Nem toda transa começa com pressa. Algumas começam com um olhar diferente, uma cerveja na mão… e uma vontade clara de ir direto ao ponto sem rodeios e sem desculpas. Vamos ao conto:
Tem dia que a mulher está a fim de dar. Tem dia que ela quer apenas transar. Mas o mais gostoso é quando ela está a fim de dar. Dar com gosto.
Eu estava em casa à noite, no computador, com as crianças dormindo no quarto. Ela chegou da rua cansada. Tinha acabado de entregar um trabalho da pós-graduação.
Essas situações são as melhores. A sensação de alívio pela tarefa cumprida e, ao mesmo tempo, uma espécie de agradecimento pela compreensão. Também pelo meu cuidado dobrado com as crianças e com as tarefas domésticas nas últimas semanas, por conta da dedicação dela à pós.
Naquela noite, ela chegou com um olhar diferente. Estava com cara de safada. Mal entrou e já perguntou:
— Tem cerveja em casa?
Não havia.
— Então vou comprar e já volto. – Senti ali uma certa urgência, um clima de sexo no ar e já fiquei de pau duro. Eu não podia perder essa oportunidade!
Foi até um bar ali perto e voltou com algumas latinhas. Já veio abrindo uma, deu um gole e me entregou para segurar, enquanto se ajoelhava na minha frente, onde eu estava sentado.
Olhou rapidamente para mim e foi abrindo o zíper da minha calça. Era exatamente isso que eu estava dizendo sobre a vontade de dar.
Tirou meu membro para fora e começou a chupar. Sem afobação, mas de maneira decidida.
— Hummm… estava com saudade de você.
E foi continuando, sem pressa. Deixava entrar fundo, até a garganta, e depois subia deslizando a língua por baixo. Mas a pressa, naquele momento, era minha. Se continuasse assim por muito tempo, eu não ia aguentar.
Fazia alguns dias que a gente não transava, por conta da correria da pós dela. Logo eu iria gozar ali mesmo, na boca dela. E seria daqueles dias de gozo farto.
Mas minha mulher tinha outros planos.
Entre uma chupada e outra, tomou mais um gole de cerveja e perguntou:
— Quer brincar na parte de trás? Hoje você pode escolher a posição para me comer daquele jeito que você gosta.
Hummm… proposta irrecusável. Tenho uma verdadeira paixão por sexo anal. Nâo precisa dizer que fiquei louco com essa ideia e já comecei os ‘preparativos’.
Ficamos em pé. Virei ela de costas e a abracei por trás, tocando aquela bunda deliciosa onde logo entraria.
Tirei a roupa dela e pedi para que ficasse de quatro na beirada do sofá. Fui até o quarto buscar o gel lubrificante. A casa estava mergulhada no mais completo silêncio. Quando voltei, ela já estava ali, completamente nua, de quatro e se oferecendo para mim.
Abaixei e comecei a lamber sua bunda, até me concentrar no ponto principal, enfiando a língua o máximo que conseguia. Deixei bem lambuzado o caminho estreito por onde eu entraria dali a pouco.
Não demorou muito e ela já pediu:
— Mete.
Ela estava louca pra dar… Passei o gel e fui subindo até perto do ouvido dela. Perguntei baixinho, só para ouvir a resposta:
— O que você quer?
— Quero você dentro de mim.
Que delícia ouvir isso. Perguntei de novo:
— Como assim?
Nessa hora, a ponta já estava posicionada na entrada… o destino já era certo.
— Enfia logo, por favor.
Hummm… Passei mais gel para facilitar e fui entrando devagar. Ela rebolava lentamente, como se quisesse sentir cada milímetro.
Até que ficou completamente encaixado, bem no fundo. Senti meu pau sendo engolido e apertado lentamente com seu cuzinho gostoso. Que sensação maravilhosa!!
Fiquei um tempo ali parado sentido isso e depois comecei com movimentos leves, como se quisesse garantir que estava tudo no lugar. Alcancei a frente do corpo dela com a mão e comecei a acariciar seu clitóris.
Ela gemeu mais alto ao sentir o toque… e aquilo só aumentava o prazer de ver a reação dela.
Aumentei a intensidade das estocadas, tirando metade para fora e voltando com força até o fundo. O ritmo foi ficando mais intenso, mais descontrolado…
Demorei o máximo que eu pude. Estava gostoso demais. Mudamos de posição algumas vezes. Tudo o que eu queria era meter naquele cu gostoso sem parar. Ela estava extremamente putona naquela noite, me olhava com cara de devoradora. Eu amei isso!!
Não aguentei e cheguei ao clímax. Como previsto, um gozo farto. Ao sentir meu corpo pulsando, ela contraiu tudo, projetando-se para frente, e depois relaxou lentamente.
Minha noite terminava de uma maneira espetacular. Como é bom comer uma mulher que está a fim de dar.
Conto erótico enviado por seguidor anônimo.
Nossa opinião: A excitação nesse tipo de dinâmica muitas vezes está ligada ao contexto emocional: tensão acumulada, rotina intensa e a sensação de “liberação” depois de um período de foco e responsabilidade. Por isso o sexo anal fica melhor ainda para ambos quando há desejo genuíno da experiência (e produtos adequados para que a relação seja mais confortável, não é mesmo?)
Delícia de história!! Lembrando que este conto foi compartilhado de forma anônima para preservar a identidade de quem viveu cada momento.
Se esse conto te pegou do jeito certo, tem mais te esperando.
Leia também: O Outro Lado da Moeda: uma história onde o ponto de vista muda, mas o desejo continua no controle.
Aqui, cada história é um convite. E a próxima pode ser a sua.



