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Naquela sexta feira resolvi aceitar o convite do pessoal da empresa pra um Happy Hour depois do expediente. Fui de carona com minha amiga Cris. Chegamos primeiro que todos, pegamos uma mesa e aguardamos o resto do pessoal. Ela ficou me dizendo que queria “dar uns beijos” no “carinha” do almoxarifado, como o “fulano” era bonito, como o “ciclano” parecia ser gay já que nunca olhava pra nenhuma das meninas na empresa, e mesmo trabalhando lá ha três anos, nunca saiu com nem uma colega de trabalho.

Quarenta minutos depois ouvindo o que ela achava de todos os “caras” da empresa, finalmente o restante do pessoal chegou. Flávia do RH, Bruna da recepção, Fábio do setor de distribuição, Alberto do almoxarifado, Renato do setor de expedição, Aurélio nosso chefe, e ele, o “fulano” que ela achava ser gay, Henrique. Um moço bonito, simpático, dentes perfeitos e um sorriso charmoso, cabelos negros lisos que vez ou outra caiam sobre seus olhos e ele elegantemente os jogava para trás com a mão direita. E em meio à toda a conversa, risadas e batidas de mão na mesa, percebi que nossos olhos se cruzavam volta e meia, e ele sorria discretamente levantando a sobrancelha direita – aiiiiiii que charme!

Eu nunca havia reparado tanto assim no Henrique, trabalhávamos juntos. Minha mesa era ao lado da dele praticamente, mas nunca me dei ao trabalho de olhar mais atentamente. Ele era gato. Aquele tipo de homem que você não se recusa a beijar, não somente pela beleza mas, pela elegância tanto ao falar quanto ao andar.

Quando ele se levantou pra ir ao banheiro foi inevitável não acompanhá-lo com os olhos, andar firme, corpo esguio dentro daquela roupa social, parecia um “pavão”. Pode rir da minha comparação, mas eu defini assim – confiante, cabeça erguida sem parecer arrogante, parecia mais flutuar que caminhar – acho que era a bebida me subindo à cabeça nessas alturas. As meninas se perdiam olhando para ele e davam aqueles risinhos fingindo meiguice.

Comecei a me sentir tonta, muito tonta, pedi licença e fui até o banheiro. Acho que fiquei por lá uns vinte minutos tentando me recompor molhando meu rosto. Quando retornei à mesa, todos haviam ido embora, exceto Henrique e Aurélio. – Puta que pariu!! Cadê a Cris?

– Parece que esqueceram de você. – disse meu chefe sorrindo.

– Não acredito que a Cris foi embora e me deixou aqui. Ela era minha amiga e eu podia xingá-la dessa maneira.

– Não se preocupe te levo pra casa. – disse meu chefe, e eu não me senti à vontade com aquele sorriso safado.

– Imagina! Eu levo, moramos no mesmo prédio. – Henrique piscou pra mim e eu saquei.

– Claro! Eu aceito Henrique! – eu disse sorrindo aliviada.

– Tudo bem então… – meu chefe levantou as mãos em sinal de rendição. – Sei que está em boas mãos. Vou pra minha casa, boa noite pra vocês.

No carro de Henrique me senti um tanto quanto desconfortável, um calor estranho, um rubor nas bochechas. Pensei ser a bebida, mas eu já estava me sentindo melhor quanto ao álcool.

– Obrigada por me levar pra casa. – eu sorri.

– Imagina! Melhor ideia que tive em três anos de empresa. – ele sorriu tão encantadoramente que quase tive um orgasmo.

Eu simplesmente não soube o que responder.

Conversamos um pouco sobre a empresa, sobre os colegas, enquanto isso eu indicava o caminho até meu prédio. Quase uma hora pra chegar, e eu já me sentia mais à vontade, mas o calor permanecia em mim. Ele estacionou em frente ao meu prédio.

– Entregue! – disse ele sorrindo.

– Obrigada! – me inclinei para cumprimenta-lo com beijo na bochecha.

– Você mora meio longe da empresa, deve demorar um bocado pra chegar até lá. – ele comentou.

– Demoro em média uns quarenta minutos.

Foi então que percebi que a gravata dele estava meio torta, e como num reflexo levei a mão para ajeitá-la. Ele segurou minhas mãos quando terminei… segurou por um longo momento enquanto me olhava nos olhos. Meu corpo inteiro se acendeu instantaneamente. – ele é meu colega de trabalho, eu nunca havia prestado atenção nele até ainda pouco. Santo Deus! Sossega essa periquita! (Eu gritava pra mim mesma).

Ele aproximou os lábios dos meus, senti o calor da sua respiração e o hálito fresco de vodka. Fiquei inebriada, me mantive imóvel, não ousaria me mexer nem por uma fração de segundos. Então, ele mordiscou meu lábio inferior.

– Somos colegas de trabalho. – ele disse sorrindo entre meus lábios.

– Sim. – eu sussurrei entorpecida.

– Somos adultos e bem resolvidos. – ele seguiu firme.

– Sim! – eu respondi.

