Ela não precisou dizer muito. Bastou subir na minha frente e deixar claro que, lá em cima, algo muito melhor me esperava. E com certeza foi a melhor noite de todas.. Quer saber mais?
Toda maliciosa, disse que tinha um convite especial para mim. Desta vez, subiu a escada na minha frente, como se cada passo fosse parte de um roteiro já ensaiado.
De propósito, foi vencendo os degraus devagar, sem pressa alguma, movimentando os quadris e as pernas em ritmos opostos, num jogo hipnótico. Cada subida parecia calculada para provocar. Demonstrava um prazer evidente em ser observada daquela maneira, com atenção, com fome de detalhes, como se quisesse que eu memorizasse cada centímetro daquele caminho até ela.
O movimento das pernas acompanhava as bordas dos degraus, e a cintura imprimia um contratempo curto e preciso, fazendo suas nádegas vibrarem sob o shortinho jeans. O tecido justo marcava cada curva, cada balanço, como se fosse uma extensão do próprio corpo.
E eu ali, completamente capturado por aquela visão, sem conseguir desviar o olhar por um segundo sequer.
Em certo momento, ela parou no meio da escada. Virou o rosto de lado, me olhando de soslaio, com aquele meio sorriso provocador, e abriu discretamente o zíper do short.
Espere cinco minutos e depois suba. Ela disse quase sussurrando, como se aquele segredo fosse só nosso.
Fiquei parado, absorvendo aquilo, sentindo o corpo reagir imediatamente ao jogo. Aquela espera não era castigo, era parte do prazer. Joguinhos assim sempre mexeram comigo, e ela sabia exatamente o que estava fazendo.
Olhei o relógio, contei mentalmente, tentei me controlar, mas cada segundo parecia mais longo do que deveria. Dei alguns instantes a mais, como se quisesse respeitar o ritual completo, e então resolvi subir.
Cada degrau agora tinha outro peso. O silêncio da casa, o eco leve dos meus passos, tudo parecia conspirar para aumentar a expectativa.
Quando cheguei ao quarto, a cena me fez parar por um instante.
O dormitório estava à meia luz. As cortinas fechadas deixavam entrar apenas um facho amarelado que recortava o ambiente e iluminava o corpo dela deitada de bruços sobre a cama. A luz desenhava suas curvas de forma quase cinematográfica, destacando o contorno do corpo contra o lençol.
O short já não estava mais lá.
No lugar, apenas uma peça rendada, frágil, com alças largas que se moldavam perfeitamente às curvas do seu corpo. O tecido parecia mais sugerir do que esconder, deixando claro que a intenção nunca foi cobrir.
Suas formas se perdiam na cama por conta do enxoval macio e da iluminação suave, criando um contraste entre sombra e luz que só tornava tudo ainda mais provocante.
Quando percebeu minha presença, moveu-se lentamente, revolvendo os lençóis com o quadril, como se quisesse me mostrar, aos poucos, aquilo que antes eu só imaginava.
A renda era delicada demais para conter qualquer coisa. Mal escondia sua intimidade, deixando visível o contorno, a textura, o desenho natural do corpo. Tudo ali parecia pensado para provocar, mas sem pressa, sem urgência.
Seus movimentos ficaram mais lentos, quase preguiçosos. Ondulava o quadril de forma suave, num ritmo baixo, contínuo, como se estivesse se oferecendo sem precisar pedir.
As nádegas se erguiam levemente a cada movimento, firmes, convidativas, desenhando um convite silencioso que dispensava qualquer palavra.
Ela virou o rosto de lado, deixando o cabelo cair, revelando apenas o suficiente para que eu visse sua expressão. Não havia dúvida, não havia hesitação.
Ela abriu suas nádegas com as mãos para mim, expondo completamente toda a sua intimidade. Enfiou um dos dedos lá e disse: “Faça o que quiser comigo, amor.”
A frase veio baixa, mas carregada de intenção.
E naquele momento, tudo já estava decidido. Eu lambi, beijei, mordi… Louco de desejo. Fiquei a noite inteira comendo seu cuzinho gostoso de todas as formas que pude.
Até gozar abundantemente na sua boca…
Conto enviado por seguidor anônimo (Ophirde)
Uma observação editorial: Esse conto funciona muito bem pelo uso de antecipação e controle de ritmo. A espera, o movimento na escada e o silêncio do quarto criam mais tensão do que a ação direta. Esse tipo de construção prende o leitor porque ele participa da expectativa, não só do ato. Não há muitas palavras explícitas, mas o leitor entende cada momento através das sugestões sutis.
Essa é uma história real, compartilhada de forma anônima para preservar a identidade de quem viveu essa experiência. Agora me conta:
Você prefere quando tudo acontece rápido ou quando o desejo vai sendo construído, passo a passo, até não dar mais pra segurar?
Se esse conto te provocou, tem mais esperando por você. Olha só essa dica:
Leia também: O Recomeço – quando uma nova chance vem carregada de tensão e desejo acumulado.
Aqui, cada história é um convite. E a próxima pode ser a sua.



