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Meu nome é Débora, tenho 23 anos e sou Dentista. Trabalho há um ano em um prédio no centro da minha cidade que, para questões de privacidade, prefiro não relatar qual é. Sempre pego o elevador nos mesmos horários, uma da tarde para subir e sete da noite para descer. Como o prédio é comercial e tem muitos andares sempre tem alguém que fica no elevador orientando as pessoas que adentram tal estabelecimento.

Há cerca de quatro meses começou a trabalhar lá um garoto que malhava comigo. Ele é bem jovem e lembro-me que quando malhava com ele, ele parecia um idiota sempre olhando seus músculos nos espelho e lógico eu achava aquilo ridículo. Ele cursava Educação Física na mesma faculdade em que eu havia estudado e como tive uns problemas com alguns documentos para tirar o meu registro no conselho regional de odontologia, ia muito lá e sempre o via. Eu sempre quis ser independente e sempre me achei madura, odiava a ideia de pensar que aquele garoto estava mexendo comigo.

Passei uns dias sem ir na faculdade e sem vê-lo também. Ele tinha sumido da academia, e desde então comecei a sentir sua falta.

Até que em uma segunda-feira o encontrei no elevador e quase puxei assunto. Havia me surpreendido ao vê-lo ali, mas logo me lembrei que nunca havia conversado com ele e que na verdade o achava ridículo. Mas ele estava lindo, de uniforme, calça jeans tênis preto, camisa polo apertadinha nos braços e pra me dar ainda mais tesão tinha feito uma tatuagem de um tribal que fechava todo o braço e dava pra vê-la ainda na altura do pescoço. Com gelzinho cabelo, aquela boca carnuda e aqueles olhos de mel eu estava ficando maluca já (risos).

Mas tinha que manter a marra, sempre fui muito respeitada pela minha profissão apesar do pouco tempo de trabalho e não poderia me atrever a dar mole a um garoto.

Era quarta feira, já haviam passado três dias desde que o tinha visto pela primeira vez no elevador, eu estava louca pra descer sozinha com ele mas sempre tinha mais alguém conosco. Mas neste dia isso aconteceu. Esperei mais um pouco e desci mais tarde que o habitual, pensei até que ele não estivesse mais lá. Ao entrar no elevador e deparei com ele, foi a primeira vez desde então que nos olhamos nos olhos e acho que logo ele me reconheceu. Fomos descendo alguns andares e ele nem sequer olhava pra trás, eu estava ha quatro meses sem sexo e só pensava em trabalho, mas agora estava decidida que ia dar pra ele naquele elevador.

Percebi aos poucos que nada iria rolar e decidi mudar meu rumo. Parei no décimo andar fingindo que havia esquecido algo. Foi então que ele me segurou pelos braços e perguntou se era ali mesmo que iria ficar, eu o olhei e disse que sim pois havia esquecido minha pasta. Ele aperto o número do meu andar e disse que levaria até lá com um sorrisinho sarcástico no rosto que quase me fez molhar a calcinha. Mantendo a marra disse que não precisa e sabendo que aquela seria sua ultima viagem queria logo liberá-lo para ir embora. Ele insistiu e subimos novamente.

Durante o percurso me perguntou se eu ainda malhava, disse que sim e que não lembrava dele lá. Ele riu como se soubesse que eu estivesse fingindo e em um ato de molecagem passou a mão por cima da calça me mostrando o volume do seu pau já duro. Eu olhei bem demonstrando que não havia gostado nada daquilo. Mas apesar de novinho ele sabia bem mexer comigo.

Saí do elevador fui até minha sala (antes tirei minha calcinha) e busquei minha pasta que salvaria minha transa. Ao retornar ele me disse:

-Tudo bem, nós temos 3 minutos.

Já me agarrou e eu louca de tesão não pensei em resistir. Ele sabia o que eu queria desde o inicio. Trabalhava com uma mini-saia branca e como estava louca pra dar, retirei a calcinha quando fui ao meu escritório, ele se abaixo e começou a chupar meu sexo só para deixá-lo ainda mais molhado, depois sem titubear já meteu seu pau até o talo me fazendo gemer alto.

Empurrou minha mini-saia até minha cintura, me segurou pela bunda e me pressionou contra um dos espelhos. Rapidamente entrelacei minhas pernas em suas costas e comecei a quicar naquela rola gostosa.

Ele metia forte e fundo como se quisesse gozar antes da chegada ao térreo, e foi o que aconteceu. Quando percebi já estávamos no 2º andar e ouvi ele dizendo, “vou gozar”, mais que depressa me soltei dele e cai de joelhos de frente para aquele pau maravilhoso. O abocanhei e comecei a chupá-lo, ao passarmos pelo 1º andar senti aquele jato gostoso de porra na minha boca. Engoli rapidinho, me levantei me arrumei como pude e saí sem olhar pra trás ainda sentindo o gostinho do leite.

Foi a minha melhor rapidinha, mesmo sem gozar. E claro, essa foi só a primeira com ele (risos).

Conto erótico enviado por uma seguidora.

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