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Aquele banheiro tem história pra contar.

Bem, há mais ou menos um ano comecei a trabalhar em um bar.

E como em todo bar as pessoas se alteram um pouco por conta da bebida e ambiente descontraído, naturalmente recebi mais cantadas e convites. Nunca aceitei nenhum desses, sempre pensei que onde se ganha o pão, não se come a carne.

Até que em uma terça-feira, um dia fraco no bar, entrou um rapaz que mudou minha linha de pensamento. Pensei “me perdoem aos pães que ganho, mas essa carne eu comeria com prazer.”

Assim que ele entrou, cruzou o olhar comigo e eu desviei da primeira vez. O problema é que ele ficou me olhando a noite toda e a cada olhada dele, eu desviava menos o rosto. Assim ficamos até o ponto que olhava pra sem parar.

Quase no fechamento do bar, ele me olhou de um jeito super malicioso e com uma risadinha. Ele levantou da mesa que estava e caminhou até o banheiro. Podia jurar que havia um imã em mim, pois a cada passo que ele dava em direção ao banheiro, eu fazia o mesmo em direção a ele.

Ele estava um pouco distante, logo entrou no banheiro antes que eu. Naqueles metros que nos separavam mil pensamentos vieram a minha cabeça. O que aconteceria? Será que o pau dele era grande? Devia ser.

De repente imagens do seu corpo nu vieram em minha cabeça. Era um passo e imaginava um peito peludo na minha mente, outro passo e “via” uma mão forte me pegando, mais um passo e o praticamente sentia o pau dele entrando devagar em mim.

Enfim, cheguei no banheiro.

Não sabia se já entrava ou batia primeiro. Enquanto eu pensava, ele abriu a porta e me puxou. Assim que entrei, ele segurou minha cabeça com uma mão e a outra foi direto para minha bunda, finalizando com um beijo com gosto de cerveja. Sentia de leve aquele cheiro do perfume dele…

E minha calcinha ficando molhada, muito molhada.

Ele me passou e alisou meu corpo por alguns minutos. Soltava pequenos gemidos sem querer. A cada gemido, ele apertava meu peito ou minha bunda e se esfregava para eu pudesse sentir o membro dele.

Já conseguia imaginar como era seu pau, mas estava morrendo de vontade de ver “ao vivo e a cores.”

Até aquele momento, eu não tinha escutado sua voz. Foi quando as palavras “Ajoelha agora” saíram da sua boca, uma voz rouca e forte. Nunca que eu iria desobedecer com o nível de tesão que estava.

Logo ajoelhei e fiquei bem perto de sua calça, que estava com um volume gigantesco. Quando ele tirou o cinto e abriu a calça, senti um calor saindo de dentro da sua cueca. Seu pau estava fervendo, pulsando de tanto desejo.

Segurei com as duas mãos e coloquei a boca. Sentia o sangue passando por todo o pau e aquele gosto que ele tinha, era algo único. Chupei de todas as formas que sabia. Minha língua escorregava por toda extensão daquele membro delicioso.

Nesse interim, sua voz rouca fala “Fica de quatro”.

Como o banheiro era pequeno, fiz o que pude para ficar com minha bunda totalmente empinada. Assim ele poderia ver tudo o que era dele naquele momento. Segurou meu cabelo com uma mão e com a outra abriu um preservativo.

Claro, né? Loucuras são ótimas, mas sexo seguro é fundamental!

Logo depois já estava manuseando o membro e metendo bem devagar. Queria gritar e me contorcer, mas ele não deixava. Segurava forte meu cabelo, como um cavaleiro domando uma égua.

Em suma, não sei quanto tempo eu fiquei naquele banheiro. Estava com as pernas tremendo de tanto prazer que sentia meu corpo todo exalando tesão. Ele parecia nem se preocupar com nada, só metia tudo dentro de mim.

Então percebi que sua respiração estava cada vez mais ofegante, bem como sua pegada estava mais forte. Neste momento, ele me puxou pelo cabelo e falou ao ouvido “Vem tomar tudo”.

Imediatamente eu me virei para ele e me ajoelhei novamente. Sem pensar, joguei o preservativo e coloquei aquele o pau dele na minha boca, chupando forte sem parar. Seus gemidos ficaram mais fortes, até que senti aquela onda de prazer que encheu minha boca.

Ao engolir, veio outro jato e encheu novamente, escorrendo um pouco no canto dos lábios. Enquanto isso, minha mão se movia freneticamente em meu sexo até chegar ao clímax. Gozei com o pau dele na minha boca.

Assim que ele terminou, sentou no vaso e ficou no olhando com um sorriso safado no rosto. Éramos cúmplices de um sexo gostoso, proibido e inusitado. Coloquei minha roupa e saí daquele banheiro fingindo que nada tinha acontecido.

Imediatamente peguei uma vassoura para disfarçar minha ausência no trabalho. Não vi ele sair do banheiro. Na verdade, nunca mais o vi. Ele nunca mais voltou, mas ainda tenho lembrança daquele último sorriso enquanto ainda estávamos naquele banheiro.

Conto erótico enviado por seguidora anônima.

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