E-book Contos Fetiche: Histórias Deliciosamente Reais

Aconteceu no último verão no sítio da família. Fomos passar uma estada , pois ficaríamos para tratar de alguns animais.No sítio tinha alguns funcionários novos,uns já havia visto, outros não.

Chegamos á noitinha,eu só os funcionários no outro dia, de manhã, na hora do café. Ao amanhecer vi aproximar-se um homem, mais alto e forte que os outros, vestido de peão, com uma calça jeans e botina velha.Porém a camisa era nova, que denunciava ser novo no sítio. Nos braços a camisa ficou um pouco justa demais para os braços fortes que ele tinha.

O café da manhã da fazenda era simples,porém excelente.Então se uniam dentro de um galpão.Nele tinha mesa de madeira e um grande banco de tábua.

Ouvi meu pai chamar pelo nome de Renato ao referir-se a ele, para fazer determinado trabalho após o café.Ele apenas assentiu com a cabeça em sinal afirmativo.

Renato era grosseiro: barba pra fazer, sobrancelhas grossas, trejeitos bruscos.Com um rosto bronzeado de sol devido ao trabalho diário.

Aquele homem tinha me chamado a atenção, pela presença e charme. Jeito de homem bruto,tipo que te pegam de jeito.

Bem, passava os dias observando  os peões, inclusive ele, pois não havia nada para fazer , a não ser ficar no celular.

Pelo canto dos olhos, me olhava e percebia meu interesse.

Dia desses pedi a meu pai que me deixasse ir até a cidade,pois precisava comprar algumas coisas de mulher e coisas para a casa também.Meu pai liberou outro funcionário, fui desgostosa fazer as coisas que tinha dito e voltei de noite.

Chegamos na fazenda já a noitinha, tomei banho e comi uma fruta. Fui para meu quarto furiosa. Não consegui o que eu queria e aquele homem não saía da minha cabeça.

No dia seguinte, joguei pesado. Passei a encarar, fazia provocações e tentava me manter sempre perto dele. Fazia gestos sensuais, mas ele era arredio.

Os dias passaram e eu já havia desistido daquele peão rude.Neste dia ,minha mãe e meu pai haviam ido na cidade comprar vacinas e eu fiquei em casa… Estava contando os dias para voltar para minha casa na cidade , pois meus dias não tinham sido produtivos ali.

Estava deitada no sofá, mexendo no celular e caí  no sono, passava do meio -dia. Em meio ao meu cochilo escutei uma voz ao longe me chamar , mas não dei muita atenção. A voz chamou de novo e percebi que era Renato.

Lembrei que a porta do fundo da casa esta semi-aberta, como estava de vestido e minhas calcinhas sempre são tipo fio-dental e , ainda, posicionada de costas para a porta, fui tentar me arrumar para não ser encontrada em uma posição incômoda.Ninguém mais me chamou e voltei na posição que estava antes…Relaxei meu corpo.

Alguém entrou na casa e ficou na porta da sala. Nada falava , mas sentia que me fitava.

Fingi dormir…percebi que ele saiu para disfarçar.Falsamente, dei demonstrações que estava acordando. Acho que ele desistiu do que veio fazer, saiu pela porta dos fundos desconcertado. Fui atrás dele e perguntei se ele queria algo(desta vez foi genuíno).

Vi que ele estacou alguns passos depois da porta, se virou e voltou até mim.Nesta hora gelei,pois não imaginava o que ele queria. Tampouco , não saberia dizer se estava preparada para aquilo que fiquei treinando dias para fazer.

Entrou na cozinha e fechou a porta atrás dele. Sem dizer uma palavra , colocou suas mãos grandes e ásperas na minha cintura, puxou e deu um beijo demoradíssimo! Me soltou de seus braços e eu fiquei olhando para ele, sem fôlego.

De repente , ele puxou meu braço com força e me colocou em cima da mesa da cozinha. Colocou sua mão na minha nuca e puxou meu cabelo todo com uma só pegada, inclinando meu pescoço para trás e beijou novamente.

Ele mais parecia um animal . Eu nem tive chance de retribuir a nada, ele era forte e não deixava eu mexer nada.

Desceu as alças do vestido e começou a lamber meus seios, chupando com vontade. Sentia tanto tesão que minhas pernas tremiam.

Ele chupou meus seios por algum tempo, segurou os dois seios que chupava alternadamente.Tudo era muito frenético que eu me segurava na mesa como podia.

Eu estava sentada em cima da mesa, com os seios expostos e de pernas abertas e alguém poderia chegar a qualquer momento.

