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Sua mensagem para o mundo era esta: Não liga para o que as outras garotas falam. “É uma putinha!” e dizem que ela “dá pra todo mundo”. Mas há muito tempo decidiu que não seria uma daquelas pessoas que seguem os conselhos das velhas senhoras sexualmente frustradas, que deixa de fazer o que tem vontade com medo de críticas e falatórios das fofoqueiras de plantão.

“O corpo é meu”, falava para si mesma.

Para Ju, essas meninas certinhas que fazem tudo o que se espera delas, acabam parando no tempo, acabam não vivendo com intensidade, transformam sua passagem pelo mundo numa tremenda frustração: vontades nunca satisfeitas, desejos sempre inibidos, falsidade. “Um dia se arrependerão de não ter aproveitado a juventude!”, falava.

Ela não. Preferia ser mal falada e aproveitar cada momento a ser uma santa por fora e infeliz por dentro. Já que a vida é curta e dizem que só se vive uma vez, tinha que fazer valer à pena. E valer à pena para ela significava uma coisa: garotos. Adorava seduzi-los, desde garotos virgens até homens mais velhos, principalmente os mais difíceis, e levá-los à loucura.

Muito cedo ela descobriu o prazer e muito cedo percebeu que sua beleza era sua arma. Com aquele rostinho lindo e com aquele corpo feito para o pecado, ela sabia que poderia conquistar qualquer homem que quisesse. Jussara já estava na faculdade e as colegas invejosas podiam falar mal de seu comportamento, mas em sua beleza não tinham como encontrar defeitos.

Cabelos negros longos, lisos; olhos castanhos muito escuros, um pouco puxados, sensuais sob as sobrancelhas naturalmente bem desenhadas; seus lábios produziam um lindo sorriso de menina sapeca; a pele de Ju, branca, limpa e macia: nenhuma mancha sequer.

Seu corpo parecia moldado por um escultor: suas pernas longas e grossas, as quais adorava exibir, usando shortinhos muito curtos e apertados, arrancavam olhares e suspiros até dos professores da escola. Seu bumbum firme e grande deixava os rapazes delirando quando passava e não poucos constantemente sonhavam vê-lo sob as vestes.

Barriga perfeita, magrinha, sem qualquer marca, sem músculos e muito menos gordura. Uma cintura de modelo sustentava as grandes curvas dos seus seios. Grandes, mas proporcionais ao seu corpo, tão empinados que mais de uma vez juraram que usava silicone. Ninguém resistia a Jussara, ela parecia ter sido desenhada para o prazer.

Muita destruição acompanhava esse corpo perfeito! Muitas garotas já tinham chorado a perda de seus namorados. Senhoras lamentaram as traições sem conta de seus maridos. Mais de dez garotos, apaixonados, já se tinham ajoelhado aos seus pés. Com sua beleza fatal já tinha acabado com inúmeras amizades. Amada pelos homens e odiada por quase todas as mulheres: Jussara.

Já se encerrava o intervalo entre as aulas quando Jussara saiu do corredor da faculdade, após os amassos com Pedro, namorado de Paula, sua colega de sala. De repente foi surpreendida pelos gritos da garota traída:

– Vadia! – gritou a pobre Paula. – Vadia? Cuidado com a língua, Paulinha. – respondeu Ju, sempre com uma resposta pronta.

Com ódio incontrolável, Paula correu com uma mão armada em garras prontas para arranhar o rosto de sua colega. Mas antes que a alcançasse, Pedro a segurou.

– Calma, Paula, esquece isso, eu posso explicar tudo.

– Por que você fez isso comigo? – Paula caiu nos braços de seu namorado aos prantos, em desespero. O casal não voltou para a aula neste dia.

Com uma gargalhada cruel, Ju desceu o corredor dirigindo-se para a sala. Não se importava. Agora tinha aula com Michel, o recém-chegado professor. Sentada na primeira cadeira, Ju cruzou as pernas nuas de forma sensual e se posicionou de modo que, da mesa do professor, ele pudesse contemplar seu decote, que mal escondia o volume dos seios. Hoje ela estava impossível, louca para arrasar com todo mundo.

