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Sou casada – e muito bem casada – mas vivia uma fase nova em minha vida. Queria algo mais, algo que pudesse ser marcante para minha vida tão cheia de atribulações, mas sempre naquela estafante rotina.

Meu marido viajou e eu estava sozinha em casa, sem ter muito que fazer. Naquela tarde, uma amiga me convidou para ir ao aniversário de uma colega nossa, que seria celebrado numa boate da cidade. Essa amiga era daquelas superpopulares, que encontra amigos em cada esquina. Reservou uma noite durante a semana para que pudesse se divertir com os amigos em alto estilo. De pronto disse que não iria, mas ela insistiu tanto e eu pensei que realmente não teria nenhum problema. Avisei meu marido e ele consentiu, afinal, era apenas uma festa como outra qualquer.

Senti-me uma menina novamente, doida para ir ao primeiro baile. Tomei um bom banho, passei meus cremes e um perfume daqueles de deixar rastro. Não sei por que, mas escolhi uma calcinha linda que tenho e que pouco uso. Ora, eu era casada e não tinha sentido me preparar para sair achando que eu teria algo mais que simples diversão. Eu achava que iria dançar muito, como fazia tempo que não acontecia. Coloquei um vestido daqueles de parar o trânsito, que realçava o volume dos meus seios (novos) e exibia um lindo decote em V. Convenhamos, todas as mulheres adoram sentir-se desejadas!

Laura passou em casa às nove horas. Pontualíssima! Ela estava radiante no estilo ‘mulher fatal’, mas era divorciada, poderia pensar em qualquer coisa mais. Poderia desejar mais. Chegamos juntas e, embora ainda faltasse muita gente, a boate já estava quase lotada. O clima era de amizade, mas mesmo assim ainda conservava o estilo liberal de qualquer boate com desconhecidos.

Começamos a beber e a conversar animadamente. Outras amigas se juntaram e o clima foi ficando delicioso, como há muito tempo eu não vivia. Então  Laura me puxou para a pista de dança e fomos lá, feito duas adolescentes. Dançávamos, parávamos para beber  e voltávamos para dançar. Foi então que percebi um homem dançando próximo de mim. No princípio, achava que ele olhava para Laura, mas quando ela saiu para buscar mais bebida, ele sorriu e piscou para mim. Minha nossa. O que fazer? Aquilo não estava nos meus planos. Laura me trouxe mais uma dose de Martini e sequer percebi que quase a sorvi num único gole. Então ela percebeu o olhar intruso e, com um sorriso de maligna, disse em meu ouvido: “vou deixar você sozinha um pouco”. Antes que eu a segurasse para não me deixar naquela furada, correu e sumiu no meio da multidão.

Acho que o moreno percebeu a oportunidade e se aproximou. Começou sutilmente a dançar perto de mim, mas aos poucos foi se virando e comecei a gostar daquilo. A música bombava alto e o álcool mais ainda. Começamos a nos aproximar e as pernas dele tocavam na minha. Às vezes a gente se encaixava e suas pernas ficavam entre as minhas. Meu Deus!! Era loucura, mas aquilo me excitava como nunca. Eu estava hipnotizada pelo momento, e devia estar mesmo, pois quando ele me chamou para sair da pista de dança, eu o segui.

Ele foi para o fundo da boate, onde vários casais se aproveitavam da escuridão total para saciar desejos já indisfarçáveis. Enquanto o seguia, me perguntava o que estava fazendo lá. O “alerta” do perigo estava começando a tocar, mas preferi não ouvir.  Ele parou, colocou a mão na minha cintura e fitou meus olhos. Eu sentia sua respiração. Seu olhar penetrante me dominou e, quando ele me recostou na parede. Já não tinha a menor disposição em resistir. Seus lábios se colaram aos meus instantaneamente e me deliciei ao sentir sua língua entrando na minha boca, buscando um beijo molhado.

Eu me entregava ao momento, com a certeza de que não seria reconhecida ali. Estávamos num canto bastante apropriado para uma mulher casada se entregar aos devaneios. Comecei a passar as mãos sobre sua camisa, sentindo seu peito encostado aos meus. De repente, percebi a mão dele nas minhas pernas. Pensei em falar para tirar, mas relutei. Por um tempo, ele alisou as coxas e começou a subir. Deslizava as mãos pela lateral, sentindo o contorno da calcinha em meu corpo. Aos poucos, foi ousando mais e me pegou de jeito por trás. Eu sentia suas duas mãos agarrando minhas nádegas,  puxando contra seu corpo. Soltei-me e pude sentir seu volume sendo comprimido contra meu sexo. Que loucura! Estava ali  com um homem que nunca havia visto e estava praticamente “nas vias de fato”… mas isso não importava. Bom demais para ser real!

