Você me convidou para ir até a sua casa
O celular vibrou e a mensagem apareceu na tela:
“Vem agora… estou sozinha em casa, mas não temos muito tempo. Estamos escondidos… eu quero que você me coma como se fosse a última vez.”
As palavras me incendiaram por dentro. O tesão bateu tão forte que parecia impossível esperar um segundo a mais. Peguei a chave, saí correndo e fui direto para a sua casa, com o coração acelerado e o pau já duro só de imaginar.
Quando apertei a campainha, sua voz pelo interfone veio baixa, quase em um sussurro:
— Sobe rápido… entra logo… ninguém pode saber que você está aqui.
Abri a porta e lá estava você: roupão preto solto, pele exposta, olhar cheio de desejo.
Sem pensar, te agarrei pela cintura e te empurrei contra a parede da sala. Nossas bocas se encontraram em um beijo forte, molhado, cheio de urgência. Minhas mãos apertaram seu corpo com força, como se eu quisesse te devorar ali mesmo.
Arranquei o roupão, deixando ele cair no chão. Por baixo, o baby doll preto de renda revelava mais do que escondia. Seus seios apontavam, sua calcinha já marcada de molhada. Eu passei a mão e você gemeu, mordendo meu lábio.
— Anda logo… — você sussurrou. — Estamos escondidos, mas eu quero que você me foda até eu não aguentar mais.
Te sentei no sofá e você imediatamente puxou meu pau pra fora. Seus olhos brilharam antes de engolir ele todo na boca. Sua língua quente me deixou louco, babando, sugando, me olhando com aquela cara safada de quem sabia exatamente o que estava fazendo.
— Isso… engole mais fundo… — gemi, segurando seu cabelo e sentindo sua boca trabalhar em mim.
Você tirou a boca, limpou os lábios lambendo a própria saliva e disse:
— Agora mete. Faz eu gozar. Não temos tempo, mas eu quero sentir você me foder forte.
Te virei de quatro no sofá. Foi quando notei ao lado o harness, aquelas tiras de couro com argolas.
Prendi seus pulsos ali e você ficou imobilizada, de bunda empinada, pronta para mim. Passei a cabeça do meu pau pela sua buceta encharcada, provocando, e você gemeu:
— Para de enrolar! Mete! Fode com força, me faz gozar!
E eu enfiei de uma vez só, até o fundo, arrancando um grito de tesão da sua boca. Comecei a meter forte, rápido, cada estocada ecoando no sofá, o barulho molhado do nosso sexo preenchendo a sala.
— Isso! — você gemia alto. — Fode assim! Mete mais forte! Faz eu gozar, caralho!
Puxei seus cabelos, virei seu rosto para o lado, e aumentei ainda mais o ritmo. Sua buceta apertava cada vez mais, me sugando, me enlouquecendo. Você tremia presa no harness, gemendo, rebolando, pedindo mais.
— Faz eu gozar desse jeito! — você implorava. — Não temos muito tempo… mas me fode como se fosse a última vez!
E então você gritou meu nome, gozando forte, seu corpo inteiro tremendo, a buceta apertando com força. Continuei metendo mesmo assim, fodendo sem parar até gozar dentro de você, explodindo, gemendo no seu ouvido.
Ofegantes, ainda grudados, você riu maliciosa e disse baixinho:
— Agora precisamos nos recompor… não podemos ser descobertos.
Soltei suas mãos do harness, ajeitei sua roupa, e ainda te dei um último beijo antes de sussurrar:
— Um dia a gente vai ter todo o tempo do mundo, mas escondido assim, com essa adrenalina… foi a foda mais gostosa da minha vida.
Você sorriu, mordeu os lábios e respondeu:
— Então se prepara… porque eu vou querer repetir…
Nós beijamos gostoso sabe aquele beijo com sabor de sexo. Descemos escondidos e você abriu a porta com uma cara de quem quero mais. Fui embora prometendo voltar….
Conto erótico enviado por seguidor anônimo
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