O que começou como uma sexta-feira comum, cerveja gelada e flerte fácil, virou uma madrugada impossível de esquecer. Entre beijos, tesão e expectativas bem claras, um segredo muda completamente o rumo da noite. Quando a verdade aparece e a curiosidade fala mais alto, o prazer segue por um caminho que ele jamais imaginou.
Uma sexta-feira normal de um jovem de 20 anos. Após o expediente de trabalho, inicia-se o final de semana (sextou é um termo ainda não utilizado em 2001). Aquela ligação no celular de um amigo chamando para tomar uma gelada, como sempre. O papo de sempre, mulherada, e após algumas garrafas, o relógio apita: meia-noite.
A animação tomava conta, e o bar não tinha nada de interessante além da cerveja, quando de repente surgem na calçada duas delícias caminhando. UAU! Nossa torcida era para que elas entrassem no bar, que por sinal estava cheio, e a única mesa vaga era ao nosso lado.
O lobo mau até salivou quando elas realmente entraram e, obrigatoriamente, se sentaram ali. Parecia um grande presente para aquelas primeiras horas da madrugada de sábado.
Elas pediram uma cerveja e papeavam bastante, quase não dando chance para puxar assunto. Até que uma delas foi ao banheiro. Aproveitando que a outra ficou sozinha, era a hora.
— Boa noite, trabalham por aqui? — perguntei, já que se tratava de um bairro comercial.
— Não, não trabalho por aqui. Minha amiga sim, vim apenas conversar com ela.
Papo vai, papo vem, falando algumas coisas para ela se soltar, até que deu uma risadinha ainda sem graça. Logo depois, a amiga retorna do banheiro e comenta:
— Já temos amigos, que bom!
Diferente da outra, ela era bem-humorada e solta, o que me despertou ainda mais interesse. Aproveitei a deixa, puxei minha cadeira para o lado dela e disse que agora éramos todos amigos. Nos apresentamos.
— Prazer, eu sou Marcelo.
— Meu amigo se chama Rodrigo.
— Prazer, eu sou Jessica — ela respondeu — e essa é a Janne.
Até brinquei com a coincidência dos nomes.
Algumas cervejas depois e muito papo com a Jessica, eu já estava dando beijinhos em seu pescoço e louco para comê-la ali mesmo. Gostosa demais, usava uma minissaia e minha mão passeava por suas pernas, tentando ser o mais ousado possível, mas ela não deixava avançar.
A essa altura, meu amigo já tinha conseguido alguns beijos da amiga. Eu não aguentava mais e a convidei para ir embora comigo. Como sua amiga e meu amigo já estavam entrosados, ela aceitou.
Pagamos a conta, nos despedimos e fomos em direção ao meu carro. Abri com o controle e fui até a porta do passageiro para ser gentil. Nos agarramos um pouco ali, e ela ainda sem permitir algo mais ousado. Entrou no carro e continuamos esquentando o clima, deixando claro que o motel era nosso destino.
Mas algo me deixava apreensivo. Por que ela não me deixava avançar? Ela também parecia preocupada com isso. Perguntei:
— Está tudo bem? Estou louco para te sentir e você sempre me afasta.
Ela respondeu:
— Melhor você me deixar em casa e outro dia marcamos de sair novamente.
Frustrado, dirigi até a casa dela. Na frente do prédio, ela se sentiu mais à vontade e disse que tinha um segredo. Aquilo me deixou preocupado. Será que era casada?
Ela me pediu para jurar que não ficaria bravo com o que iria me contar. Jurei. Então ela disse que não era uma menina, que estava com medo de contar isso no bar ou em outro lugar por não saber qual seria minha reação.
Eu gelei. Não acreditava. Como podia ser tão gata e não ser mulher? Como assim eu estava beijando um homem? Fiquei sem ação, com a cabeça cheia de perguntas, e uma delas era a curiosidade.
