Começarei meu conto com um clichê: este é meu primeiro conto de muitos.

Eu sou o Charlie e o que vou relatar aqui muita gente pode se identificar. Não pelo conto em si, mas pelos personagens. Pessoas normais fisicamente, com suas taras e desejos.

Tenho 36 anos, sou loiro de olhos azuis, uso óculos de grau, tenho 1.77m e peso 79Kg bem distribuídos. Gosto de malhar e possuo alguns ,belos, atributos.

Eu conheci Rô (vou chamá-la assim) no chat do Uol. Eu sempre entrava nas salas da cidade vizinha e, numa bela noite, lá estava ela.Uma quarentona que eu considerei cheia…cheia de corpo e de desejos também.

Por diversas vezes(já no MSN), nós falávamos sobre nossas experiências com namorada(os),ficantes, etc. depois de um mês de conversa no MSN, já sabíamos dos gostos de cada um.Nos exibimos na web cam várias vezes.

Me masturbei feito louco pra ela ver. Ela adorava me ver gozar. Ela acariciava os biquinhos dos seios para eu ver, enquanto eu me masturbava.

Por várias vezes tentamos nos encontrar, mas nunca rolava.Um dia, me lembro como se fosse hoje, terça-feira de carnaval,eu havia resolvido ficar na minha, porém, naquela tarde encontro a Ro no MSN. E rolou uma conversa gostosa, depois dos cumprimentos usuais, veio as perguntas sobre o carnaval:”E o carnaval, aprontando muito?”, respondi que estava sossegado , mas ela duvidou me chamando de safado.

Em dado momento ela fala:”acabei de passar pela sua cidade. Fui acompanhar minha tia no santuário de Aparecida”. Questionei se ela havia rezado muito. Ela riu.Vi que estava receptiva e disse: “Pena que não estava sozinha. Pois poderia ter me ligado”. Mostrou-se surpresa, daí eu completei:”Digo mais,neste exato momento você poderia estar com meu mastro todinho na sua boca”.

Rapidamente a Rô me chama na web cam, muito feliz pergunta:”então que dizer que você esta cheio de vontade!?”. Respondi sarcástico:”Não dá pra passarmos em branco”.Mais do que rápida ela pergunta:”O que propõe?”.

Reavivei sua lembrança:” lembra quando eu contava que levava as gatas, no drive-in para transar ao ar livre…Dentro, fora e em cima do carro?”. Ela deixou no ar , se eu tivesse coragem… Disse que imaginava comigo todas as vezes.

Avisei ela que iríamos colocar em prática.

Marcamos as 19 horas  numa loja de conveniência.Ela chegou usando um short casual, uma blusinha e salto alto.Eu: um jeans, camiseta e sapatênis.

Era uma noite linda, muito quente.

Ela me acompanhou até o drive-in e entramos em dois carros. Paramos os carros e ela veio até meu box.Neste momento eu disse:”Pronto. Enfim nos conhecemos. E o melhor, no palco de meus contos pra você”.Ela achou tudo estranho e excitante.Confesso que eu também.

E começamos a nos acariciar. Fazendo o “reconhecimento do campo”. Apalpei seus seios, (que eram médios), por cima da blusa.Ela, ofegante, me olhava e apalpava meu membro, que logo ia ganhando vida.

Eu puxei seus cabelos pela nuca e dei um beijo,ela retribuiu cheia de vontade, agarrando meu pênis, que já se encontrava bem duro.

Tirei sua blusa e comecei a chupar seus peitos. Enquanto chupava um, acariciava o outro com a ponto dos dedos. Ela pirava.

Tirei minha camiseta e ela lambeu meus mamilos. Eu a chamava de safada. Ela dizia: “Sou sim, muito”. Foi quando ela começou a tirar minha calça. Se encantou com a cueca branca de tecido fino que deixava meu mastro duro em evidência.

Neste instante eu disse: “mama gostoso sua safada”.

Ele sem dizer uma palavra agachou na minha frente, baixou minha cueca e ficou olhando m a cabeça inchada de tesão. Olhou pra mim e eu disse: “é seu… mama cachorra!”.

Ela abocanhou meu membro, lentamente.Aquilo me matava. Ela sabia como fazer. Ela já tinha me dito que aquilo era a sua especialidade.

Ia com a língua da cabeça até os testículos, segurando na base.Eu gemia e ela soltava as mãos e mamava… só usando a boca gulosa.

De repente eu digo:”Me olha nos olhos!”.E ela me olhava, colocando e tirando meu membro (quase) todo da boca.Disse a ela o quanto era “vadia”.Ela fazia “sim” com a cabeça sem tirar ele da boca.

Aquilo sim é que era experiência!

Eu pegava meu mastro e batia no seu lindo rostinho. Ela fazia cara de safada, louca de tesão. Disse:”Põe a língua pra fora”.Batia com a cabeça do mastro na sua língua. Ela até fazia biquinho.

Ordenei que ela subisse no capô do carro e abrisse as pernas. Ela nem hesitou. Meti o dedo e senti seu sexo todo lambuzado.

Coloquei a camisinha, abri bem suas pernas e meti fundo. Ela uivou como uma loba.Num sussurro digo á ela:”Tá sentindo!? … do jeitinho que eu te contava. Agora você faz parte desta estória”. Só escutava ela urrando de tesão.

Ela escorregava do capô e eu meti, fazendo com que ela subisse de volta. E assim prosseguia, socava nela forte sobre o capô do carro.E ela gritava de tesão, dizendo que nunca haviam transado com ela assim.

Eu socava feito louco até que ela, com dois dedos no clitóris acelerou um gozo delicioso. Escorria e gotejava no capô do carro. Eu nem ligava. Metia fundo enquanto ela gozava e urrava.

Eu estava longe de gozar. Peguei o carpete que cobria o estepe do carro e joguei no chão, mandando ela deitar.Ela, trêmula, se deitou.Abri as pernas e soquei de novo. Ela se recompôs e queria mais.

Ela gemia e dizia:”você é um menino muito malvado, vai!”.Meti  forte, fundo e rápido…. ela gozou de novo.Eu disse:  “agora é minha vez”.Perguntei se ela queria tomar, mas disse que não curtia. Então disse para ela cair de boca.

Tirei a camisinha e ela mamou de novo. Masturbava me olhando no rosto e eu disse: “Vou gozar ,vadia”. Ela só disse que não era para gozar nela , mas não deu tempo.Tirei meu mastro da sua boca e ela ficou observando o líquido jorrar perto de seu rosto.

Ela ficou admirada.Para não perder o gostinho ela chupou tudinho.

Agradeceu muito a bela transa e disse há tempos não gozava como gozou.

Depois deste dia nos envolvemos com outras pessoas e os contatos ficaram somente pela internet mesmo.

Quem sabe um dia nos encontramos de novo. Quem sabe

 Fonte: Conto erótico enviado pelo seguidor Carlos.

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