Relaxei e comecei a requebrar meus quadris, buscando uma melhor posição para sentir sua rigidez. Estava ensopada, podia sentir a calcinha totalmente molhada. Quanto mais esfregava, mais buscava seu corpo, mais excitada eu ficava. Comecei a perder o controle da minha respiração, queria mais, queria ele. Cheguei num delicioso e rápido orgasmo. Ele percebeu e me beijou com mais carinho, esperando me recompor.

Agora era eu quem o beijava com força e desejo. Praticamente queria chupar sua língua, coloca-la dentro da minha boca, sentir aquele homem nem que fosse um pouco dentro de mim. Antes que eu percebesse, ele me acariciava pela frente buscando um caminho por baixo do tecido. Quase soltei um grito quando senti o seu dedo escorregando para dentro da minha fendinha. Sussurrou algo que  não entendi, mas queria que ele entrasse de alguma forma. Quase fui à loucura quando deixou seu dedo grosso invadir minhas entranhas. Que delícia de toque. Eu arfava, gemia, sussurrava e não parava de beijar.

Instintivamente, comecei a acariciar sua calça e a sentir o volume por baixo. Atendendo a um pedido não formulado, abri o botão e desci o zíper. Quando levei a mão para dentro de sua cueca pude segurá-lo. Talvez fosse o momento, talvez fosse o desejo, mas parecia que havia encontrado a arca do tesouro. Coloquei-o para fora e aproximei  meu rosto, com a desculpa de estar beijando seu peito, para ver aquele colosso.

Comecei a masturbá-lo ao mesmo tempo em que ele me acariciava em movimentos habilidosos e ritmados. Naquela penumbra, puxou meus seios para fora e começou a acariciá-los. Aproveitando-se da situação e dos meus devaneios, arrancou minha calcinha ensopada, guardando-a no seu bolso.

Eu estava ali totalmente à sua mercê: encostada na parede, sem calcinha e com uma das pernas jogada para o lado. Ele segurou no seu pênis duro, colocou uma camisinha rapidamente e eu inclinei meu corpo ligeiramente para frente. Podia sentir sua mão por trás do meu corpo. Quase desabei quando entrou em mim, escorregando facilmente. Cravei minhas unhas nas suas costas.

Sentia-o tocando no fundo e lentamente começava a se movimentar. Percebi que outros casais passaram a nos observar, embora  também estivessem em posições ou situações comprometedoras. Naquela hora nada importava. Eu queria me sentir a mais devassa das mulheres.

Suas estocadas ficavam cada vez mais fortes e comprimiam meu corpo contra a parede. Meu sexo era massageado em frenéticos movimentos de vai-e-vem…Ele percebeu que eu iria chegar ao orgasmo mais uma vez e acelerou ainda mais, me levando ao delírio total.  Gemia baixinho, grunhia de prazer e antes que eu desfalecesse no meu gozo, ele saiu de mim, arrancou rapidamente a camisinha e gozou abundantemente nas minhas coxas.

Podia sentir seu líquido morno escorrendo entre minhas pernas, enquanto ele sussurrava algo no meu ouvido. Por algum tempo, consegui sentir a pulsação de seu corpo junto ao meu, enquanto as últimas gotas saiam.

Fora do êxtase, ele se aproximou e começou a me beijar. Percebi que o colosso amolecia, então o guardou dentro de sua calça. Caí na realidade e a brincadeira deveria acabar. Disse que tinha que ir embora, perguntei da calcinha, mas ele pediu de presente. Consenti. Queria o número de telefone, pedido negado! Ajeitei meu vestido, me recompus e saímos agora separados para o salão principal.

Encontrei Laura que, com um sorriso safado no rosto, me perguntou: “onde você andou mulher? O que fez de bom para estar com seu vestido tão amarrotado?” e soltou uma sonora gargalhada. Meu rosto denunciava qualquer crime! Conversamos animadamente no retorno e ela me prometeu guardar segredo eterno.

Em casa, tirei meu vestido e me joguei na cama. Era como se ainda sentisse seu membro dentro de mim. Quase adormeci. Cheguei a pensar que tudo tinha sido apenas um sonho, um delírio de mulher com tesão recolhido.

Passei as mãos no meio de minhas pernas e pude confirmar que não havia sido um sonho: ainda havia vestígios do meu moreno desconhecido. Por ora, nessa cama, sozinha e com desejo, vou me entregar aos meus dedos. Eles também sabem do que eu gosto.

Nunca mais repeti este tipo de aventura, mas não me arrependo nem um minuto pois o tesão e adrenalina daquele momento ficaram marcados em minha memória… e no meio das minhas pernas.

Autoria: Desconhecida
Fonte: Conto retirado da Internet / Enviado pelo leitor Rodrigo R.

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