Ele foi descendo, erguei meu vestido e colocou seu rosto no meio das minhas pernas. Começou a lamber a parte interna das minhas coxas e a entrada do meu sexo, por cima da calcinha mesmo.

Sua boca era muito quente.Eu estava louca. Tentava puxar para cima, mas ele insistia em lamber e socar a língua no meu sexo, já molhado.

Ele parecia faminto por uma mulher. Acho que me insinuei demais pra ele, pois estava alucinado.

Ele, então afastou minha calcinha para um lado e iniciou uma lambida bem devagar. Começando perto do ânus e subindo até o meu clitóris.Começou a alternar entre chupadas e lambidas, acelerando as chupadas e sugando com força dos lábios ao clitóris.

Eu ficava me contorcendo de prazer.

Ele me puxou pelo braço pra descer da mesa, me virou de costas, empurrou minha cabeça  para baixo, eu me segurei na parede abaixada, com a bunda mais elevada e ele segurando na minha coxa continuou a me chupar feito um louco.

Eu estava alucinada!

Ele estava feito um cachorro, que sentia o cheiro do meu cio…ficou assim por alguns momentos e me virou de frente e desceu um pouco da calça, deixando somente o mastro viril para fora. Eu me atrevi e coloquei a boca naquele colosso.

Comecei chupando seus testículos,após comecei a chupar sua vara. Estava tão afoita que acelerava, tentando engolir tudo, quando ele segurou na minha cabeça e iniciou um movimento de vai e vem. Empurrando todo na minha boca de forma que sentia entrar na minha garganta. Ele continuava sem dizer uma palavra, somente ofegante o tempo todo. Parecia um selvagem.

E isto me excitava muito.

Cheguei a pensar que ele fosse gozar na minha boca. Intuindo que poderia fazer isto em breve e querendo sentir aquele membro dentro de mim, ele leu meus pensamentos ,me puxou com força , para levantar. Me virou de costas sobre a mesa e segurando forte na minha cintura com as duas mãos, meteu todo ele dentro de mim. De uma vez só, socando feito um louco, gemendo baixo e me puxando pela cintura com um braço só, como se quisesse entrar dentro de mim.

Gozei intensamente que senti meu corpo todo flutuar e tontear. Ele percebeu e puxou  pelos cabelos, de forma que meu pescoço chegou na boca dele e ainda metendo forte chupava minha nunca e orelha… mordia minhas costas.

Quando deu uma parada, me soltou e tirou para gozar nas minhas costas. Seu líquido quente escorria.Meu corpo caiu por cima da mesa, enquanto ele continuava de pé.

Apenas atirou a cabeça para trás e arfava.Estava tomado de suor.Limpou-se com um pedaço da camisa.Fechou o zíper da calça e me levantou.

Pude me limpar com a calcinha enquanto ele se arrumava. Do mesmo jeito que ele entrou na sala , ele também saiu… em silêncio.

Eu terminei de me limpar com a calcinha,fui para meu quarto pensativa, pois não sabia o porquê dele ter saído daquele jeito.

Tomei banho e dormi, ainda atônita com o que havia acontecido.

No outro dia , logo que amanheceu, vi meu pai verificando documentos e muitos papéis. Renato havia pedido demissão.Talvez por pudor ou por ter uma vida lá fora,  Não pois trabalhava por temporada.

Nunca questionei meu pai para ele não desconfiar.Também não vi mais o Renato.

Porém, ele ficou em minha lembrança, como a pessoa mais inusitada e rude, do qual tive envolvimento.

Fonte:Conto erótico enviado por uma seguidora anônima.

Gostou deste texto? Fique à vontade para comentar!
Visite também nossa página no FACEBOOK e nos acompanhe no INSTAGRAM.
Convidamos você a fazer parte de nossa Lista de Transmissão e receber diariamente dicas e novidades de nossa Loja Virtual. Entre em contato conosco pelo número: (11) 94392-4247  para ser adicionado em nossa Lista Vip.
Caso esteja lendo este texto pelo celular, CLIQUE AQUI e fale diretamente conosco.

 

 

 

Masturbador

COMPARTILHAR
Artigo anteriorSexy professorinha
Próximo artigoAmante de aluguel
Contos Fetiche é um site de Contos Eróticos que reúne histórias reais de pessoas com mente aberta e que curtem compartilhar suas experiências de maneira despretensiosa. Todos os textos aqui publicados são contos enviados por nossos seguidores ou então adaptados por um de nossos editores.