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Madrugada… Ellen acabara de chegar de uma festa; estava linda, como sempre! Saiu com um vestido preto, justíssimo, que encurtava a cada passo que dava. Maldito vestido! Deu trabalho a noite toda! Ressaltava suas curvas e não havia homem que não olhasse com desejo para ela. Cá pra nós, ela fez isso de propósito, pois gostava de ser desejada ao extremo! Era praticamente um fetiche secreto: exibir-se… A noite foi boa! Mas quem ela queria mesmo já estava acompanhado.

Tirou os saltos, sentiu o chão gelado sob seus pés. Começou a subir lentamente as escadas do prédio em que morava. Lembrou-se de seu vizinho… Ele estava na tal festa. Fingiu que não tinha visto, mas ele a observava feito um lobo pronto pra caçada! Sentia a pele queimar cada vez que notava que ela a olhava.

Ele era um tesão de homem! Tinha uma barba cerrada, bonita e que emoldurava aquele sorriso lindo. Moço alto, peludo, forte e com cara de macho! A vontade era de beijá-lo ali mesmo, na frente de todo mundo, mas ele tinha uma namoradinha ciumenta pra caramba. Na medida do possível, trocaram olhares furtivos, mas nada além disso. A marcação dela era grande. Depois não o viu mais… Deve ter ido embora com a fulaninha.

A festa perdeu a graça!

Voltando à realidade, elevador estava estragado, o jeito era enfrentar os degraus. Começou a procurar suas chaves em sua bolsa, quando de repente, escutou um barulho atrás de si. Estranho… parecia ter ouvido passos. Parou por um momento e permaneceu quieta. Sentiu o coração bater mais forte.

Entre as escadas, viu um vulto se aproximar rapidamente. Estava muito escuro, não conseguiu ver quem era. Aliás, nem deu tempo de fugir! Um homem a agarrou por trás e tapou sua boca. Não podia gritar por socorro. O pânico tomou conta de seu corpo, sua mente, suas palavras… Estava completamente sem ação, de pernas bambas. Tremia! Encostou-a em uma parede, ainda nas escadas. Que ele vai fazer comigo? pensou.

Ele estava nervoso, respirava com dificuldade, visivelmente ofegante. Enfiou a mão por dentro do vestido e Ellen sentiu o toque quente dos seus dedos apalpando e apertando o biquinho de seus seios. Ele apenas sussurrou para ficar quieta!

Quando ele falou, ela já sabia quem era. Aquele cheiro era muito familiar… Ela sentia aquele perfume quase todos os dias dentro do elevador, depois que ele entrava. Seu vizinho barbudo estava ali, diante dela.  Toda a tensão acabou se transformando em tesão. Ele ficou um bom tempo por ali, amassando seus seios. E ela deixou… Deslizou a mão para suas coxas, ergueu o vestido num movimento muito rápido. Estava totalmente exposta a ele e naõ fazia a menor questão de reagir. Eles já se paqueravam há muito tempo e isto era só uma questão de tempo para acontecer.

Ele arrancou sua calcinha num gesto muito rápido. Sua pele ardeu com aquele golpe. E logo sentiu os dedos dele enfiarem em seu sexo… molhado! Ele era enorme! Até os dedos eram grandes para uma garota tão pequena quanto Ellen. “A gente sabia que isto ia acontecer mais cedo ou mais tarde” disse entre os dentes.

Penetrou dois, três dedos de uma vez num vai-e-vem enlouquecedor. Tirou os dedos dela e colocou na sua boca, para que provasse do seu gosto. Não acreditava que estava ficando excitada com tudo aquilo! Deveria estar louca! Abriu levemente as pernas para senti-lo. Ele percebeu.

Ele encaixou-se nela, roçando seu membro rijo… Sentiu o corpo dele colado ao seu. Sua ereção parecia ferro! Ele abriu a calça e colocou seu membro para fora… Esfregou, esfregou, dava pra sentir que ele já estava todo lambuzado. Até que tirou a mão de sua boca e lhe deu um beijo quente, molhado, daqueles de puro tesão!

– Ellen, você me deixa louco! Louco! – sussurrou ao seu ouvido.

Ouvir a voz dele era tudo o que ela queria!

– Só eu sei o quanto você me atiçou ao desfilar com este vestido naquela festa! Precisava te foder…

Segurou suas pernas e a suspendeu, pressionando contra a parede. E a penetrou com força, sem pedir licença alguma… E nem precisava mesmo, ela já o aguardava com seu sexo totalmente úmido e quente. Gemeu baixinho… não estava nem aí se os vizinhos poderiam ouvir! Se esfregou em sua barba e mordeu seu pescoço. Ainda que tivesse dona, desejava aquele homem com todas as suas forças!

Ele ofegava em seu ouvido… E metia cada vez mais, deslizando gostoso dentro dela… Os seios de Ellen balançavam a cada arremetida dele. Isso o deixava louco de tesão. Abaixou um pouco a cabeça para chupá-los, enquanto continuava dentro dela sentindo suas contrações. Que sensação maravilhosa! Queria ir cada vez mais fundo…

Ele estava a ponto de gozar a qualquer momento! Ellen percebeu e ajoelhou-se diante dele. Deu leves mordiscadas  e passou a lingua em cada centímetro daquele pau gostoso e curvado! Tentou abocanhar tudo de uma vez só, sugando cada pedaço dele. Começou a alternar sua boca quente e suas mãos, fazendo-o subir pelas paredes de tanto tesão!

Não demorou muito e o gozo jorrou abundante na boca de Ellen. Em êxtase total, totalmente anestesiado, deixou escapar um gemido de prazer entre os dentes. Precisou apoiar-se na parede…Adrenalina a mil! Mesmo na penumbra, dava pra ver o olhar de cumplicidade entre os dois. Sorriram. Não precisavam dizer mais nada, o desejo falou mais alto.

– Quem está ai? – a voz do porteiro vindo lá debaixo quebra o silêncio e o momento mágico! Ele começa a subir as escadas para verificar o que está acontecendo.

Num impulso, os dois sobem, às pressas, para o apartamento de Ellen. Nervosismo total para achar a chave dentro da bolsa! Entram correndo, rindo de toda aquela situação…Por pouco não são flagrados na hora do sexo.

Fizeram amor novamente, desta vez na cama, no chão, no sofá… No dia seguinte, ele encontra uma calcinha rasgada no corredor. Ali está a deliciosa lembrança de que o pecado mora ao lado. Literalmente.

Conto Erótico escrito por Alessandra A. 

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