Para não quebrar o juramento e sair dali tranquilo, falei:
— Não esquenta com isso, foi massa. Quem sabe um dia a gente se vê.
Mas a curiosidade estava forte. Perguntei com quem ela morava.
— Moro sozinha.
Pensei: já estou aqui, já agarrei, já beijei, não posso ir embora sem gozar. Então perguntei:
— Você mora sozinha? Poderíamos continuar na sua casa, né?
Ela respondeu aliviada:
— Se o que te falei não for problema para você, podemos brincar bem gostoso lá dentro.
Eu tremia, louco de tesão e curiosidade, me perguntando como não percebi isso no bar. Será que meu amigo percebeu e me deixou entrar nessa? Será que a amiga dela também não é menina? Ao mesmo tempo, estava completamente disposto a me aventurar, com a ajuda do álcool.
Entramos no apartamento. Ela disse que ia tomar um banho e me ofereceu uma cerveja, que aceitei. Fiquei aguardando, ansioso.
Depois de uns 15 longos minutos, ela apareceu com lingerie preta e cinta-liga. Fiquei ainda mais excitado. Já dava para perceber um certo volume, mas o tesão era maior. Nunca imaginei viver uma experiência assim, ao mesmo tempo excitante e temerosa.
Ela me disse:
— Apenas obedeça, porque aqui é minha casa, tá certo?
Respondi que sim. Ela me pediu para acompanhá-la até o quarto, me empurrou contra a parede, me beijou e levou minhas mãos até suas pernas.
— Agora você pode pegar no que quiser.
Gelei. Aquilo não era uma buceta. Era um pau crescendo na minha mão. Eu tremia, suava, tomado por um tesão desesperador. Aquele volume, aquele pau duro…
Confesso que foi um tesão jamais sentido. Uma mistura de loucura, perigo e coragem. Enquanto nos beijávamos, ela pediu no meu ouvido:
— Chupa. (E mesmo chocado, com receio e com tesão, obedeci).
Atendi. Me agachei, punhetando aquele pau bem perto do meu rosto. Era grande, grosso e cheiroso. Ela puxou minha cabeça e me fez engolir e saborear seu pau pela primeira vez.
Eu estava muito excitado, chupando freneticamente, ouvindo seus gemidos. Quando menos espero, explode na minha boca um líquido espesso e quente, em grande quantidade. Continuei chupando, engolindo tudo. Que delícia.
Cheio de tesão e louco para gozar, precisava comer aquela bunda deliciosa, com uma marquinha de biquíni que já excitava só de olhar. Ela se posicionou de quatro na cama e pediu meu pau para chupar. Eu estava prestes a explodir e falei que não aguentava mais.
Ela respondeu:
— Agora não. Vem comer meu cuzinho, ele está louco para te sentir.
Atendi prontamente. Antes de entrar, dei uma deliciosa chupada naquele cuzinho lindo e depois escorreguei meu pau todinho dentro dela. Que sensação deliciosa. Gozei depois de me satisfazer e caí ao lado dela, exausto de prazer.
Mas não acabou ali.
— Olha como meu pau já está duro de novo. Agora é minha vez — disse ela, punhetando na minha frente.
Mandou que eu ficasse de quatro e começou uma deliciosa chupada no meu cu, seguida de dedos, primeiro um, depois dois. Eu já estava completamente entregue aos desejos daquela madrugada surpreendente. Quando ela se aproximou com o pau duro para me penetrar, fez isso devagar e disse:
— Sente meu pau todinho no cu.
Ela foi intensa. Meu pau voltou a ficar duro e cada estocada trazia uma sensação indescritível. Uma loucura completa, mas em nome do prazer fui deliciosamente dominado por aquela misteriosa mulher que conheci no bar, naquela madrugada de sábado.
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Esta é uma história real, relatada por quem viveu a experiência.
Os nomes foram alterados para preservar o anonimato dos envolvidos.



