anônima.

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