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Sorte ou Azar? Muitas vezes depende somente de um ponto de vista.

Eis aqui apenas uma história que chegou aos meus ouvidos direto da fonte: o personagem principal.

Roberto me contou este fato outro dia. Ele era um conhecido da família, um cara boa prosa, sabia prender nossa atenção com seus casos ou piadas.

Era um homem sedutor, acostumado a conquistar belas mulheres. Na verdade, sempre foi um cara mulherengo, mesmo sendo casado. Suas escapadas eram dignas de fugas de cinema.

Quanto a sua esposa, era uma mulher doce e tranquila, mas um tanto ciumenta. Moça de hábitos simples, trabalhadora e sempre presente em relação a casa, filhos e o próprio casamento.

Roberto era a personificação do cara cafajeste: esperto, malandro e “deslizante” para contornar situações embaraçosas. Já tinha escapado inúmeras vezes de ser descoberto; realmente a sorte o favorecia.

E assim vivia com um caso paralelo aqui, outro ali…

Rose era um desses casos: uma morena linda, cabelos longos e lisos, traços indígenas, gostosa demais! Era realmente um perigo para sua carne pra lá de fraca.

Roberto conta que eles se conheceram na rua, perto do seu trabalho. Acabaram conversando por acaso e logo iniciou um flerte!

De vez em quando saíam para bater um papo às escondidas e trocar uns amassos nas esquinas. Pouco conversavam sobre a vida um do outro. Era puro tesão.

E assim a tentação bateu mais uma vez na porta do nosso “amigo galinha”. Não havia um minuto que Roberto não falasse daquela mulher! Estava louco por ela!

Para os amigos, vivia dizendo que queria beijá-la, fazer loucuras até cansar. A tal da Rose estava dando uma “canseira” nele, se fazendo de difícil pra ir ao motel com ele.

Um mês se passou e ele ainda não havia conseguido uma oportunidade para traçar a Rose. Suponho que devia bater altas punhetas pensando na morena…

Até que numa sexta-feira chuvosa, Roberto teve folga do seu trabalho e a gostosona finalmente estava em férias. Era a chance tão esperada! Marcaram encontro direto num motel na saída da cidade!

Ainda emocionado, Roberto conta que Rose o aguardava com lingerie vermelha, cinta-liga e salto alto… Estava toda linda e cheirosa, deitada de bruços na cama quando ele chegou.

Então diante daquela visão maravilhosa do pecado, ele ajoelhou-se no chão e beijou levemente seus pés. Deu longas lambidas em cada dedinho, esfregou seu rosto todo neles, como se quisesse ser pisado e maltratado por aquela morena gostosa.

Sim, ele queria isso mesmo!

Ela sorria maldosamente. Abriu levemente as pernas e deixou ele subir pelas coxas com seus lábios quentes. Sentia sua pele arrepiar…

Em seguida, desviou a calcinha para o lado e mostrou sua buceta quente e molhada. Sem conseguir se conter, ele mergulhou sua língua dentro dela…

E assim matou toda aquele sede que o consumia por dentro, enquanto apertava aqueles belos seios. Suas mãos percorriam cada centímetro daquela pele arrepiada.

Ela, por sua vez, virou-se costas para o espelho e ficou de frente para ele. De onde estava poderia ver ela frente e verso. E que verso!!  Mostrou que sua boca tinha muito talento para levar ele às alturas!

Rose não ficou muito envolvida em preliminares. Foi direto ao assunto! Era pra isso que estavam ali.

Ele colocou camisinha, arrebitou aquela morena de quatro na cama e mandou ver em violentas estocadas! O tesão era tão grande que passou horas naquele motel aproveitando a tarde chuvosa no meio das pernas de Rose. Parecia lobo insaciável!

Todas as posições foram testadas e aprovadas. Uma melhor que a outra! Que delicia de mulher!

– Hoje é meu dia de sorte! Hoje é meu dia de sorte!!

Ele repetiu inúmeras vezes em pensamento.

Quando estava perto de gozar, ela disse: “Goze nos meus seios… Eu adoro isto!” E juntou aqueles peitos redondos e fartos com as mãos, oferecendo a ele.

Em minutos ele encheu seu colo de porra quente. Um gozo abundante, com vontade… E ainda bateu levemente em seus seios com seu pau ainda duro!

Foram tomar banho e, claro, teve mais sexo no banheiro. A tarde foi longa!

Quase na hora de ir embora, Rose chama um carro por aplicativo. A chuva estava cada mais forte e já estava ficando tarde.

Quando o carro chega, os dois são avisados pelo interfone e descem as escadas do motel rindo, entre beijos e abraços.

E entram rapidamente dentro do carro para não se molharem.

A motorista vira-se para cumprimentar o casal e leva um choque. Encara os dois. Roberto quase morre do coração! Fica mudo, pálido e completamente sem graça olhando para a mulher ao volante.

Rose não entende aquele súbito silêncio e pergunta o que está se passando…

– Rose, esqueci de te contar uma coisa: minha mulher é motorista de Uber! – responde, sem tirar os olhos de sua mulher. Não teve como fugir desta vez.

Sorte ou azar? Pra ele, com certeza, aquele foi um dia de azar!

Conto erótico enviado por seguidora anônima.

Histórias de traição sempre tem o elemento “perigo” no meio, não é mesmo? Quer continuar nesta temática? Então olha só este outro conto que separei para você ler: Volta por Cima.

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