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Lá estava eu  mais uma vez pegando ônibus para voltar pra casa. Fim de tarde, cansada do trabalho, mas com um prazer imenso pela frente: paquerar aquele cobrador de ônibus que fazia a linha do meu bairro.

Era um rapaz lindo, com certeza cobiçado pela maioria das passageiras (solteiras e casadas), sorriso incrivelmente cafajeste, olhar esperto. Seus braços eram bem fortes, trabalhado em academia, assim como as pernas, sempre abertas para dar espaço para a catraca girar.

Ele era grande! E eu adoro homens grandes! Ficava olhando descaradamente o volume entre as pernas dele, que, cá pra nós, parecia ser bem interessante.

Toda vez que cruzava por ele e dava o dinheiro da passagem, ele devolvia o troco sempre com olhar malicioso e dava um jeito de tocar em meus dedos.

Numa dessas, ele me deu seu telefone enrolado no meio do dinheiro. Não precisa dizer que eu adorei isso!

Acabamos nos envolvendo pouco tempo depois. Apesar de vê-lo quase todos os dias durante o trajeto para o trabalho, não tinha oportunidade para sair e aproveitar à vontade.

Era extremamente vigiada e precisava ter o maior cuidado, pois na época estava casada ainda. Ele também era casado, porém isso não impediu que tivéssemos bons e inesquecíveis momentos, dignos de contos eróticos.

E uma destas histórias é esta que vou contar a seguir. Confesso que foi algo bem arriscado, não sei onde estava com a cabeça quando fiz aquilo, mas foi muito bom!

Trocávamos mensagens praticamente o dia todo e eu não via a hora de sair com aquele gostoso novamente.

Até que surgiu uma chance da gente dar uma escapadinha à noite. Ele tinha uma hora de intervalo e me convidou para dar um “passeio” de ônibus.

Claro que tinha um plano malicioso no ar…

Inventei uma desculpa para chegar mais tarde em casa e fui esperar ele na parada de ônibus, no final da linha no centro da cidade.

Assim que entrei no coletivo, já reparei naquele sorriso… Cruzei a catraca, fingi que não o conhecia e sentei perto dele. Pelo canto do olho notei que a camisa branca do uniforme parecia que ia rasgar naqueles braços enormes…

E no meio das pernas aquele volume já se pronunciava de forma interessante. Estava louca pra sentar naquele pau!

Do centro até o bairro eram em torno de 40 minutos, mas naquela noite pareceu uma eternidade.

Assim que os últimos passageiros desceram do ônibus, o motorista manobrou o veículo e estacionou numa rua deserta e pouco iluminada. De um lado havia um condomínio popular com algumas árvores na frente que, aliás, foram perfeitas para acobertar os pecados que aconteceriam em seguida.

O motorista desligou o motor, apagou as luzes e se despediu de nós dois com um grande sorriso. Ainda acrescentou: “Comportem-se!”

Assim que saiu, ele sentou ao meu lado, no banco de passageiros e me deu beijo apressado, bem forte. Eu retribui imediatamente e minhas mãos já começaram desabotoar alguns botões da camisa.

Tínhamos que ser bem discretos, alguém poderia ver nossos movimentos de lá de fora. Ainda bem que estava bem escuro naquele local e as árvores do condomínio de certa forma nos protegiam de possíveis olhares curiosos.

Não havia muito tempo para conversa. Naquele momento era só o tesão que falava mais alto. Ele abriu minha calça tão rápido e logo enfiou sua mão no meio de minhas pernas. Eu estava completamente molhada.

Abri as pernas e apoiei uma delas no banco da frente, deixando ele explorar minha buceta do jeito que quisesse. Ela estava bem lisinha e inchadinha. Nem precisa dizer que ele enfiou todos os seus dedos em mim, me masturbando feito louco enquanto beijava e lambia meu pescoço.

Eu nem tinha tempo pra pensar direito. Só fechei os olhos e curti aqueles dedos me fodendo forte… Ainda abaixei mais a calça pra ele ter livre acesso e meter à vontade. Naquela hora me senti muito puta, vadia, livre… Estava disposta a tudo o que ele quisesse.

Em seguida abri a calça dele e coloquei seu pau pra fora. Aliás, um belo pau, diga-se de passagem. Ele tinha um pau de tamanho médio, mas era grosso, meio tortinho para um lado, branquinho e uma pontinha cor de rosa…rs Era uma delícia!

– Chupa meu pau, por favor! – Ele sussurrou no meu ouvido. Sabia que ele adorava minha chupada, tanto que maior parte de nossas fodas era eu fazendo sexo oral nele. E como eu gostava disso!

Bem, eu me ajoelhei no chão do ônibus, enquanto ele sentou na beira do banco expondo aquela rola grossa na minha frente. Segurou o pau pela base e com a outra mão me puxou minha cabeça para o meio de suas pernas.

