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Entrei num metrô lotado em São Paulo e ele veio logo atrás. Sobre meu vestido preto e curto, senti sua mão pousar levemente na minha bunda e vagarosamente procurar pelos meus contornos. Como era de se esperar, eu estava sem calcinha.

A mão dele seguiu diretamente ao meio das minhas nádegas, afundando-se entre elas com certa força e até levantando-me um pouco. Fiquei quieta, sem fazer absolutamente nada a não ser esperar os próximos acontecimentos.

Diante da minha inércia, ele se encostou ao meu corpo e pressionou contra o meu, aproveitando o aglomerado de pessoas a nossa volta. Não foi difícil perceber que ele estava excitado.

Aquilo tudo estava me excitando. Fiquei parada e deixei rolar… Ele se esfregava na minha bunda de um jeito que eu sentia seu membro duro praticamente entrando nas minhas nádegas. Não olhava para trás para não levantar suspeitas ou curiosidades. Faz de conta que eu estava alheia à situação.

Pelo reflexo no vidro da janela, via sua cabeça raspada, óculos escuros e um cavanhaque bem feito. Sem falar no volume entre as pernas… Não dava para ver ali, mas sabia que era muito gostoso.

O metrô continuava o percurso e em cada estação, mais pessoas entravam e o espaço tornava-se cada vez mais apertado. Ao mesmo tempo, sentia aquele membro quente e duro se esfregando e eu adorava! É isso mesmo! Eu estava adorando aquela situação. Vi pelo vidro a cara dele de satisfação. Sorria por trás daqueles óculos…

Eu já estava muito molhada, quando senti as mãos dele segurando-me pela cintura e me puxando ao encontro dele finalmente. Fiz questão de cooperar e empinei o meu bumbum. Como estávamos em um cantinho, ele meteu sua mão entre as minhas pernas e começou a me masturbar discretamente. Deve ter percebido na hora o quanto eu estava molhada… Eu coloquei minha bolsa de lado para disfarçar os movimentos.

Minhas pernas tremiam, mas ele não parava. Coloquei minha mão por cima da dele que segurava a minha cintura, para ele perceber que eu estava gostando.

Ele aproximou-se do meu ouvido e falou bem baixinho:
– Vai gostosa… Aproveita meus dedos agora que depois vai gozar na minha boca. Na próxima estação você desce bem quietinha e vem comigo. Não me olha, não me pergunta nada, só me acompanha.

A respiração dele estava cada vez mais forte. Ele me abraçou por trás. O metrô parou na estação e eu desembarquei, sem falar nada. Fui andando para o outro lado da estação, com as pernas tremendo, com o coração disparado e ele logo atrás de mim.

Nas escadas rolantes, subi alguns degraus na frente dele para que pudesse me ver por trás. Olhei de leve e vi um sorriso lindo me comendo em silêncio.

Entramos no quarto do hotel completamente excitados com esta cena. Adoro me fazer de vadia para meu homem… E ele adora ser um estranho pra mim em público. Foi o tempo de ele baixar a calça rapidamente e colocar seu pau pra fora.

Fiz aquilo que mais amo fazer nele: garganta profunda! Engolir cada centímetro daquele mastro me dá o maior prazer deste mundo. Ele segura pelos meus cabelos e força cada vez mais na minha boca. Me deixa louca!

Depois levanta aquele vestidinho fajuto e desliza direto pra dentro de mim, socando forte, com urgência, gemendo alto junto comigo. O tesão é muito grande! Não dá pra aguentar muito tempo…

Ele ainda avisa “vou gozar”… O sinal que eu devo me ajoelhar em sua frente, ficar de boca aberta, pronta pra receber seu leite morno, vindo de jatos fortes e intensos. Fico inundada pelo seu prazer. Não sobra nenhuma gota.

Depois nos abraçamos e rimos… Mais uma fantasia realizada na frente de todo mundo, sem ninguém saber. Uma cumplicidade sem igual. Se existe limites para a imaginação, nós somos dois que adoramos atravessar fronteiras…

Conto enviado por seguidora anônima.

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