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O celular deu um toque: era mensagem dela! Sempre mandavam mensagens deliciosas durante o dia. Ele adorava isso! Disfarçou e foi ler o que aquela safada havia enviado desta vez. Riu sozinho

A mensagem parecia um anúncio daqueles classificados de jornal anunciando serviços de acompanhante. Ela queria brincar de garota de programa! Bem ao seu estilo, estava lhe propondo um pequeno jogo. E o primeiro passo havia sido dado.

Ela iria esperá-lo na esquina tal, em tal horário e, conforme o combinado iria “atendê-lo” no carro mesmo. Ele passou o dia pensando nisso!

Queria que chegasse logo o final do dia só para dar aquela rapidinha gostosa com jeitinho de brincadeira. Tinham uma afinidade e tanto! Não precisava de muitas palavras, entendiam-se até pelo cheiro.

Ela, por sua vez, havia acordado cheia de tesão! Teve uma ideia e resolveu colocar em prática: mandou uma mensagem bem picante baseada num anúncio de jornal. Estava de folga nesse dia, então teria tempo suficiente para se preparar.

O dia estava um tanto frio, propício para seu “plano maligno”. Procurou uma calça mais antiga, catou uma caneta, tesoura e muita maldade. Cortou toda a parte da calça que iria ficar no meio de suas pernas. Sua bunda ficaria exposta, assim como seu sexo.

Mais tarde, saiu de casa. O inverno começava a dar o ar de sua graça… Vestiu-se bem, colocou “aquela” calça, botas de salto altas e um casaco comprido preto.

Ah, detalhe: sem calcinha! Ele não havia entrado em contato o dia inteiro; apenas retornou a sua mensagem marcando horário e local. Ele entrou no jogo… Fazia parte brincar de “faz de conta que não te conheço” (senão ia perder o encanto).

O nervosismo tomou conta dela. Isso sempre acontecia cada vez que marcavam algo: parecia uma adolescente emocionada! Não tinha nem como evitar… Era sempre assim! A paixão revira a cabeça das pessoas! Estava chegando naquela rua, ele deveria vir logo… Mas não veio. Demorou um pouco. Talvez fizesse isso de propósito apenas para que ela se sentisse realmente uma delas à espera, na expectativa.

Logo avistou o carro se aproximando. Ele fingiu abordá-la… Ela aproximou-se da janela do carro toda sorridente e fez aquele joguinho básico de sedução “express.”. Fingiram negociar. Eles sabiam jogar como ninguém: ele, perfeito no papel; ela só provocando com as palavras (e todo o resto esperando para colocar em prática!).

As poucas pessoas que cruzavam pelo local passavam atentas para observar o que estava acontecendo. Não vamos perder tempo:

– Então entra no carro… Pela porta de trás! – disse ele naquele tom severo que ela já estava acostumada. Ficava toda molhada só de ouvir sua voz. Obedeceu a sua ordem. Assim que fechou a porta, pediu que ela se tocasse… Queria ver pelo espelho ela tirando a roupa e se mostrando todinha para ele.

Tirou seu casaco e, para sua surpresa, ela simplesmente abriu as pernas. Novo modelo de calça: sacanagem fashion! Não precisava mais nada! Mesmo com toda aquela roupa, ela estava nua. Quem visse de fora, era uma mocinha normal. Ele enlouqueceu… Mudou de ideia! “Passa aqui pra frente e vem fazer o teu serviço!” Dois loucos! Parou o carro num local mais seguro e ela passou para frente, bem ao seu lado, com um sorriso safado nos lábios.

Quando se virou de frente, levantou a blusa. Estava sem sutiã, de propósito. Ele avançou rapidamente sobre eles, dando lambidas quentes, fortes. Novamente abriu as pernas e mostrou-se para ele bem do jeito que ele gostava. Lambeu o próprio mel. Perguntou se ele queria também experimentar um pouco.

Diante da afirmativa, colocou novamente os dedos em si e colocou na boca dele, para que sentisse o quanto estava morrendo de vontade. Ninguém estava vendo agora, mas o melhor de tudo é que alguém poderia ver realmente! Isso aumentava ainda mais a excitação do momento.

Abaixou-se e abriu o zíper da calça dele… Só ouviu aquele suspiro. “Vamos aquecer o motor, meu bem!” O carro ainda ligado, ele atento a movimentos externos e ela ali, procurando desvencilhar-se do cinto, da calça, da cueca… Até chegar naquele membro duro, gostoso, querendo ser sugado com muita vontade.

E assim ela fez: com muito desejo, muito tesão, com firmeza. Não podia levantar dali… Nem precisava, não queria mesmo! Estava se deliciando com o gosto dele em sua boca quente, faminta…

Deram algumas voltas de carro. Ele não podia ver sua cara safada, precisava estar atento ao trânsito. Levou-a até um local secreto, seguro, muito discreto. Queria comer ela no carro, ali mesmo, sem tirar roupa nenhuma, sem ter cama, espelho ou qualquer outra coisa: apenas os dois. Não era necessário preliminar, o próprio relacionamento deles já era uma longa preliminar. Estavam sempre prontos!

Virou-se de costas para ele (não precisava tirar nada, ele adorou a “nova calça”) e foi penetrada com força por trás. Os dois curtiam o mesmo tipo de sexo: Anal! Se não tivesse sexo anal não tinha graça. Comeu gostoso!

Tapou a boca para que ela não gritasse ou ficasse gemendo alto. Era muito tesão pra pouco espaço! E assim ficaram um bom tempo naquele vai e vem molhado, vigoroso… Entre sussurros e vidro embaçado. Delícia de homem! Sabia criar uma cena, entrar na história, sem vergonha ou pudor. Tudo era válido! O gozo veio em seguida, jorrando rápido e quente dentro dela.

Na hora do pagamento, ele abriu a carteira (precisava dar veracidade à brincadeira) e perguntou quanto era o programa:

– Mesmo que fosse de verdade, pra você eu dava de graça!

Deram risadas! Não era só sexo. Tinha humor e cumplicidade ali no meio. Toda mulher gosta de ser tratada como uma sem vergonha, mas são poucas que assumem isso.

Autoria: Conto erótico escrito por Alessandra A. (Baseado na história de Andrea L. D.)24/03/2013
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