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Você já foi a uma balada liberal? Então preste atenção nesta história!

Somos um casal bem resolvido com 32 anos de um casamento estável e extremamente satisfatório sexualmente. Somos realizados profissionalmente, temos filhos e netos. Eu tenho 56 anos, 1,80m, um pouco acima do peso. Minha esposa, tem 1,60m, atualmente loira, peitos grandes e firmes, apesar de não ser muito alta, não é mignon, estando mais para o tipo mulherão. Ela tem 49 anos e é muito gostosa e bem resolvida.

Na verdade sempre fui o primeiro e até agora único homem na sua vida. Ela tinha 17 anos quando nos casamos.

Após muita conversa, eu e minha esposa, decidimos passar o feriado de Páscoa em Balneário Camboriú, e aproveitar para conhecer uma balada liberal, que pela internet, sabíamos existir por lá.

Nunca havíamos estado em uma balada parecida, tínhamos apenas uma vaga ideia do que poderia acontecer. Combinamos o que poderia e o que gostaríamos que acontecesse e decidimos “deixar rolar”.

Saímos de nossa cidade no dia 29/03/2018 às 02:30h da manhã, pois afinal tínhamos de atravessar o estado do Paraná e numa viagem de aproximadamente 800 Km, tínhamos a intenção de chegar em Balneário Camboriú até as 12:00 h, para dar tempo de descansar e ir na balada nesta mesma noite.

Nem tudo saiu como esperado. Após vários engarrafamentos na estrada, além da chuva no caminho, só conseguimos chegar às 16 horas, bastante cansados. Achamos melhor não ir na balada nesta noite, até porque devido ao cansaço, não aproveitaríamos grande coisa.

No dia seguinte aproveitamos o dia para pegar uma praia. Fomos a famosa Praia do Pinho e ficamos imaginando como seria à noite na balada. Ficamos até cerca de 16 h na praia e fomos para o hotel descansar e tomar um banho. Depois jantamos em um restaurante na beira da praia e voltamos para o hotel para nos prepararmos para a balada.

Minha esposa vestia um vestido curto e com um decote generoso, que mostrava um pouco dos seus seios GG turbinados.

Coloquei no GPS o endereço do local e chegamos às 23 horas. Entramos e um funcionário da casa, ao saber que nunca havíamos estado em um estabelecimento semelhante, foi nos mostrar a casa e o funcionamento dela. Também nos mostrou a pista, os box para contato íntimo, a parte externa, os quartos para Ménage, os quartos com box privados e compartilhados.

No início, minha esposa não gostou muito, achou muito vazio e acho que ficou meio chocada com a frieza do funcionário que escancarou geral. Ela queria ir embora. Disse para ela aguardar começar a festa, e depois, se ela quisesse, iríamos embora. Sentamos à mesa que nos havia sido indicada.

A música começou e repentinamente o salão se encheu de pessoas dançando freneticamente e de forma sensual. Perguntei se queria ir embora e ela me disse que gostaria de ficar mais um pouco. As pessoas iam para o corredor dos boxes, e após um certo tempo voltavam com aparência aliviadas.

De repente olho para para minha esposa e vejo um seio de fora, não sei se escapou ou se ela o tirou. Não tive dúvidas, caí de boca chupando o bico daquele magnífico peito. Perguntei a ela se não queria ir ver se tinha alguma atividade no corredor. Ela topou e fomos.

Passamos por vários boxes e não tinha ninguém. Em um deles tirei os seios dela para fora e comecei a massagear e chupar. Ela deitou no sofá, abriu as pernas e afastou a minúscula calcinha, e pediu “chupa”! Chupei sua linda buceta, que estava uma delícia com um sabor levemente adocicado de tesão.

Entrou um casal no box e me pegou literalmente com a boca na buceta, mas saiu em seguida antes que pudéssemos expressar alguma reação. Entramos em outros boxes e trocamos alguns amassos.

Voltamos a pista e havia algumas mulheres dançando nuas. O tesão foi aumentando e ela quis voltar ao hotel, onde fodemos feito loucos como nunca tínhamos feito antes.

