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Quem não se recorda cena por cena de quando perdeu a virgindade?

Eu tinha 18 anos . Minha história com a Ana começa na universidade. Sabe aquela amizade em que há muito contato físico, mas quer ir além daqueles abraços? Foi preciso quase o ano inteiro de aulas juntos para que isso acontecesse.

Sempre fui fascinado por mulheres mais velhas que eu, e ao longo do curso a Ana foi me chamando atenção. De várias formas.

Vou focar nos sentidos físicos e sexuais. Além de um belo rosto e um narizinho charmoso, tem os seios exuberantes. Com um decote é capaz de chamar a atenção de um motorista, num trânsito parado. Além disso, eu adorava deitar a cabeça no colo dela só pra sentir suas lindas pernas.

Depois de conversas mais “calientes”, pelo extinto MSN, ficou marcado nas entrelinhas que a aula de sexta-feira teria algo a mais. A primeira vez estava prestes a acontecer.

Ana estava de saia jeans.

Assim que a aula terminou, pedi carona para ela e saímos para “conhecer” a parte do campus que ainda estava em obra.

Estava escuro.Ana parou o carro longe dos blocos onde havia aula. Desligou os faróis. Colocou uma música baixinha, olhou no relógio e disse que tinha pouco tempo.

O beijo foi tão gostoso que me esqueci de destravar o cinto de segurança. Entre os beijos, minhas mãos pareciam ter consciência própria . Fazendo coisas que eu só pensava em sonhos: acariciando os seios dela com vontade e com a outra mão por dentro da saia.

Ela correspondeu tirando a calcinha. E eu, embevecido de tanto tesão com meu sexo quase explodindo, fui tirando a calça, enquanto ela abaixava o banco do passageiro.

Ana só precisou levantar um pouco a saia e sentar gostoso em mim. Estava tão quente e molhada que me deu uma vontade louca de chupá-la até secar, mas tínhamos pouco tempo.

Enquanto sentia-a gemer todinha, apertava sua bunda e metia com toda minha força. Ela parecia não acreditar quando, por cima, me olhava com tanto tesão. Seus beijos iam da boca até o pescoço.

Pouco tempo depois o guarda do campus surge de moto atrás do carro. A Ana apavorada sai de cima de mim. Começa a dirigir, mas não teve jeito! O funcionário acabou nos abordando e fingiu não perceber o que estávamos fazendo.Disse que era perigoso ficar nesse lado da universidade a essa hora.

Fomos embora. A calcinha dela ainda estava no assoalho, assim como meu membro permanecia com vigor.

Apesar do tempo cronometrado, ambos tínhamos compromissos depois da aula. A excitação que, ainda não nos tinha satisfeito, foi agendada para outra oportunidade . No motel.

Com o tempo necessário para que meus sonhos se tornassem realidade…meus sonhos eróticos foram surgindo em todos os beijos, amassos, chupadas e metidas.

Sim, insaciavelmente gostoso.

Conto erótico enviado pelo seguidor Henrique S. D.

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