E então ele soltou minhas mãos e me agarrou pelos cabelos em um beijo deliciosamente demorado, carregado de desejo. Um beijo com vontade, hora língua, hora mordidinhas, hora a ponta da língua dele estava acariciando meus lábios, enquanto uma da mãos permanecia na minha nuca, a outra começou a percorrer meu corpo. Pernas, seios, braços, cintura, ele me puxava contra o peito e me apertava. Resolvi responder ao toque fazendo com que minhas mãos dançassem pelo seu corpo também. Afaguei seus cabelos e minha mão direita desceu pelo seu peito lentamente. Pude sentir através da camisa seu peito firme – devia manter o físico com pelo menos uma hora de academia todos os dias. – senti cada gominho com a ponta dos dedos e esbarrei lá… bem lá…naquela parte… estava quente, rígido, e grosso. – soltei um gemido de contentamento.

Ele desabotoou minha blusa e suas mãos tocaram meus seios, mãos firmes, grandes, quentes, desceu dando beijinhos de leve na extensão do meu pescoço até chegar ao meu seio, tirou minha blusa. Com apenas uma mão abriu meu sutiã e então sugou meu seio com voracidade. Minhas pernas tremeram, tirei a camisa dele, precisava sentir sua pele, tirei o cinto, abri a calça e “o encontrei”. – Ah! Tão macio, quente, grosso, grande, convidativo… Acho que fui mais movida pela curiosidade do “tamanho” do que de fato pela minha vontade, que também não era pouca.

Então eu deitei meu banco, ele tirou meus sapatos e a minha calça. – Meus Deus! Nós estávamos estacionados na frente do prédio. Foda-se se passar alguém, eu não pararia aquele momento nunca.

– Você é tão gostosa, nem acredito que esconde todo esse corpo nesse uniforme. – ele disse enquanto me beijava, lambia, mordia…

“Você também é tão gostoso, nem acredito que consegue esconder este membro desse tamanho nessa calça.” – Quase disse isso em voz alta.

Ele se posicionou na minha frente, me puxou pelas pernas e sorriu. Ficou ali me beijando, se esfregando. – Ah! Cretino. Entendi seu joguinho, quer que eu peça não é mesmo? – E eu pedi.

– Mete… Me deixa sentir você!

E ele sorriu, aquele sorriso de satisfação e então me penetrou sem usar a ajuda das mãos. Começou devagar, bem devagar, metendo com carinho como se quisesse se deliciar pelo caminho quente e molhado que estava meu sexo. Soltei um gemido que mais pareceu um uivo, era incrivelmente gostoso. Com os braços por baixo das minhas pernas e segurando meus braços, ele metia agora com mais força, nossos corpos colados, ele gemia também enquanto metia e me beijava, não parou de me beijar. Em um movimento abrupto ele me levantou um pouco mais para cima do banco, se ajeitou como conseguiu e começou a me chupar enquanto metia o dedo médio. – Filho da… Ele sabia como levar uma mulher à loucura. Ahhhhhhhhhhhhh! Quem vê cara não vê coração!

– Não pára… – eu supliquei enquanto o agarrava pelos cabelos.

Ele brincou mais um pouco gostando do que via e fazia. Me colocou de quatro e meteu no mesmo instante em que me puxou pelos cabelos.

– Vou gozar pra você… Quer que eu goze? Hãm? – ele perguntou.

– Quero… – e eu sorri ao responder.

– Então vem cá… – ele disse me ajeitando para que eu ficasse de frente pra ele, de frente para seu membro.

Eu abri a boca para recebê-lo, passei a ponta da língua na cabecinha e chupei, engoli ele todinho umas duas vezes e então ele gozou na minha boca. Soltou gemidos entre os dentes enquanto eu sentia o liquido quente escorrendo em meus lábios… – “E agora o que eu faço? O que eu faço? O que eu faço?” – Na dúvida eu engoli seu gozo, fazendo a melhor cara que consegui, aquela cara de dever cumprido, de satisfação enquanto sentia o amargo no fundo da garganta. Então ele sorriu junto comigo e me agarrou pelos cabelos novamente.

– Ah, sua cachorra! – ele disse e me beijou.

Sentou no meu banco e gentilmente me ajeitou em seu colo separando minhas pernas uma de cada lado. Sentei naquele membro ainda duro, subi desci, rebolei e não me importei com meu joelho arrastando no freio de mão. Depois eu lidaria com a dor. Naquele momento eu queria apenas sentir prazer. E senti! Gozei tão intensamente quanto ele eu acho, gemi em seus lábios e ele gozou comigo, gozou pela segunda vez. E então meu corpo desabou em cima dele que me recebeu com carinhos.

Ficou ali acariciando meus braços e nuca até que nossas respirações voltassem ao ritmo normal. Esticou os braços e me passou minhas roupas me ajudando a abotoar a blusa. Vestiu-se e ao nos despedir ele prendeu uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha e me beijou novamente.

– Você é incrível. – ele disse.

– Você fez por merecer. – devolvi.

– Será que mereço mais vezes? – perguntou.

– Vamos ver como você vai se comportar. – eu sorri e ele fez um beicinho. – Obrigada… Pelas duas coisas. – eu disse ao sair do carro.

Me sentia renovada, nada como uma trepada bem dada. Não nos preocupamos com o local, tivemos sorte de ninguém aparecer. Foi a coisa mais incrível, irresponsável, imatura, radical e gostosa que já me acontecera. Henrique sem dúvida era um Don Juan do sexo. Que homem incrível!

E, claro que continuamos nos vendo depois disso. Ele tem até cópias das chaves do meu ap.

Fonte: conto erótico enviado por Lisy Oliveira

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