Os sábados de mutirões na escola eram os mais odiados por todos nós que trabalhávamos na escola. Eu era auxiliar administrativo e costumava ficar no atendimento da biblioteca à noite. Sempre com um sorriso à disposição, era querido por todos. Por alguns mais que imaginava.

Sábado chuvoso, dos quinze funcionários convocados apenas cinco apareceram. Logo fui à biblioteca, cuidar de sua limpeza. Mauricio veio comigo, trabalhava na biblioteca à tarde e era tão chato quanto eu. Tínhamos paixão por aquele lugar.

A chuva apertou e estávamos em nosso refúgio quando a porta foi aberta pela irmã da secretária da escola. Que morena! Baixinha, cerca de 1,62m de altura, cintura de Coca Cola e cabelo liso e longo. Nós dois tínhamos uma queda por ela. Não dava pra negar. Seus olhos castanhos estavam com algumas chamas. Ela veio com seus gracejos:

– Nossa, que água fria né? Pena que a biblioteca não tem chuveiro com água quente – Deu um sorriso cheio de travessuras.

– Mas tem outras coisas que esquentam – disparou Maurício.

– A única coisa que poderia me esquentar nessa chuva era uma transa bem safada com vocês dois. Outro sorriso. Olhei para Mauricio e percebemos que ela já havia entrado ali com o intuito bem definido. Ela foi extremamente direta. Então aquela era a nossa chance de matar a vontade e a curiosidade de um menage..

– Então o que tá fazendo ai com tanta roupa? – perguntei enquanto ia a sua direção.

Ela estava sentada sobre minha mesa de atendimento. Arranquei um beijo com minhas mãos correndo em sua nuca e pescoço. Logo mordi sua orelha e deslizei a língua na pele do pescoço moreno. Mauricio se juntou a nós e começou a tirar sua roupa e a dela. Os seios logo despontaram e tocaram meu peito. Tirei minha camisa para senti-los tocando minha pele.

Já que o momento era oportuno e único, fizemos o que deveria ser feito: levamos ela para a sala de leitura. Deitada nos almofadões começamos a chupá-la de todo o jeito. Eu nos seios e ele no sexo de nossa colega vadia.

– Eu também quero chupar. Deixa-me chupar?

Mauricio já despido, colocou seu membro na boca da safada. Ela engolia tudo com uma fome voraz. Eu desci e comecei a beijar aquele cálice. Minha língua explorava os lábios grossos e escuros de seu sexo. Ele já estava derramando seu mel em minha boca. Enquanto ela chupava Mauricio, comecei a penetrá-la. Foi uma surpresa. Deu um pequeno grito quando sentiu meu grosso volume a invadindo. Enfiava fundo e ela chupava com mais gosto o meu amigo.

Estava tão gostoso. Não queria parar de meter tudo o que tinha, mas Mauricio também queria senti-la.

– Venham os dois.

– Ela disse isso? Perguntamos-nos.

Mauricio escolheu ficar onde eu estava. A garota sentou nele para cavalgar, mas não dei tempo. Abri sua bundinha gostosa e comecei a penetrar na mesma sintonia que Mauricio. Gemia muito, gemia alto. Seus seios pulavam para cima e para baixo. Parecia que ia ter um ataque. O coração acelerado com dois membros dentro dela…

Lembro-me de um dos gritos:

– Pode colocar… Sem dó nem piedade. Vai…

Fui o primeiro a gozar… Gozei tanto que escorreu por entre sua bunda. Mauricio que ainda metia.

Ele disse alucinado:

– To gozando. To gozando.

– Goza vai… Goza… – ela respondia.

Com um urro Mauricio gozou tudo o que tinha e mais um pouco. Ela não segurou o grito. Saiu de cima dele e desabou nas almofadas com as pernas abertas.

– O que foi? – Perguntei.

– Tá realmente quente aqui dentro – falou com a mão em seu cálice.

Voltamos a limpar a biblioteca. Não resistimos e começamos tudo de novo. Agora um de cada vez, enquanto ela se inclinava sobre as estantes. Um dia para nenhum dos dois esquecer…

Autoria: Marcos Paulo H.

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