A Primeira Vez com a Cunhada

Uma fantasia proibida entre cunhado e cunhada que começou numa simples conversa e acabou virando um caso intenso, escondido e repetido várias vezes. Vamos conferir essa história super picante:

Então… Essa é a minha história: eu comi a minha ex-cunhada. E não foi só uma vez. Foram várias. Mas a primeira vez foi mais ou menos assim.

Tudo começou quando eu ainda era casado com a irmã dela. A gente metia muito também. Inclusive já tínhamos feito coisas a três com um amigo nosso. Então esse tipo de assunto não era novidade entre a gente.

As duas irmãs sempre conversavam putaria. Era normal. E, numa dessas conversas, estavam as duas e uma sobrinha junto. Foi aí que a minha mulher comentou que meu cacete tinha 18 cm. Aquilo acendeu uma curiosidade na hora.

Aquele detalhe mexeu com ela.

Passou um tempo e, num sábado, a irmã da minha ex foi dormir lá em casa. Nessa época, minha mulher trabalhava à noite, em uma lanchonete. Entrava às sete da noite e saía por volta da uma da madrugada.

A gente começou a beber desde a tarde. Ficamos tomando cerveja, conversando, rindo e quando deu o horário, levei minha mulher para o trabalho. Tudo normal até então.

Só que, quando voltei, a cunhada já tinha tomado banho. Estava só de baby doll, daqueles bem fininhos, mostrando o bico dos seios. Sentada, bebendo, bem à vontade.

Percebi as intenções dela na hora…

Fui tomar banho também. E, como sempre fazia, coloquei só um shortinho fino, sem cueca, para ficar em casa. Não fiz diferente naquele dia.

Voltamos a beber, só que o clima já estava diferente. A conversa foi mudando rapidamente. Já começamos a falar putaria. Daquelas boas. Falar de chupar buceta, foder no quintal, essas coisas.

Ela comentou que o marido dela não chupava ela. E aquilo já foi um sinal. E eu me fazendo de ‘inocente’ respondi “Nossa, é mesmo?” Louco para saber mais detalhes sobre isso.

Depois de um tempo, ela disse que queria me fazer uma pergunta. Assenti e perguntei o que era.

Ela disse:
“É verdade o que a mana comentou?”

Fingi que não sabia:
“Não sei o que ela falou…”

Aí ela foi direta:
“Que seu pau tem 18 cm…”

Deu uma pausa e completou:
“Se você não contar pra ela, eu quero ver. E provar também. Por mais que você seja meu cunhado, eu quero chupar e sentar gostoso em você.”

Nessa hora, meu cacete já estava marcando o short. Não pensei muito e tirei meu pau pra fora.

Ela olhou e soltou:
“Nossa… depiladinho…”

E já caiu de boca.

Me chupou com vontade. Sem frescura. Daquelas chupadas que deixam o cara maluco. Quase gozei na boca dela, mas segurei. Queria gozar na buceta dela.

E dava pra ver que ela também estava no ponto. A buceta já estava molhada, marcando o fio dental vermelho que ela usava.

Depois virei ela de costas, encostei meio na mesa e fui direto. Meti a língua na buceta dela e no cuzinho que ficava piscando. Nossa… que delícia. Eu gosto muito de chupar buceta.

Ela começou a gemer alto, se contorcer. Fiz ela gozar ali mesmo, na cozinha. Gozou forte na minha boca. Daqueles que a mulher perde o controle.

Depois disso, não esperei muito. Meti meu cacete na buceta dela com força. Ela gemia e falava:
“Me fode, cunhado… meu marido não faz assim… que gostoso você…”

Fodi tanto, tanto… Fodi ela com vontade, sem pressa, de tudo que foi jeito e posição. Até gozar dentro. Delicia de ver aquele rabinho todo fodido e melado com a minha porra…

Ficamos ali, os dois, cansados, respirando fundo. Depois fomos tomar banho e voltamos como se nada tivesse acontecido. Continuamos bebendo e fazendo de conta que nada aconteceu.

Mais tarde fui buscar minha mulher no trabalho. E seguimos a noite normalmente, bebendo até umas três da manhã. Ela não desconfiou de nada.

Ah, ainda fodi o cuzinho da minha esposa antes de dormir.

Depois disso, o tempo passou. Ela se separou do marido. E, mais pra frente, eu também me separei da irmã dela. E aí não teve mais limite. A gente fodeu inúmeras vezes.

Foi mais ou menos assim.

Conto erótico enviado por um de nossos seguidores

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