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Há algum tempo pratico a inversão, pois gosto muito de possuir um homem, desde que ele também queira, é claro!

Hoje vou contar uma de minhas experiências, que sei não é nada usual.

Vou ser sincera: gosto quando o homem vem me servir. Adoro homem submisso. Estas  minhas vontades provavelmente são frutos de ter sido muito refreada na adolescência.

Minha criação e educação foi baseada em tudo o que era muito picante era coisa de  vadia. Cresci, mudei muitos conceitos, aprendi e hoje se alguém disser que isso é coisa de mulher safada, concordo que sou.

E muito!

Numa destas minhas descobertas conheci um cara lindo e extremamente sexy. Ele era muito bom de cama, o que fez com que liberasse a ninfomaníaca dentro de mim.

Claro que também fez eu me liberar mais a ponto de fazer alguns convites ordinários…

Ele acabou me ensinando muita coisa, me deu liberdade para exercitar minhas vontades e desejos. Nossos encontros eram de puro prazer, divertimento, tesão e liberdade.

Depois de um tempo de relacionamento, sem apegos e com mais intimidade, ele começou a insistir para fazermos sexo anal.

Até sou adepta da prática, porém gosto que a submissão venha do outro lado. Não iria me entregar sem luta. Eu disse que liberaria, se ele fizesse o mesmo.

No início ele se esquivou, fez ar de indiferente e cara de paisagem. Mas a dica foi lançada. Não contei que ele não era meu primeiro. Eu já tinha feito sexo anal com strap -on outras vezes.

Com o tempo  ele passou a fazer perguntas sobre o que eu achava do assunto e como eu me sentiria. Se seria bom para mim…

Verdade seja dita que eu adorava ter a ideia dele de quatro, submisso a mim e eu ali como um cavalo selvagem dominando-o sem dó.

Eu já sabia que isso causa um grande prazer aos homens, pois muitos deles não falam, tampouco assumem. Mas também sei que a curiosidade é grande. Mais cedo ou mais tarde, ele iria cair na minha rede…

Como eu esperava, certo dia ele “liberou”. Disse que queria e deixava, não iria mostrar “resistência” e marcamos o encontro especificamente para isto.

Empolgada com a ideia, comprei um strap-on de um tamanho satisfatório para nós dois e um lubrificante. Depois mandei uma mensagem no Whats dele bem sacana  junto com uma foto dos produtos.

Ele ficou excitado com a ideia, apesar do medo da penetração. Creio que deve ser este o mesmo “medo” que as mulheres experimentam quando o cara diz que quer comer o cu. Quando as histórias se invertem é que eles devem entender o verdadeiro sentido da frase “ir com calma e paciência”.

No dia estipulado estávamos com o tesão a flor da pele! Eu virada numa dominadora e ele, no meu “bichinho de estimação”.

Caprichei tanto no sexo oral que quase fiz ele gozar na minha boca! Quando via que ele estava prestes a explodir, simplesmente parava e deixava ele delirando de prazer.

Aos poucos fui me aproximando da zona proibida. Como era a primeira vez dele, enfiei a língua de maneira suave, fazendo movimentos circulares e provocantes. Ele se contorcia de prazer na minha boca.

Ele estava experimentando pela primeira vez o tal “beijo grego”…

Ao mesmo tempo em que beijava e lambia, minhas mãos batiam uma gostosa punheta nele. Seu prazer era agora frente e verso, literalmente!

Depois lambuzei meus dedos com muito lubrificante. Ainda bem que comprei um que tinha sabor também, aí fica gostoso pra mim e confortável pra ele.

Com uma das mãos, fui penetrando meus dedos lentamente nele. Adorou e ainda levantou a bundinha para eu fazer mais. Com a outra mão, lubrifiquei a cinta que eu usava.

Dentro de mim me sentia a mulher mais poderosa do mundo. O tesão que senti nisso é algo inexplicável, o fato de poder dominar e estar no comando é algo de total êxtase para mim.

Aos poucos fui penetrando nele, sempre com calma pois sei que a região precisa estar completamente relaxada para ter prazer. Houve momentos em que parei diversas vezes para que ele pudesse se acostumar com o tamanho do strap on.

Quando ele se permitiu totalmente, pude me realizar enfiando nele com toda a vontade que podia! Finalmente ele entendeu por que esta prática é tão prazerosa e proibida!

Fizemos um anal maravilhoso. Ele se tocava com força e tesão! Percebi que estava além do seu estado normal, diferente das últimas vezes que saímos. Estava mais entregue ao momento!

Ele gozou muito! Seu gozo jorrou alto, lambuzou a cama. Entre suor, desejo e cansaço ele me confessou que nunca tinha tido uma experiência tão intensa quanto esta.

Nos encontramos mais uma vez e desta vez fiz o prometido: desta vez era eu que seria a passiva. Percebi que ele aprendeu muito depois da última vez. Demonstrou ser mais carinhoso e se deteve bastante nas preliminares, o que eu adorei muito.

Ele se colocou no meu lugar e entendeu o outro lado da moeda. Neste dia, em nenhum momento toquei em sua bunda.

Desta vez eu era dele. Totalmente!

Conto erótico enviado por uma seguidor anônima.

Curtiu este conto? Então fica aqui conosco que eu separei mais uma história bem interessante para você! Dê uma espiada neste: Minha Menina.

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