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Bom, a minha história é seguinte: Apesar de ter bastantes amigos, não gosto de ter uma “relação” com ninguém. Apenas um ou dois encontros no máximo com cada um. Meu casamento é muito bom, mas deixa a desejar na cama. Então, vivo tendo aventuras para me satisfazer e assim continuar levando minha relação da melhor forma possível. Não pretendo estragar isso. Então, procuro “ajuda” em alguns sites…  E isso tem me rendido muitas histórias.  Uma delas é esta que vou contar agora:

Conheci-o num site de relacionamentos. Ambos casados.  Quando vi as fotos, logo seu sorriso me chamou a atenção. Aberto, sincero e com um ar de desejo…  Claro que o objetivo do site é esse, mas algo naquelas fotos me chamou a atenção. Logo concedi a autorização para que ele pudesse ver minhas fotos.  Instante depois, ele me convidou para um bate papo virtual.

Conversamos sobre nossos interesses e afinidades e descobrimos que temos muita coisa em comum. O desejo começou a brotar em nós dois. Resolvemos nos encontrar. Foi tudo que esperávamos.  Depois de dois encontros, meio que corridos e sem muito tempo, ele me procura, me convida pra sair;  diz que precisamos conversar e organizar algumas coisas (sobre nossa vida clandestina).

Quando marcamos o jantar, eu já estava cheia de malícia! Afinal, sempre que chegamos perto um do outro, pegamos fogo instantaneamente! Mas não contei meus planos…

Ele me levou para um restaurante, aconchegante e pouco movimentado para termos liberdade de conversar. Escolheu uma mesa de canto, ao fundo. Nos acomodamos e começamos a conversar.  Ele pediu um vinho e algo para comermos. O vinho “desceu” muito bem! E demos continuidade à conversa.  Tentei parecer a mais concentrada e distante possível, escondendo minha excitação.

O jantar foi servido, e ele disse ao garçom que não precisaríamos de mais nada naquele momento.  Enfim, sozinhos! Ele começa dizendo que precisamos organizar nossas agendas para nos encontrarmos e que o fato de eu morar longe dificulta. Estava sério e ansioso em resolver tal questão.  Me pareceu inquieto. E eu comecei a provocar. Uma passadinha de língua na borda da taça, um gole maior no vinho. Ele percebe que estou excitada e se “acende”!  Fica inquieto e mais ansioso.

Eu peço para se controlar e se comportar bem!  Ele quase faz beicinho pra mim e tenta ficar quieto, mas me come com o olhar!  Sinto minha pele arder sob seus olhos. Perguntei se ele poderia prometer se comportar.  Ele diz meio receoso que sim.  Lembrei-o de estarmos em um local público.  Ele concorda meio decepcionado.

Forço uma displicência até ele se desconcentrar de novo… E quando retoma o assunto inicial, eu interrompo perguntando se está usando meias.  Ele não entende nada e respondeu que sim, que isso é normal.

Eu o orientei a tirar o sapato e a meia por debaixo da mesa, sem que ninguém percebesse.  Ele ficou curioso e voltou a ficar confuso.  Eu olho como se estivesse o despindo… Só com o olhar.

Ele obedece. Tira o sapato e a meia, mesmo sem entender muita coisa. E me pergunta qual o próximo passo, olhando ao redor, para se certificar que não estávamos sendo observados. Eu disse para me fazer carinho nas pernas com o pé descalço. Por debaixo da mesa, para que ninguém percebesse. Estava vestindo um sobretudo e de frente pra ele. Entre nós apenas uma pequena mesa, de dois lugares, o que não impedia que ele me alcançasse.

Ele passou seu pé pela minha pele e a sentiu quente. Eu me arrepiei ao seu toque.  Me acomodei melhor e ordenei que subisse mais seu pé, no que obedeceu prontamente.

Foi explorando e subindo até alcançar o que eu queria.  E ficou louco!  Descobriu que estava sem calcinha!  E minha vulva estava totalmente quente e molhada, denunciando toda a minha vontade e “receptividade”.

Ele já não queria saber mais da comida, da bebida, de nada! Mas eu lembro-o que me prometeu se comportar. Local público. Chamei o garçom, só para desconcerta-lo um pouco. Pedi qualquer coisa e ele (o garçom) se foi.  Ele ficou paralisado com a presença do garçom, mas eu resmunguei, dizendo que ele não deveria parar!  Que continuasse me tocando com seu pé por debaixo da mesa, sem deixar ninguém perceber.

Ele seguiu nessa loucura e estava cada vez mais excitado.  Me disse que estava maltratando-o. Depois que o garçom se vai novamente, eu disse que queria ser masturbada.  Só com o pé, mas devíamos continuar normalmente nosso jantar.

Ele mal conseguia disfarçar sua cara de tesão puro! Nos olhamos profundamente… E quanto mais ele me tocava, mais louco ficamos.  Até que eu não me controlei e deixei escapar um gemido abafado. Baixinho, mas o suficiente para ele ouvir.  Percebeu que estávamos perdendo o controle e pediu a conta rapidamente, quase que gritando.

Calçou sua meia e seu sapato com muita pressa, enquanto eu me recompunha.  Saímos e entramos no carro.  Ele me puxou abruptamente e nos beijamos ardentemente! Mas ainda estávamos no estacionamento do restaurante.  Ele ligou o carro e saímos.

Antes que pudesse pensar em qualquer coisa, soltei meu cinto de segurança, fiquei de quatro no banco e comecei a chupá-lo!  Ele me pediu calma e alertou que estava dirigindo.  No que eu respondi: Então preste atenção na estrada! Ele solta um gemido alto e disse que não estava conseguindo.

Eu não recuei nem um milímetro e continuei na minha deliciosa arte. Ele já estava quase enlouquecendo quando finalmente chegamos ao destino que tanto precisávamos. Já livres dos olhares alheios e cheios de tesão, nos tomamos com urgência e voracidade.  Ele me beijou como se quisesse me engolir!  Disse que o deixei maluco e que a única coisa capaz de acalmá-lo é fazer amor comigo.  Eu respondi me entregando por completo aos seus braços e boca!

Ele tirou minha roupa de uma vez só! Arrancou a sua com a mesma rapidez, nos entregamos ao sexo. E nos amamos tanto quanto necessário para matar a nossa “fome”.

Depois disso, combinamos que vez ou outra sairíamos para realizar mais dessas fantasias. Que eu conto em outras oportunidades!

Conto Erótico enviado por Nanicase

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