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Estava em casa, lendo. Escutei alguém conversando alto ao telefone chegando próximo a porta de entrada. Pela janela, vi que a conversa da pessoa ao telefone  estava animada. Em meio as gargalhadas e muito bom humor , por sinal.

Era Aramis, que regressava depois de um tempo de descaso.Típico de sua personalidade dominadora. Já estava acostumada (típico de minha personalidade submissa).

Ele entrou na sala, que outrora já fora sua moradia. Me limitei a encará-lo com admiração o homem que amava. Ele estava maravilhoso, mais forte. Seu semblante parecia de um homem mau.

Sem se importar com meu olhar de veneração, disse de supetão:” deveria estar me esperando, com a roupa que sabe que gosto. Isto não é bom. Tire essa roupa. Fique de joelhos e venha comigo. Exatamente nesta ordem”.

Seu olhar era firme. Atrás daqueles olhos negros vi que pagaria o preço por não estar de acordo com as preferências de meu Dom.

Não consegui responder. Fiquei totalmente paralisada. Misto de medo, tesão e felicidade me fizeram congelar. Acordei do devaneio com um pequeno tapa no rosto que me derrubou perto dos seus pés.

Meus olhos foram direto aos dele implorando para que não me machucasse. Ele não me olhava. Procurei seus pés para beijar, na tentativa de amenizar a situação. Ríspido, ele falou: “Não agora. Primeiro vamos dar um jeito nesta sua insubordinação”.

Abaixei minha cabeça e pedi perdão baixinho. Não adiantaria questionar meu Dom.

Tirei minha roupa rápido e fiquei de joelhos na sua frente. Estava nua diante daquele homem maravilhoso. Eu gostava disto sem saber o que era isto.

Aramis colocou uma coleira em volta do meu pescoço e saiu me puxando pela casa, enquanto tentava acompanhá-lo de quatro por entre os móveis.

Ele me levou para o quintal da casa. Estava sendo amarrada. Dessa vez meus braços foram puxados para cima, de modo que fiquei apoiada nas pontas dos meus pés. Implorei baixinho:” vou fazer tudo que você quiser meu único dono”. Outro breve tapa no rosto. Apertei meus lábios para não emitir nenhum som e meu Dom ficar mais irado.

Permaneci em silêncio. Aos berros declarou:” a partir de agora só eu falo! Entendeu?”.

Ele começou a andar pela casa. Ouvi ele abrindo uma mochila e pegando algumas coisas no seu interior. Ele pegou algo. Não conseguia virar o rosto para ver o que se passava. Meus braços e pés já estavam latejando de dor.

Um som conhecido cortou o ar. Um chicote! A primeira chicotada estalou nas minhas costas. Dei um grito de susto e de dor. Eu comecei a soluçar. Um misto de dor e prazer começou irradiar em meu corpo. Descobri que estava com saudade.

Dessa vez vieram duas chicotadas, uma em cada lado da bunda. Eu sentia os vergões sendo formados. Mais duas chicotadas bem fortes na bunda. Estava extasiada. Minhas costas, bunda e perna já estavam marcadas. Eu sentia minha pele queimar. Aramis largou o chicote e sentou em um banco em frente à mim. Enquanto eu sentia aquela sensação familiar na pele, ele colocou meus pés em seu colo e começou uma leve massagem, apertava os dedos…o peito… o calcanhar.

Numa voz suave disse: “vamos compensar isso de uma forma bem justa. A partir de hoje você tem uma nova rotina, novas responsabilidades, novas regras e novos castigos.” Dito isto ele pegou uma palmatória de madeira e começou a espalmar meu pé, me deu várias palmadas na solo dos pés e soltou.

A dor era lancinante. Meu corpo já formigava demonstrando um desejo, antes estranho. Meus pés queimavam ao tocar no chão.

Ele se levantou da cadeira e começou a passar a palmatória pelo meu corpo. Enquanto dava pequenos tapinhas na minha bunda com o objeto. Ele falava pausadamente. Lembrava que a mordomia da sua ausência havia acabado.

Ele estava de volta.

Dessa vez os tapas foram dados com força na minha bunda. Eu estava totalmente sem forças. Como quem lê meus pensamentos, Aramis desamarrou meus braços. Desmoronei ao chão, com as pernas totalmente moles.

Sentindo-se afetado pelo meu cansaço, bradou:” Levanta, pois não acabamos a brincadeira ainda”.

Com pouca força fiquei de joelhos, cabeça baixa e mãos para trás. Ainda extasiada pelo prazer de receber a dor. Aramis abriu minhas pernas. Amarrou cada pé nas extremidades em um pedaço de madeira, algo que fazia com que minhas pernas ficassem extremamente abertas. Estava em pé, jogada sobre o balcão, minhas mãos amarradas no balcão que ficava em frente.

Estava novamente amarrada. Dessa vez com a bunda bem exposta.

Sentando-se no balcão, apoiou seus pés e disse:” Então pode beijar meus pés agora”. Me esforcei para levantar a cabeça e beijar os seus pés. Quando dei o primeiro beijo, tamanha era minha excitação aos seus pés. Beijei, lambi, chupei os dedos, e, quando me dei conta, já estava com metade do seu pé na minha boca.

Tudo nele era maravilhoso, inclusive os pés.

Fiquei algum tempo chupando os seus pés, enquanto estava amarrada.

Ele se levantou e foi atrás de mim, deu uma cuspidas nas mãos, passou no seu membro e começou a procurar meu sexo para enfiar sem dó. Na primeira investida ele meteu com força. Me sentia dilacerada pelas estocadas e tomada de um prazer descomunal que me deixava em total torpor corporal.

Em meio aos meus arrepios, de prazer e dor pela pele ainda sensível, conseguia ouvir ele perguntando: “Quem é seu dono? Fala quem é seu dono”. Balbuciei: “O senhor Mestre, o senhor é meu dono. Eu sou sua escrava, apenas obedeço suas vontades. Sou sua cadela”.

Ele me deixava alucinada. Como um animal, as estocadas não paravam. Ele tocou meu sexo, começou a massagear meu clitóris enquanto me socava. Não demorou e eu gozei. Um gozo que senti todo meu corpo tremer.

Agora ele se preparava para ter a sua vez de prazer.Enquanto ia pra minha frente me puxando pelos cabelos dizia para engolir suas gotinhas de gozo que saíam de seu pênis. Era a refeição que eu merecia.

Comecei a chupar meu dono. Logo ele encheu minha boca com seu quente e viscoso gozo. Engoli gota por gota e ainda lambisquei a cabeça daquele pau maravilhoso. Mesmo sem permissão, arrisquei algumas palavras:” Senhor, me perdoe, serei a melhor e mais obediente escrava.”

Ele acenou com ar severo antes de cair em sono profundo murmurou:” hoje você vai passar o dia assim: amarrada, de quatro, com o rabo aberto…Depois que descansar de minha viagem volto aqui pra te comer mais uma vez”.

Terminou a frase com dois tapinhas no meu rosto. Deu um leve beijo em meus lábios e foi tomar um longo banho, para depois entrar em sono profundo.

Estarei obedientemente esperando. Feliz. Meu Dom voltou.

Conto enviado pela seguidora Gisella Santos

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