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Manhã de segunda feira… Como todas as outras manhãs deste dia, em qualquer parte do mundo, chego a dizer que em qualquer século da breve história da humanidade: chata! Sim, desde que inventaram a chatice, a segunda feira já estava sendo gestada e não sabiam.

Ali estava eu, me levantando após uma noite de domingo de muito trabalho. Fui escalado para trabalhar no hospital justamente no fim de semana, findou-se minha alegria. Fui ao banheiro, escovei meus dentes, tomei um bom banho, a água caia na minha pele e me fazia lembrar-se do dia em que transei com minha colega no banheiro do hospital. Logo fiquei excitado.

Assim que sai do banho e me escondi sob o algodão da toalha liguei o PC e torci por minha net estar com bom humor. Acessei esses sites de bate papo, mas era segunda feira, quem estaria numa sala de sexo a fim de umas aventuras no webcam? Ninguém, exceto eu.

Apelei para os vídeos pornôs, os amadores, odeio os falsos gemidos dos filmes profissionais e as imagens extremamente nítidas de sua filmagem. Gosto do real! Estava assistindo um filme caseiro quando bateram em minha porta. De bermuda estava, assim fiquei e fui atender.  Era uma vizinha minha, que sai de porta em porta, vendendo e distribuindo revistas não importa a hora do dia. E que há tempos eu estava de olho interessado…. Pois bem, eu fiquei corado, que vergonha, como poderia ficar daquele jeito na frente dela?

Mentira, fiquei mais excitado, ela vestia uma saia longa e preta, meu fetiche. Blusa branca com um leve decote que animaria até o Diabo. Convidei-a para entrar com um sorriso. Disse que ia me vestir, mas fui ao quarto e peguei meu short de jogar futebol, sem cueca, claro! Voltei e ela estava sentada na sala, olhos fixos no vídeo e nos gemidos, apertava os lábios com seus dentes. Quando me viu perguntou se eu gostava daquilo.

– Dos vídeos? – perguntei;

– Não, dessa posição. Assim… – meio corada, mas com gana nos olhos – Ficar por trás e penetrar?

– Sim, adoro! Não me vai dizer que é pecado?

Meus ouvidos se negavam a acreditar que ela tinha dito aquilo, mas meus olhos percebiam sua vontade de extrapolar e meu corpo sentia a vibração que abalava a atmosfera em minha sala. Era o corpo de minha visita que vibrava sob a saia.

– Não sei se é. Sei que também gosto… E começamos a conversar sobre vários assuntos, menos das revistas que ela estava vendendo. Acho que ela estava a fim de outras coisas…

De repente, foi se levantando e veio em minha direção.

– Sabe, faz alguns meses que não sei o que é isso… Nossa como tenho saudades… Se eu pecar, peço perdão, e esse seu volume ai no seu short ta querendo algo mais que minhas revistas.

– Ta sim… – nem podia acreditar homem de pouca fé!

– Calor não é? – desceu a alça da blusa. (meu Deus, ela não usava sutiã! Que seios lindos!).

Tirou a saia, sentou no meu colo apenas de calcinha, pegou o mouse e voltou o vídeo.

– Eu gosto assim – disse enquanto o casal fazia sexo oral um no outro. Entendi a mensagem. A levantei e tirei sua calcinha. Deixei-a com as pernas abertas e sentada na minha cadeira. Comecei a beijar os seios perfeitos. Minha língua não deixava um milímetro em branco, devorava cada pedaço deles. Minhas mãos visitavam seu cálice de mel. Nossas bocas se mordiam, ela cravou suas unhas em minhas costas enquanto gemia em meu ouvido. Foi o Aiiii… Hummm mais gostoso que tinha visto.

Ela arrancou meu short, sentada como estava começou a explorar meu membro… que língua…quente como a água de meu chuveiro. Quando estava totalmente rígido, ela levou seus dois dedos até onde eu deveria ir… fui com a boca inicialmente…não era vinho, mas era o melhor mel que provara… Cálice rosado e delicioso ela possuía entre suas pernas grossas e bem torneadas. Minha língua não se cansou de entrar e sair dela.  Virei seu corpo e disse:

– É assim que eu gosto – dei uma forte tapa em sua bunda e comecei a penetrar naquele cantinho gostoso. Ela não parava de gemer… Pedia que fosse mais forte, queria mais tapas… seria uma espécie de penitência enquanto pecava? Não sei. Sei que enfiei tudo o que podia, mais um pouco e estaria completamente em seu ventre.

Ela rebolava como rebolava. Seus cabelos soltos caiam sobre os ombros e costas. Dei uma volta neles em meu punho direito… estiquei para trás. Ela sentiu o momento…

– Pode gozar meu cachorro, goza ai dentro, vai…

Meti mais uma…duas…três e…aaaaiiiii…

– Que mel quentinho amor! Que delicia… Muito gostoso… Deixa-me lamber as bordas.

Veio com sua boca e me “enxugou”. Não acreditava no que tinha acabado de acontecer… Ela parecia tão santinha! Não tardou, vestiu a roupa, pegou seu material, olhou para mim e disse:

– Perdoe-me por este pecado e por esta manhã profana. E a mim, pois a carne é fraca.

Saiu e depois disso nunca mais a vi. Na verdade a vi sim, na internet, em um vídeo amador gravado meses após nosso encontro.

Autoria: Hopkins – 07/07/2013

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