Michel era um jovem professor e aquela era sua primeira turma. Bastante bonito: loiro, malhado, olhos verdes, as garotas não entendiam muito sua aula, mas não tiravam a atenção dele por um minuto sequer. Tinha um problema: era casado – todos viam seu brilhante anel na mão esquerda. Era sua terceira aula e desde a primeira vez em que Jussara o viu decidira que ele seria seu.

“Nunca fiquei com um cara casado. Será que este professor é mesmo fiel? De hoje não passa, ele não vai resistir à minha tentação!”, falou Ju em pensamento.

O jovem professor deu uma olhadela disfarçada para as lustrosas pernas e para o busto convidativo de Jussara, mas virou o rosto e começou sua aula. Ela era paciente e esperta, sabia que tinha fisgado no mínimo a imaginação do religioso.

Enquanto explicava o assunto, Michel parecia distraído. Ele tentava, do jeito que conseguia, mas não conseguiu deixar de olhar para o corpo da garota que estava à sua frente. Ele se virava para o quadro, escrevia, respondia às perguntas que lhe eram feitas, mas sempre que se voltava para a turma, acabava desviando o olhar por um segundo e contemplava ora as coxas grossas da menina, ora seus seios fartos.

– Pessoal hoje vamos acabar a aula mais cedo – disse seriamente quando ainda faltavam vinte minutos para o fim de seu tempo com a turma. Ele não estava conseguindo continuar. Os alunos todos comemoraram e fugiram como passarinhos que são soltos da gaiola.

Ju ficou sozinha com o professor. Ele deu as costas para apagar o quadro, fingindo não notar sua presença. Quando se virou ela estava de pé na frente dele. Pouco menor que Michel, a garota ficou cara a cara com ele, seus lábios quase se tocaram, mas, assustado, o professor se afastou.

– Jussara, você me mata de susto. – disse o homem.

– Então já aprendeu meu nome? Pelo jeito prestou atenção em mim. – Ju não perdia uma chance.

– Tenho boa memória… – respondeu ele. – Você quer tirar alguma dúvida, Jussara?

– Exatamente, professor. Quero saber se durante a aula você estava olhando para aqui – disse ela sorrindo e apontando para os seios – ou para aqui – agora apontava para as coxas.

O jovem professor ficou um pouco avermelhado, mas não vacilou:

– Do que você está falando, menina! Sou seu professor, me respeite. – disse seriamente ele. Mas ela não se intimidou.

– Mentir é pecado, professor. Vai dizer que não estava olhando?! – Agora ele pareceu constrangido, meio envergonhado, como se estivesse se sentindo culpado.

Olhou pela sala e não havia ninguém além deles.

Finalmente ele disse:

– Desculpe-me. Não tive a intenção de te olhar, mas sou um homem e você se veste de forma pouco apropriada para uma instituição de ensino como esta.

– Não tem problema, professor, você pode me olhar o quanto quiser. – Jussara baixou o top com as mãos, deixando pular para fora seus grandes seios nus, à vista do professor.

Ele mal podia acreditar seus olhos quase saltaram. Estava visivelmente maravilhado com aquela ousadia, mas ainda tentou fugir.

– Está louca, garota? O que está fazendo? Posso ser demitido e você expulsa por causa disto. Se vista antes que alguém a veja! – essas foram as palavras dele, mas com os olhos dizia outras coisas. Seu olhar, que nem por um segundo se desviou dos mamilos deliciosos da garota, dizia que ele estava louco para agarrá-la, apalpar e mamar aqueles seios maravilhosos.

Jussara era jovem, mas entendia muito de homens. Percebeu pela voz, que ele não estava tão bravo como queria parecer. Na verdade, ele estava caindo na armadilha dela.

