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No domingo pela manhã fui despertado por ela: Sandra, uma mulher exótica e misteriosa.

Quando a conheci, ainda era casado. Desde esta época Sandra tinha um relacionamento sério com uma pessoa. Era cheio de altos e baixos, o que fazia com que ela aparecesse no meu apartamento para dar um simples “oi”, dormir uma noite apenas, conversar, transar loucamente…

Tudo dependia do que acontecia antes de chegar na minha casa. Ela dava o tom de nossos encontros.

Tinha noção que ela não seria minha nunca, pois era um espírito livre. Respeito isso. Também sou assim.

De minha parte, eu a procurava para um sexo casual.

Hoje é um desses dias… sem perguntas. E ela está aqui desde as duas horas da madrugada na minha cama.

Bateu na porta, me deu um beijo, conversamos, transamos loucamente. Depois ela foi tomar um banho e caiu no sono.

Exatamente nesta sequência. Não estranho. Coisas de uma amizade coloridíssima.

Sempre fizemos um sexo gostoso, mas o que ficou na memória foi aquele “café da manhã” inesperado.

Ela repetiu a chupada que ela havia feito horas atrás. Apesar de estar de ressaca, estava muito consciente do que fizera.

Desejei um alegre “bom dia”, mas ela interrompeu dizendo:” o único som que quero ouvir de seus lábios são seus gemidos”.

Opa, que tesão me bateu!

O meu pau ficou duro só dela falar isto. Minha cabeça me levou pra outro mundo.

Tirou o resto da roupa e ficou ajoelhada no sofá com o rosto pra parede e a bunda bem empinada.

E me puxou pra me posicionar atrás dela. Quando estava tentando me encaixar com tudo, ela pegou meu membro e pincelou na entrada de seu ânus.

Voltei com força a enterrar no seu sexo. Dele utilizei para lubrificar seu cuzinho gostoso! Depois chupei com tesão aquela bundinha.

Tentava penetrá-lo com a língua, mas era muito apertado pra isso. Comecei a forçar, mas a cabeça do mastro dificultava.

Foi aí que senti seu ânus apertado engolir meu membro. Neste momento senti a glande entrando e dilatando sua bundinha maravilhosa.

O corpo dela tremia, ao mesmo tempo que sua boca só abria para me xingar de tanto tesão.

Finalmente ele entrou até a metade e comecei a movimentar gostoso dentro dela. A dor que ela sentia, passou a ser só prazer!

Segurei seus peitinhos e passei a socar com força e rapidez. Ela pedia para que eu gozasse. Não estava aguentando o tamanho do meu pau.

Resolvi parar, mas ela se voltou pra mim e disse “termina o que estava fazendo”.

Ouvindo isso, eu enterrei o máximo que pude e comecei a gozar com estocadas fortes. Senti que ela gozava também, pois estremecia…

Ficamos abraçados um tempo, conversamos um pouco e depois fomos tomar banho.
Depois que ela se vestiu, veio até mim pra se despedir e me deu um longo beijo. Eis o nosso Café da manhã para maiores…

Ela é assim: vem e vai na minha vida, mas sempre está lá.

Conto erótico enviado por um seguidor anônimo

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