Engoli aquela vara praticamente de uma vez só. Comecei a fazer uns movimentos circulares com a língua quase chegando até as bolas, deixando ele completamente maluco. Só escutava os gemidos dele pedindo mais.

Chupava ele de cima a baixo, sem parar. Fazia pressão com os lábios desde o começo até a cabecinha, onde enrolava a língua de tal jeito que ele virava os olhos. Depois ele sempre pressionava minha cabeça pra baixo novamente diversas vezes, praticamente me sufocando de tanto chupar seu pau.

Por mim, eu ficaria mais tempo só no sexo oral, mas ele me ergueu rapidamente e disse que estava louco pra meter em mim de uma vez. Já não aguentava mais de tanto tesão.

Permaneci de joelhos, abaixei ainda mais a calça e me apoiei na parte de baixo do banco do cobrador, que geralmente é mais alto que os demais. Arrebitei a bunda e ele logo entendeu o recado.

Bem devagar, ele também ajoelhou atrás de mim e começou a esfregar a rola na entrada da minha bucetinha.

Eu estava praticamente de quatro no chão, de pernas bem abertas. Mas assim que ele foi penetrar em mim, eu disse, bem safada:

– Come meu cu… Deixa ele bem fodido!

Olha… este homem pirou quando ouviu eu dizendo isso! Só repetia sorrindo “Você é louca! Muito louca!”. Como não havia lubrificante, ele cuspiu na mão e passou no pau até ficar completamente molhado.

Eu estava morrendo de tesão e com um fogo terrível me consumindo… Abri minhas nádegas o máximo que pude e senti aquele pau grosso entrando aos poucos em mim. A dor veio imediatamente, mas como eu estava tão excitada me abria cada vez mais pra ele entrar.

Assim que foi tudo, ele começou o vai e vem. Ah, que delicia! Apertei minha bundinha com toda a força que pude e comecei a rebolar de um jeito insano. Sentia aquela vara me atravessar ao meio, mas mesmo assim fiquei aproveitando gostoso ele foder meu rabo.

Não podíamos mudar de posição, senão poderíamos ser vistos. Isso quer dizer que eu fiquei o tempo todo de quatro no chão do ônibus, sendo enrabada por aquele cobrador tesudo!

Ele montou em mim e ali ficou praticamente todo o seu intervalo. E eu adorando ser socada com força… Quando ele achava que ia gozar, parava um pouco, respirava e seguia metendo.

Até que chegou um momento que não dava mais pra segurar. Senti ele me segurar pela cintura e apertar um pouco mais. Começou a penetrar bem mais rápido e forte, numa sequência que parecia não ter mais fim…

Eu aproveitei e comecei a me tocar. Minha bucetinha estava louca pra gozar a esta altura. Girei os dedos pra um lado e pro outro e logo o orgasmo veio, me estremecendo dos pés à cabeça.

Ele, por sua vez, gozou feito louco dentro do meu cuzinho! Não podia gritar, nem gemer mais alto… Senti seus jatos de porra quente jorrarem dentro de mim. Mesmo gozando daquele jeito, ele continuava metendo. Chego a me arrepiar só de lembrar! Foi realmente um sexo anal muito intenso.

Respingou um pouco no chão do ônibus de tanta porra que teve! Eu fiquei toda lambuzada e realizada ao mesmo tempo. Tinha levado lenços umedecidos e tratei de fazer uma rápida limpeza em nós dois.

Nos vestimos e nos organizamos do jeito que deu. Acho que não deu cinco minutos e logo em seguida chegou o motorista para assumir o turno novamente.

Ou seja, se demorássemos um pouco mais, talvez iríamos ser pegos no flagra! Tive que rir da situação.

Na volta, ele me deixou perto de casa. Enquanto caminhava, sentia minhas nádegas ardendo, um pouco doloridas devido aquele sexo animalesco, mas mesmo assim estava satisfeita.

Cheguei em casa como se nada tivesse acontecido. Tomei um belo banho, bati mais uma punhetinha debaixo d’água porque ainda estava com tesão. Depois fiz um breve lanche e fui dormir.

O marido não perguntou nada, nem como foi meu dia, nem porque cheguei tarde. Não havia diálogo entre nós. Muito menos sexo. Era uma relação fadada ao fracasso, que realmente se confirmou poucos meses depois.

Na verdade, esta relação extraconjugal foi “O Troco”, já que eu tinha sido traída inúmeras vezes desde o início do casamento e sempre sofri com isso. Aquela altura, não me importava mais em continuar casada, pois não valia nem um pouco a pena.

Quanto ao gostosão do ônibus, nosso caso durou um tempinho e depois cada um seguiu seu caminho. Ficou somente a gostosa lembrança…

Conto erótico enviado por seguidor anônima

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