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Um dia comum, agitado como outros… Mas alguma coisa me dizia que este dia não seria normal. Estava no escritório concluindo uma tarefa quando lembrei que havia deixado alguns documentos no carro. Apressada, fui buscá-los.

Ao atravessar a rua, avistei um carro. O condutor deu um toque de farol e aguardou minha passagem. Peguei os documentos e vi que aquele carro estava parado na frente do escritório.

Minha surpresa foi imensa ao perceber quem era o motorista… Um “amigo” que há muito tempo não via. Meu coração disparou no momento que ele me chamou até o carro.

Com um sorriso malicioso e um “oi” cheio de segundas intenções soou como musica aos meus ouvidos. Delirei ao ver que estava uniformizado. Sempre tive o maior fetiche por fardas.

_ Queria te ver… – ele disse. Aquela voz arrepiou minha alma!

_ Quer me matar? Que delicia você está vestido assim.

Não conseguia esconder minha excitação. Logo, muitas lembranças vieram à mente.

_ Muito ocupada? Quem está com você ai no escritório?

Pensei numa desculpa para fugir da tentação, mas acabei falando:

_ Ninguém além da recepcionista. Hoje é dia de audiência e todos vão ficar fora por um bom tempo…

Ele sorriu! Aquilo me encantava! “Olha o que eu tenho pra você…” falou baixinho e tirou da cintura as suas algemas.

Neste momento senti um arrepio de tesão que tomou conta de mim.

Fui à frente para disfarçar. Disse a recepcionista que liberasse a entrada do policial. Na teoria, ele levaria alguns documentos que eu estava precisando para redigir a um novo cliente.

Tudo mentira! Mas eu precisava de uma boa desculpa para explicar a presença dele em minha sala.

Entrei, sentei em minha cadeira e logo em seguida a recepcionista o conduziu até minha sala com os papéis que eu havia pedido. Pedi que fechasse a porta e não passasse nenhuma ligação até que eu resolvesse o assunto do cliente.

Nossos olhos se encontraram de repente… Tive que fazer um grande jogo de cintura para não me denunciar diante da recepcionista. Assim que ela saiu, levantei para pegar um café para ele e fui surpreendida com um forte abraço.

Fui à loucura quando senti seu beijo em minha orelha e uma leve mordida em meu pescoço. Sem me dar tempo para pensar, ele me virou, mergulhou sua boca na minha com uma intensidade tão grande que eu mal conseguia respirar.

Em meu ouvido ouvia seu sussurro com voz rouca: “você me deixa louco”.

Tentei dizer algo como: “Tenha calma, por favor”. Ele só dizia baixinho: “Não posso ter calma. Esperei tanto tempo por isso e você não imagina o quanto! Não consigo ter calma. Não me peça essa calma!”.

Tudo o que a gente mais precisava era de uma chance como esta. Agora não havia como voltar atrás.

Num ato muito rápido abriu minha blusa e suspendeu minha saia. Loucamente abocanhou meus seios totalmente enrijecidos. Entregue àquele momento, não percebi quando ele segurou minhas mãos e prendeu com as algemas.

Que ninguém entrasse naquela sala agora! Foi a primeira coisa que pensei. Com carinho, pegou-me no colo e colocou-me sobre a mesa. Tirou minha calcinha e começou a me morder. Ele sabia me provocar com aquela língua sem-vergonha!

Olhava aquele uniforme e enlouquecia.

– Solte minhas mãos, por favor, deixe-me toca-lo! – pedia quase suplicando.

– Negativo! Hoje você está presa a mim, pra mim e por mim. – esta foi sua resposta, acompanhada de um sinal para fazer silêncio.

Sua boca encontrou-se com a minha em mil beijos. Sentia suas mãos grandes me apertando, tocando cada pedacinho do meu corpo.

Eu estava extasiada de tanto desejo e louca pra ser invadida por aquele safado. Queria fazer mais que sussurrar e gemer, mas com as mãos presas ficava difícil.

Percebi que algo gritava desesperadamente para sair de dentro da calça daquele uniforme.

_ Por favor, acabe com meu sofrimento.  Tire-me daqui…

Então ele soltou minhas mãos, tirou da cintura a arma e o cassetete. Bem devagarzinho colocou pra fora uma “arma” quente e latejante que parecia que ia explodir. Não tive mais paciência de esperar e o puxei para dentro de mim.

Entrava e saía de mim de uma maneira deliciosa. Perdemos a noção do perigo e entramos naquele mundo que a moral e a decência não são bem-vindas.

Vi em seus olhos a alegria daquele instante. Não demorou muito para que o gozo viesse intenso, explodindo entre minhas coxas.  Após um beijo, ouvi:

_ Sua bandida safada! Está presa em nome da lei, sob a acusação de perturbar a mente de um policial inocente. De hoje em dia sua pena será me saciar todos os dias.

Difícil foi me recompor e acompanhá-lo até a porta da sala dizendo:

_ Obrigada pela confiança, senhor. Espero que goste de nossos serviços. Entro em contato para falar do resultado de nossas pesquisas. Tenha um ótimo dia e volte sempre!

E ele sempre volta…

Conto erótico enviado por Ana Sophia

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