Recolocou o top no lugar e foi até a porta. Ele permanecia paralisado, fitando-a enquanto ia até a saída. Ela olhou para fora da sala, mas entrou novamente e fechou a porta.

– Não há ninguém por aqui! Ninguém saberá. Vai ser nosso segredo. – novamente ela deixou suas mamas expostas.

– Não podemos! Sou casado. – disse ele, desesperado, mas não se moveu e continuava a olhar enfeitiçado para os fartos seios nus que se aproximavam.

Jussara chegou bem perto e percebeu que o volume entre as pernas do professor estava crescendo, mas fingiu não notar e disse:

– Gosta do que vê?

– Não. – disse ele com a voz trêmula.

– Sabia que mentir é pecado, professor?

– Mas é verdade.

Gaguejaria se falasse mais, de tão nervoso que estava, mas acabou ficando calado. Ela percebeu que tinha vencido, avançou lentamente e o beijou. Beijo quente, melado. Os seios nus encontraram o calor do peitoral malhado do jovem professor.

Ainda beijando-o, Ju baixou o zíper da calça de Michel deixando livre seu sexo grande, duro e roxo de tão excitado. Ela começou a mexer no seu pênis com força. Ele parou de beijá-la dirigindo a boca às grandes mamas que tanto desejava.

Ela apenas sorriu, mas ele a essa altura, bufava como um animal sem controle. Babava sobre o busto quente de Ju e apertava seu bumbum como um tarado. Ela não parava de manipular seu membro duro, para cima e para baixo, com fúria.

– Onde está sua fidelidade agora, professor? – perguntou ela com ironia. Ele não respondeu. –

– Quero te comer! – disse ele com a voz transformada.

Nem parecia o mesmo homem, antes tão educado. Ele se transformara em um safado.

A gargalhada de Ju foi terrível enquanto voltou a masturbar o pobre homem. Ela o fez sentar-se à mesa onde ficava o material da aula dele e começou um delicioso sexo oral. Com uma mão, apertou bem o tronco do largo pênis de Michel, com a outra começou a massagea-lo, e enquanto isso o abocanhou, molhando com sua saliva.

O professor gemia e urrava como um bicho, mas não podia alterar-se muito. Alguém poderia escutar. Ju permanecia sorridente, sob controle, olhando para o rosto dele enquanto o chupava. Michel estava de olhos fechados, mas ela estudava o rosto tarado dele.

Engolia o máximo que podia. Abriu ainda mais a boca para que pudesse sentir o membro dele encostando-se a sua garganta. O professor delirava de prazer enquanto a garota o enlouquecia com aquele movimento de vai e vem dos lábios e das duas mãos. Ela sugava tão forte que chegava formar pequenas covinhas nas bochechas. Michel teve que se segurar na cadeira!

Abriu os olhos e viu aquela cena linda: ela ajoelhada em sua frente, abocanhando seu membro roxo e olhando em seus olhos. Chupava e esfregava em seu rosto! Sorria… Ah, que tesão! Ela colocou os seios pra fora da blusa e colocou seu pau no meio deles. Pressionou contra aquela carne macia, masturbando-o com os seios. Ainda dava pequenas lambidas com a ponta da língua… Safada!

Voltou a chupá-lo com mais vontade ainda. Engolia tudo até a base. Antes que ele pudesse gozar, ela tirou o membro roxo da boca, olhou-o gravemente e vociferou: – Goza na minha boca, professor. Enche a minha boca com seu leite quente… Por favor!

Michel olhou-a hipnotizado. Ela o tinha nas mãos. Quando ele gozou, o líquido quente e branco jorrou direto naquela boquinha linda e aberta de Jussara.  Ela lambeu cada gota que saiu dele. Depois soltou o pênis melado, ajeitou a própria roupa e limpou o rosto. Sorria maliciosamente. Dirigiu para a saída deixando-o cansado sobre a mesa.

Antes de abrir a porta, continuou:

– Até a próxima aula, professor…

Autoria: Karter (adaptação)

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