E-book Contos Fetiche: Histórias Deliciosamente Reais

Outro dia estava recordando algumas aventuras sexuais que marcaram minha história. Já fico excitado só de lembrar de algumas, como a Ingrid, por exemplo.

Em um dos eventos organizados pelo meu trabalho, um amigo de meu pai levou sua filha para acompanhá-lo. Eles eram nossos vizinhos de sítio. Ingrid era magrinha, branquinhEua, com seios lindos e redondos, completamente irresistível!

Eu já comia ela com os olhos quando passava na rua. Admirava cada passo, cada curva e muitas vezes me imaginava tocando aquela pele macia… Só que eu não sabia que ela era filha daquele cara! E discretamente ela retribuía meus olhares.

Meu desejo por ela estava tão evidente que até um amigo meu (por sinal, também era amigo do namorado dela que morava em outra cidade) desconfiou do meu olhar e falou direto:

– Você vai comer esta menina!

Fiquei surpreso com o comentário dele. Logo já argumentou que provavelmente ela estaria de olho na herança, já que minha classe social é alta. Levei na brincadeira todo este “discurso”, mas parti  pra cima dela.

Peguei o telefone de Ingrid com os pais dela. Eles queriam que a gente namorasse mesmo… As portas foram abertas! Conversamos um pouco durante o evento. Convidei-a para ir em um churrasco e logo nos afastamos.

Em seguida ela saiu pra rua e pediu para alguém me chamar. Fui imediatamente ao seu encontro naquela expectativa de ganhar um prêmio.  Não deu outra! Ela já me agarrou antes mesmo de eu falar alguma coisa.

Ela me beijava feito louca enquanto passeava suas pequenas mãos por cima de minha calça, me deixando num estado de “emergência”. Fiquei doido com aquilo! Não consegui mais colocar minhas ideias no lugar…

Saímos sem nos despedir. Literalmente fugimos de tudo e todos! Entramos no carro e o tesão estava num estágio incontrolável. A gente ia parando em cada esquina praticamente e ela sempre com a mão no meu pau. Confesso que estava difícil aguentar por muito tempo.

Levei-a em casa. Parei o carro na porta de sua casa. Ali continuamos os beijos que começaram naquela reunião. Eram cada vez mais fortes, mais intensos. Minhas mãos não conseguiam mais parar de tocar seu corpo por baixo da roupa. Não resisti e comecei a chupar ela ali mesmo… No carro, na rua, com todo aquele perigo que alguém nos visse.

Eu me recordo que havia um bar ali perto. Tive que buscar uma água para nós dois, pois o fogo era grande. Assim que saí do bar, ouvi uma das garçonetes falando pra outra “olha aquele cara de pau duro na rua”… Não sei porquê, mas gostei de ouvir isto.

Voltei pro carro e continuei chupando aquela pequena deliciosa. Seu cheiro, seu gosto, aqueles gemidos baixinhos que ela dava entre os dentes estava fazendo eu perder a cabeça. Percebemos que não iríamos parar até saciar todo aquele desejo, então trouxe ela para minha casa.

Eu tinha pressa! Queria sentir logo aquela carne quente e macia. Já estava toda molhadinha me esperando… Ingrid tirou minha calça e logo começou a chupar. Alternava com leves mordidas… eu estava a ponto de explodir em sua boca de tanto tesão que estava!

Nossas roupas iam ficando espalhadas pelo chão e nossos beijos cada vez mais quentes, nossas línguas ainda mais enroscadas. Coloquei ela de quatro no sofá. Nesse momento parecíamos dois animais em seu estado mais primitivo. Era sexo puro! Gemidos altos, puxão de cabelo e pegada forte. Ela se contorcia toda fazendo cara de bandida. Gozamos rápido e juntos.

Não houve intervalo para descanso. Logo partimos para a segunda. Ela queria ser comida cada vez mais! Desta vez fomos para a cozinha, onde coloquei as suas mãos na pia e uma perna na cadeira. Aquela posição me deixava louco! Segurei-a com firmeza em seus quadris e meti com vontade mais uma vez naquela menina apertadinha.

Repetimos a dose depois. Matamos toda aquela vontade que estava nos consumindo… Mais tarde fui levar ela pra casa. Ela ainda pagou um boquete sensacional no meio da rua, dentro do carro. Que boca quente!

Depois disso, não nos vimos mais. Cada um seguiu sua vida e seus respectivos destinos. Mas esta noite não tem como esquecer…

Ainda em minhas recordações quentes, lembrei de outro episódio. Estávamos a trabalho numa zona rural. Éramos quatro, dois homens e duas mulheres. Uma delas tinha namorado, a outra era uma “bandida”… Num momento de descontração, paramos para beber e não aguentamos o tesão. Transamos os quatro no meio do mato.

É aí que eu me refiro: “Quanto maior é a loucura, melhor é a história”!

Conto erótico enviado por A.M.

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