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Ela morava sozinha num prédio alto no centro da cidade.

Era uma quente tarde de quinta-feira, dia exaustivo.  Chega cansada do trabalho e logo abre a janela para arejar o ambiente. Só então tira a roupa e se prepara para um banho gelado. Depois de um dia exaustivo, tudo o que mais quer é relaxar.

Após uma boa ducha, desfila pelo quarto completamente nua, com a toalha enrolada nos cabelos úmidos… Adora andar assim pela casa, pois lhe dá uma sensação única de liberdade. Afinal, não tem que dar satisfação pra ninguém mesmo…

Começa organizar algumas coisas. Tanta coisa para arrumar! A casa está levemente bagunçada… De repente, algo faz ela olhar pela janela. Só agora ela percebe e se assusta com a cena. No prédio vizinho, do outro lado da rua, avista um homem se masturbando disfarçadamente janela do seu apartamento. Com certeza está olhando para ela! (Sim, ele está! Até sorriu sarcasticamente pra ela!)

Só então se dá conta de que está nua! Um misto de pânico e excitação toma conta do seu corpo e ela simplesmente não sabe o que fazer. Fica parada, pelada no meio do quarto olhando para aquele estranho que a admira do outro lado da rua. Num ato inconsciente, escondeu os seios com as mãos e percebeu que o homem aumentou mais ainda o movimento da mão… Estava se masturbando forte. Então o medo deu lugar para o tesão! Poderia fazer cara de aborrecida e fechar a cortina rapidamente, mas não fez nada disso.

Maliciosa, passou a fingir que não estava vendo e continuou organizando suas coisas no quarto. O fato de estar sendo observada deixou-a com vontade de sexo. Isso nunca tinha lhe acontecido antes. Discretamente dava algumas espiadas pela janela para conferir enquanto o homem se acabava naquele membro enorme… Sim, dava pra ver de longe que o cara era bem dotado! Aquele jogo estava deixando ela toda molhada. Os dois estavam fazendo de conta que nada estava acontecendo…

Até que a vizinha se joga numa poltrona perto da cama e abre as pernas, como quem está extremamente cansada. Pega despretensiosamente uma revista para “ler”. Na verdade, queria mostrar seu sexo liso, depilado, aberto. Neste momento, ela o vê se estremecendo aos poucos e se apoiando na porta da sacada… Provavelmente estava gozando! Que cena deliciosa de ver! Ela tocou seu sexo bem leve e sentiu a ponta dos dedos completamente úmida.

Naqueles segundos que pareciam uma eternidade, os dois se observavam feito caça e caçador. Ela não deixou transparecer medo nem repulsa, pelo contrário, demonstrou ter gostado do que viu. Aproximou-se da janela, deixou que a luz tênue da noite iluminasse suas formas e fechou a cortina de maneira inesperada, como quem diz “Agora chega!”. Foi dormir completamente excitada com aquela lembrança. Tocou-se muito forte antes de dormir pensando naquele homem e naquele mastro. “Nossa, ele deve ser uma delícia”, pensou.

Nos dias que se seguiram, era como se tivessem combinado algo. Todos os dias eles brincavam à distância. Ele, na sua tara de espiar a moça do prédio em frente e ela no desejo secreto de se exibir nua para um estranho. Um jogo fetichista silencioso… Somente os dois sabiam.

Já não precisavam mais de cerimônias. No horário dela chegar a casa, ele já aguardava ansioso na sacada, sem camisa, com calça folgada. Ficava estrategicamente posicionado para que a vizinhança mais atenta não desconfiasse daquele lance. Ela já chegava louca de vontade de tirar a roupa. No aconchego do seu quarto, deliciava-se em deitar na cama, se tocar e provocar ao máximo aquele vulto que batia gostosas punhetas em sua homenagem.

Virou vício! Desfilava nua, de calcinha, de camisola ou apenas de sutiã… Teve um dia que arriscou um pequeno passo de dança. Ele ria, se afastava um pouco da janela e baixava a calça, para que ela pudesse ver ele nu. Desse jeito os vizinhos não iriam desconfiar. Eram praticamente “ficantes”. Queria conhecer aquele homem de qualquer maneira, mas não iria dar o primeiro passo.

Um dia, ela chegou um pouco mais tarde do trabalho. Foi direto à janela, na esperança de ver o estranho à sua espreita, mas não avistou ninguém. Janela e cortinas fechadas diziam que ele não estava em casa. O desejo estava começando a arder entre as pernas. Isso a deixou inquieta.

