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Nossa relação estava mais do que fria… Era só falando de trabalho, casa, projetos! Não sei em que ponto foi que deixamos de dar atenção um ao outro, pois estava nítido que o desejo tinha sofrido uma queda e tanto em nossas estatísticas particulares de sexo.

Eu estava sempre cansada, ele estava sempre ocupado. Nossos horários não estavam encaixando e com isso o diálogo também estava morrendo… Estava caindo no “lugar comum”: estava exatamente igual a tantas outras por ai que ficam só lamentando e enxergando pontos negativos.

Só que eu não gosto de ser assim. Quando as coisas se transformam em brisas, eu já vou criando tempestades. Ao invés de buscar mais problemas, fui à busca de soluções mais práticas.

Estamos sem tempo? Então vamos ver um momento em que estamos juntos e podemos conversar melhor. Que momento é este? Hora do jantar.

Estamos cansados para o sexo depois de todas as tarefas do dia? Então vamos ver um horário em que ainda a disposição está dentro do corpo. E sexo pela manhã não rola… Só final de semana.

Aí surgiu a ideia logo cedo: sexo na hora do jantar! Vou o deixar pensando em sexo o dia inteiro! E comecei a preparar o cardápio da noite: Eu!

Em tempos de Whatsapp, nada melhor do que um áudio gostoso convidando o mocinho para um jantar mais tarde. Foi o que eu fiz! E ainda mandei uma fotinho sugestiva do “prato principal”… Ainda pensei em fazer algo à moda antiga, que seria colocar um bilhetinho no bolso ou carteira dele, mas resolvi apelar para as facilidades da tecnologia.

“Amor… Hoje o jantar será servido às 20 h. Por favor, não se atrase! Vou preparar ‘aquele prato’ que você adora…”

Pronto! Este recadinho foi pra ele bem no horário daquela reunião de trabalho. A preliminar já tinha sido feita. Se for para acender a chama, alguém precisa riscar o fósforo primeiro.

Depois que vi que ele tinha escutado o áudio, tinha certeza que a mente dele iria trabalhar nas palavras ‘aquele prato’ durante boa parte do dia. Eu também fiquei na expectativa. Nos últimos dias a minha rotina era chegar do trabalho, comer qualquer coisa, tomar banho e deitar. Ele também estava no mesmo ritmo.

Trocamos mensagens o dia inteiro, cheio de provocações e indiretas. Acho que estávamos precisando disso: uma boa dose de sacanagem! Com esta ideia do jantar, precisava ser rápida e chegar antes dele. Não me preocupei muito com o que servir, afinal não sou boa de cozinha mesmo… Por isso comprei algo pronto no supermercado, era só colocar no forno e “voei” para casa.

Meu objetivo era ele me ver cozinhando. Deve estar pensando: “Grande coisa! Ele já viu isso diversas vezes”.

Não! Ele nunca me viu apenas de avental e salto alto! Improvisei uma fantasia sensual de empregada doméstica só com meu velho aventalzinho de poá vermelho e um sapato da mesma cor. Eu sabia que aquele salto vermelho era seu fetiche!

Aguardei-o com o melhor de meus sorrisos, alguns morangos e a sua bebida preferida: uma cerveja bem gelada! Lindo de ver foi a sua cara quando abriu a porta e me viu daquele jeito… Bem vadia!

Meu plano deu certo! Imediatamente um volume na calça já se pronunciou. E eu adoro ver ele excitado e marcando na roupa.

“Boa noite, patrão! Seu jantar está quase pronto…”

Bastou esta frase e um risinho malicioso para que ele entrasse no jogo. Respondeu meu “boa noite” e fez exatamente como todos os dias: sentou-se numa cadeira para descansar. Depois pegou um jornal e fingiu ler de maneira interessada.

“O senhor me dá licença que irei lavar a louça e preparar a mesa…”

Apenas assentiu com a cabeça e me olhou daquele jeito que me deixa toda molhada. Virei de costas e fui lavar a tal louça (apenas um copo que estava na pia). Aproveitei e empinei o bumbum, abri um pouquinho as pernas e olhei para trás.

Ele veio como louco! Encostou-se a mim completamente excitado. Esfregava aquele membro enorme pra lá e para cá… Começou a falar altas putarias no meu ouvido. Maldito! Sabe que eu adoro isso…

O tesão começou a tomar conta de nós dois. Não éramos marido e mulher naquele momento, éramos o patrão e a empregada. Ele disse para que eu continuasse minha tarefa doméstica, depois se abaixou e levantou meu avental.

Iniciou um sexo oral dos deuses… A cada lambida gostosa, um gemido. Depois me arrastou para cima da mesa (que ainda não estava arrumada, ainda bem!) e continuou a brincadeira. Abri as pernas e ele mandou ver com aquela língua quente… E ainda roçava aquela barba macia na minha pele!

Jogou até um pouquinho de cerveja em mim. Bebeu direto da fonte! O jeito que ele me chupava estava me levando ao delírio… E eu chamava pelo seu nome e pedia por mais e mais. Imediatamente ele abriu a calça e tirou seu p. pra fora. Segurou-o pela base e passou levemente em minha entrada. Toda molhada!

Fez isso algumas vezes até eu implorar para que me penetrasse. Então ele deu mais uma chupada bem forte e gostosa e meteu fundo!

Toda aquela saudade se manifestou na forma de um sexo selvagem, como há tempos não fazíamos. Ele metia de um jeito tão bom que fica difícil explicar… Deslizava e gemia alto.

Estávamos no melhor dos momentos, até que lembrei que tinha algo no forno! Para tudo… Desliguei o fogão e disse:

“Vamos continuar na cama, senhor?”

E lá se foi a empregada dar a sobremesa antes do jantar para o seu patrão! Com certeza os vizinhos escutaram em alto e bom som a “receita” de um casal feliz na cama. Bastou uma pitada de atitude…

Autoria: Alessandra A.

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