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Quando ela chegou à empresa, a primeira coisa que fez quando se sentou em sua sala foi ligar para mim. Queria saber se eu já havia chegado. Eu ainda estava no elevador. Fiquei até preocupado, o tom da voz dela não era bom, mas não deveria me intrometer nisso, só havia a conhecido apenas há três meses. Funcionária nova na empresa, certo que fizemos amizade bem rápida, mas nada que chegasse a ser tão intimo a ponto de ser seu confidente. No final da ligação ela me perguntou se eu poderia passar na sala dela antes de ir para a minha.

Pegue um café e fui direto a sua sala. Ela estava com um semblante tenso, parecia que não havia dormido na noite passada. Porém somente o rosto estava abatido, pois seu corpo escultural estava perfeito, vestido justo vermelho, sapatos de salto alto vermelhos, uma bolsa vermelha em cima da mesa e unhas lindas, também vermelhas. Não sei como, mas eu conseguia reparar esses detalhes, mesmo estando tenso pela situação e sem saber o que estava por vir.

Sentada em sua cadeira, pediu para que me aproximasse, deu-me um longo abraço, pude sentir seu corpo colado ao meu pela primeira vez. O cheiro de seus cabelos, seus braços longos e finos me envolvendo, o batimento do seu coração. Eu estava em transe, que só foi quebrado pelo soluço que veio do seu peito. Estava chorando, não tinha nem trinta segundos ali na sala e ela já chorava em meus braços. Não sabia bem como me encaixar nesta situação, a única certeza que tinha era que, eu já poderia me sentir com certo grau de importância em sua vida.

Tentei acalma-la, na verdade queria saber o que estava acontecendo e para isso acontecer, primeiro, teria que fazê-la parar de chorar, depois, fazê-la falar. Aos poucos ela foi se acalmando, deixando de soluçar. Até as lágrimas deixaram de escorrer pelo seu rosto.

Sentamos para conversar. Então soube qual era o motivo de todo o choro. Um namorado que eu nem sabia da existência havia terminado por telefone com ela. Mesmo vendo seu sofrimento, não conseguia parar de pensar em obscenidades. Não pude deixar de notar que por baixo daquele lindo vestido ela estava sem sutiã. Os bicos dos seios ouriçados denunciavam sua excitação. Acho que meus olhos também me denunciaram, pois ela de vez em quando tocava nos seios como se quisessem protegê-la de mim.

Pensei que poderíamos transar ali mesmo, no chão de mármore, depois encima da mesa, no sofá do cantinho da sala. A porta já estava trancada, seria ótimo. Desde que ela entrou na empresa que a desejava. Não só pelo corpo, mas por como se veste, como anda como toma café e deixa a marca de batom no copo descartável.

Por mais respeito que houvesse, não teria como não desejar essa mulher seria um pecado não pecar por ela.

Hoje em especial, ela estar muito mais atraente. Estar indefesa, choramingando. Tenho o maior tesão por mulher choramingando, pedindo colo. Com a boquinha vermelha, os olhos ainda com lágrimas. Uma presa indefesa. Mas não posso fazer nada. Ela estar se lamentando sobre o namorado, quer dizer, ex. Seria uma chance? Estaria eu perdendo uma oportunidade ímpar?

Depois de concordar com tudo que ela disse, mesmo não ouvindo a metade, segurei em sua mão. Tentei-lhe passar segurança, mostrar que eu estaria ali para qualquer situação. E que realmente ele não a merecia, pois além dela ser uma mulher espetacular em todos os sentidos, ele não era homem para romper com ela pessoalmente. E terminou fazendo um papel deste, terminando por telefone.

Depois do silêncio, até eu mesmo me surpreendi com minha audácia. Ela me fitou nos olhos. Já não havia lágrimas, existia sim um olhar de admiração, de surpresa e talvez até desejo.

Não havia mais o que dizer. E não dissemos, o que houve a partir daí foi uma mistura de fogo, gelo, ansiedade, temor em sermos descobertos, tesão, suspiros, sensações gostosas que invadiam nossos corpos.

Já passava das oito horas, a empresa já estava a todo vapor, apenas eu e ela, dentro daquela sala, como se ali fosse nosso mundo. Estávamos em nosso domínio. Mesmo com o telefone a tocar sem parar, mesmo com vários e-mails chegando a todo tempo. Estávamos entregues um ao outro. Queríamos matar nossa sede, beber na fonte do desejo, entrelaçar nossos corpos sem pudor, sem limites.

Quando fui aos poucos baixando seu vestido, tive a sensação que estava entrando em uma espécie de câmara secreta que guardava um tesouro incalculável. Fui descobrindo bem devagarzinho aquelas terras tão preciosa para mim. Quando o vestido desceu até o tornozelo, pude ver o quanto era bela, o quanto era formidável, o quanto eu precisava estar nele, precisava me inebriar com teu cheiro, com teu sabor. Teus seios continuam rígidos, como estavam durante nossa conversa, só que agora estavam em minha boca, agora enquanto sugava-o, ouvia ao invés de choro, um gemido sufocado, suas unhas vermelhas assanharem meu cabelo, apertar minha nuca.

O mármore estava gelado, mas o calor dos nossos corpos era muito maior. Quando entrei em sua fenda, alcancei algo inexplicável. Com as calças até o joelho, entre passos que o tempo todo passava pelo corredor, encontrei meu lugar dentro dela. Meus movimentos de vai e vem, transmitia a ela minha força, meu querer. Com as pernas bem abertas e dobradas, ela me aceitava. Deixava com que eu a possuísse até o fim, suando, com a boca seca, respiração descompassada, com a ansiedade de cada vez mais.

Quando ela cravou suas unhas com uma força que pareceu querer me rasgar a carne, tive a certeza do seu gozo. Olhos serrados, travando as pernas, quase morrendo, pedindo para que gozasse junto com ela. Seu pedido foi uma ordem. Deixei tudo escorrer para dentro dela. Sentir como se minhas forças estivessem indo para suas entranhas. Apenas fechei os olhos e fui esvaindo-me para ela.

Às dez horas voltamos à realidade. Tínhamos uma reunião bem ali, naquela sala, com toda a diretoria. Durante a reunião nossos olhares se cruzaram o tempo todo. O que mais era gostoso era saber que naquele momento parte de mim estava nela e parte dela estava em mim.

Autoria: Conto erótico enviado por Luis Carlos Rosa
Fonte Imagem de Capa: Reprodução / Facebook

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