O dia seguinte amanheceu com chuva. Resolvemos visitar alguns parentes em Florianópolis. Ficamos durante todo o dia imaginando o que teria acontecido se tivéssemos ficado até o final da balada e combinamos voltar à noite. Voltamos para Balneário Camboriú e novamente nos preparamos para essa noite.

Dessa vez ela colocou um vestido curto de paetê com um decote bem menor. Deste com certeza não escapariam os seios, pelo menos não acidentalmente..

Ao chegarmos, nos foi indicada uma mesa melhor, com uma visão perfeita da pista. Tomamos duas caipirinha de vodka. As pessoas começaram a dançar e logo as peças de roupa foram desaparecendo e começamos a ver seios, bundas e algumas bucetas. Ao olhar para minha esposa, ela havia soltado as alças do vestido ficando totalmente com o busto de fora. Peguei nos seus seios, apertei delicadamente seus mamilos e elogiei: que linda!

Levantei a parte de baixo do vestido, por trás, encostando sua linda bunda em meu pau duro, continuando a segurar seus seios por trás. Foi quando ela me disse: “escorrega a mão por dentro da minha calcinha até minha bucetinha”. Foi o que fiz e constatei que estava escorrendo de tesão. Neste momento, se a altura dela permitisse eu a comeria ali mesmo, na pista. Mas com 1,80 m meu e ela com 1,60, mesmo de salto altíssimo não permitiria a penetração.

“Vamos procurar um box”, ela me disse e foi o que fizemos. Passamos por vários boxes, alguns cheios, mas não “pintou um clima”. Fomos para um box reservado com trinco, retirei completamente sua roupa e a minha e comecei a chupá-la, enquanto ouvíamos os gemidos de uma mulher no box ao lado. Mais uma vez, fodemos como loucos e gozamos aos gritos. Que loucura!

Voltamos a pista e o ambiente estava ainda mais “quente”. Duas mulheres bonitas e nuas estavam se chupando em plena pista, e em volta haviam muitos homens olhando.

Uma chupando os peitos da outra, depois se abaixou e fez sexo oral. Depois foi a vez da outra fazer o mesmo. O tesão de todos em volta só iam aumentando. Minha esposa já estava de novo com os peitos de fora! Mais uma vez coloquei a mão por trás da sua calcinha, deslizando até seu sexo, novamente escorrendo de tesão.

Ela me disse ao ouvido: “meu tesão é tanto que daria para o primeiro que aparecer querendo”. Falei “Nossa, que tesão insaciável”! Assim fomos mais uma vez, foder muito e após gozar ainda ganhei uma bela chupada.

O calor estava nessa altura insuportável e achamos melhor voltar para o hotel. Quando achei que iríamos dormir, lembrando da balada, o tesão recomeçou e mais uma vez transamos. Eram 4:00 horas da manhã! Desmaiamos.

Aproveitamos o domingo de Páscoa na Praia do Pinho. Ainda ficamos com tesão de lembrar da noite anterior. Voltamos para o hotel, transamos mais uma vez e nos preparamos para voltar para casa.

Na viagem minha esposa estava com muito tesão ainda. Ela colocou os pés sobre o painel do carro, tirou a calcinha para me provocar e começou a se masturbar. No caminho houve um engarrafamento na estrada e paramos por breve momento ao lado de um caminhão. O motorista ficou maluco ao vê-la com a saia levantada masturbando-se. Ela fingiu que não percebeu. Logo em seguida fomos embora.

Foi uma longa viagem procurando um local para pararmos, que eu pudesse comê-la. Não encontrei, e como estávamos atrasados e tínhamos serviço no dia seguinte, viajei passando vontade.

Posso garantir que em toda nossa vida, nunca sentimos tanto tesão, quanto nestes últimos dias, nem em quantidade ou intensidade.

Estamos planejando uma nova ida a uma balada, mas em nossa cidade não têm. Estamos pensando em conhecer um clube liberal em outra cidade, talvez Londrina. Talvez nesta vez consigamos uma interação com outro casal ou single, um toque, ou até uma troca. Estamos ansiosos com a perspectiva e esperamos ir em breve. A experiência que tivemos foi muito positiva!

Conto erótico enviado por seguidor anônimo

Masturbador

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