Continuou com a janela aberta, gostava da ideia de se exibir… Já nem fazia questão de colocar uma roupa. Foi arrumar a casa… De repente a campainha toca. “Quem será a esta hora?” Veste um roupão e vai atender a porta.

Sentiu um frio na barriga ao se deparar com o vizinho do outro lado da rua! Um homem de olhar penetrante, barba por fazer, cheiro de macho… Era ainda mais sexy de perto! Deu uma olhada de norte a sul no rapaz. Estava com uma calça de moletom cinza. Estava evidente aquele membro enorme marcado na roupa. Suspirou um breve “ohh”…

– Não vai me convidar para entrar? – falou com uma voz grave.

Ela sorriu e, praticamente sem ação, deu lugar para ele passar. Parecia hipnotizada com a cena. Nenhuma palavra entre os dois. O silêncio pairou no ar, mas não era incômodo. De certa forma eles já se conheciam. Não houve medo, nem apresentações formais.

– Seja bem-vindo, vizinho! – falou sorrindo.

– Precisava te conhecer, minha vizinha! Tinha que ser hoje! – respondeu.

Aquilo era muito louco! Estava diante de um completo estranho e tudo podia acontecer! Um beijo molhado, carregado de tesão e desejo, gemidos e sussurros derrubaram suas suspeitas por terra… Aquelas mãos começaram a explorar seu corpo com urgência por baixo daquele roupão. Apesar de todos os alertas dando sinais de “pare, por favor,” ela rendeu-se às mordidas, lambidas e chupões daquele homem rude e desconhecido. Não deu tempo nem de perguntar o nome! Pra que? Agora eram apenas um voyeur e uma exibicionista que resolveram colocar em pratica um desejo secreto.

Deitou-a em cima da mesa da sala, abriu bem suas pernas e cheirou seu sexo, como se fosse um animal prestes a devorar sua presa. Seu sexo escorria de tanta vontade… Sua língua quente e habilidosa percorreu os caminhos mais improváveis de sua intimidade. Ele a chupava com maestria, sempre a olhando nos olhos. Não queria perder nenhuma reação. Ela gemia e se contorcia a cada toque. Sentia aquela barba roçar em sua pele, enquanto a língua fazia círculos e mil voltas em torno do clitóris. Implorava por mais…

– Como eu queria fazer isto em você, garota! – falou baixinho e a beijou na boca. (barba com cheiro de sexo!)

Ele só parou quando sentiu (e ouviu) ela gozar abundante em sua boca. Tremia de tesão em cima da mesa!  Ficou um tempo segurando ele pela cabeça, sentindo a língua ainda se mexer devagar depois daquele orgasmo. Após se recuperar, levou ele até sua cama, o palco de tantas exibições noturnas.

Sentada, pode admirar de perto aquele membro gostoso que tanto ela viu se esvair em gozo… Era realmente grande, grosso e um tanto curvado. Sentiu seu cheiro de macho, esfregou seu rosto em seu pau e chupou com voracidade! Que gosto bom! Ele puxou seus cabelos para trás e forçou um delicioso vai e vem. Ela não fazia movimento algum com a cabeça, apenas ele. Sentia o pau encostar na garganta na medida em que ele socava na boca. A saliva escorria pelos canto da boca.

Sem aguentar de tanto excitação, ela se deita na cama e puxa o estranho ao seu encontro. Abre as pernas e então os dois se encaixam perfeitamente num ritmo frenético de sexo, suor e dor… Palavras obscenas jogadas à toa, que nem os lençóis da cama atirados no chão. Cenário de luxúria e loucura de momento. Ele a penetra com força! E não para de meter nem um segundo…

Quando sente o orgasmo próximo, ele se afasta dela. Parecia combinado, como se ela soubesse o que ele iria fazer… Em pé, em cima da cama, ele se masturba na frente dela, do mesmo jeito que ficava na janela enquanto a observava. Ela se ajoelha diante dele e abre a boca, esperando… Mãos e dedos comandam a ação até seu gozo lambuzar seu rosto e sua boca com jatos fortes e rápidos.

Ainda na tensão do orgasmo, bate com o mastro ainda duro no seu rosto… Como se fosse um recado: “em seguida tem outra sessão de sexo nesta cama”. A noite foi pequena para tanto sexo!

Conto erótico enviado por seguidora anônima.

Masturbador

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