Um jovem vive sua primeira experiência sexual em uma noite proibida com a mãe do melhor amigo, um segredo que marcou sua vida para sempre. Vamos ver de perto essa história…
Meu nome é Christian e moro numa cidade do interior de Goiás. Trabalho na área de segurança pública e privada, sou casado há alguns anos, e o fato que narro agora aconteceu há bastante tempo.
Nessa época, meu melhor amigo era Junior, filho único de Sandra, uma exuberante mulher no auge dos seus 35 anos. Era casada há mais de 16 anos até então com o Sr. Paulo, um homem rude, sério, fechado, de pouca conversa.
Paulo trabalhava em uma fazenda e só vinha à cidade a cada 15 dias. Meu amigo Junior, por ser filho único, era um cara mimado, cheio de atenção, carinho, e tinha tudo que precisava.
Quando chegou o carnaval daquele ano, Junior ficou louco para ir. Seria uma das primeiras vezes que ele sairia para uma festa maior.
Sandra até deixou Junior sair, mas com a condição de que ele fosse somente comigo, sem a companhia de outros amigos. Também exigiu que não bebêssemos e que voltássemos até as 2h da manhã, senão ela não deixaria ele sair no outro dia.
Durante a festa foi tudo de bom. Lá encontramos os amigos do bairro, não tinha como não nos encontrarmos. Eu não bebi, fiquei sóbrio, mas Junior, pela influência dos outros, acabou bebendo muito.
Curtição de carnaval… acha que tudo pode. Ele caiu na pilha dos colegas e tomou um porre. E agora, como eu chegaria com ele em casa daquele jeito? A confiança da mãe dele em mim iria por água abaixo.
Quando já estava próximo do horário de voltar, pegamos um táxi e chegamos dentro do horário determinado por Sandra. Mais do que depressa, tratei de colocar Junior em seu quarto, para que ela não percebesse que ele estava bêbado.
Assim eu não queimaria meu filme com aquela que era minha musa… a musa inspiradora dos meus pensamentos mais íntimos. A mulher com quem eu fantasiava com frequência.
O combinado era que eu dormiria na casa do Junior, para que o táxi não precisasse fazer duas paradas e não ficasse mais caro. Minha mãe já sabia que eu não voltaria para casa.
Fui me deitar no sofá, mas antes passei na cozinha para beber água. Foi quando me deparei com aquela linda mulher: cabelo solto, batom bem vermelho, camisola branca curtíssima, com os seios à mostra através da pequena roupa e um bumbum arrebitado.
Fiquei muito excitado ao ver Sandra daquele jeito.
Conversamos por alguns minutos ali na cozinha, enquanto eu bebia água. Ela me fazia perguntas: se tínhamos bebido, se ficamos com alguma garota, se a festa estava boa, entre outras coisas.
Eu já estava com o membro super duro, mas, de bermuda, não podia levantar para que ela não percebesse.
Provavelmente ela imaginava a situação em que eu estava, porque, ao notar meu constrangimento, tratou de se despedir com um beijinho no rosto e disse para eu dormir bem.
Saí da cozinha e fui para o sofá. Para chegar até a sala, eu precisava passar pelo corredor, onde ficava o quarto de Sandra.
No exato momento em que eu passava, a porta se abriu. Sandra estava praticamente nua, já não usava mais a camisola, apenas uma lingerie preta fio bem pequena.
Fiquei estático. Não ia para frente nem para trás.
Depois de alguns segundos, me recuperei daquela visão e admirei melhor aquela mulher linda, maravilhosa, gostosa, exatamente como eu sempre sonhei, ali na minha frente.
Mesmo assim, pedi desculpas, disse que não sabia que a porta estava entreaberta e segui até o sofá.
Aquela cena acabou comigo. Eu já não aguentava mais tanto tesão. Minutos depois, bati na porta do quarto dela e disse que precisava falar.
Falei tudo o que sentia. Falei do tesão que tinha por ela, da vontade de passar aquela noite juntos.
Sandra não relutou. Aceitou transar comigo, com a condição de que eu guardasse segredo. E, claro, eu não contaria a ninguém, nem ao meu melhor amigo.
Eu já tinha alguma experiência com beijos, mas naquela noite foi diferente. Um beijo molhado, intenso. Sandra me ensinou a tocar uma mulher, acariciar, beijar, chupar.
Ela fez o primeiro boquete daquela forma que eu nunca tinha experimentado. Foi inesquecível. Fiquei completamente maluco.
A primeira posição foi a clássica papai e mamãe. Ela conduziu tudo com calma.
Depois, ela veio por cima de mim, sentou gostoso e começou a rebolar, cavalgando com intensidade. A essa altura, eu já deveria ter gozado, mas o nervosismo acabou retardando tudo.
Ficamos bastante tempo assim, e nada de eu gozar.
Foi quando Sandra disse:
– Quero ver se não te faço gozar agora.
Ela pediu para eu levantar da cama, ficar de pé, e se posicionou de quatro na beirada. Com aquele bumbum bem arrebitado, mandou que eu a penetrasse, puxando seu cabelo e dando tapas em sua bunda.
Que delícia.
Sandra gemia de um jeito que me levava à loucura. Ela estava certa. Bastaram algumas estocadas naquela posição para eu gozar… e gozei muito.
Depois fomos para o banho e descansamos um pouco. Já estava quase amanhecendo quando transamos mais uma vez.
Fui embora para casa feliz da vida. E aquela noite eu jamais esquecerei. Junior nunca ficou sabendo disso!
Conto erótico enviado por seguidor anônimo
Observações: A primeira vez sempre é inesquecível. E quando são momentos inusitados, melhor ainda! Sabemos que o desejo não surge do nada. Ele é construído aos poucos, no olhar, na convivência e, principalmente, na curiosidade. Quando finalmente encontra espaço, vem com toda a intensidade possível. E quem vive, dificilmente esquece.
Se essa história te deixou curioso, segura a próxima.
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E se você também guarda uma história assim… talvez esteja na hora de contar.



