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A ligação dela me deixou pensativo. Eu e ela saímos para nos curtir de vez em quando. Não éramos namorados, era apenas um lande casual. Tivemos bons momentos juntos no passado, só que a vida vivia nos separando. O sexo entre nós sempre foi gostoso, mas nada de grandes loucuras realizadas.

Só que agora ela veio com aquela conversa que gostaria de experimentar coisas diferentes, disse que eu poderia fazer tudo o que eu quisesse! Confesso que essa ideia mexeu comigo. Nunca havia encontrado ninguém que pudesse realizar minhas verdadeiras vontades sem me julgar. As mulheres que tive até então sempre foram do estilo tradicional. Não arriscava ser mais ousado com receio de ser mal interpretado, então sempre guardava minhas vontades.

Sorri por dentro. Agora ela iria conhecer um homem “diferente” do que estava acostumada. Liguei de volta pra ela e disse que aceitava a sua proposta, mas com apenas uma condição: eu mando, ela obedece!

Comecei a reunir todas as minhas ideias soltas por aí. Não aguentava tanta excitação. Sempre fui um cara fetichista e curti muito esses lances modernos de dominação, submissão… Estava na hora de colocar em praticar.

No dia combinado, esperei ela com vinho e vontade! A campainha denunciava indiscretamente a sua chegada, só que desta vez eu não fui atender a porta. Estava sentado no sofá, com as pernas cruzadas propositalmente, o zíper aberto e meu sexo exposto, cheio de tesão… Duro! Queria que ela me visse assim. Apenas disse um “Entra, a porta está aberta”.

Ouvi a porta se fechar, os sons do salto se aproximando, até que ela me viu ali na sala, todo despojado, pernas abertas e alisando meu p… Ela abriu o maior dos sorrisos e veio direto ao meu encontro para me beijar. Com o dedo indicador, disse pra ela ficar onde estava.

Avancei pra cima dela com rapidez e a peguei pelos cabelos. Nossos corpos ficaram colados um ao outro, fiz ela sentir o “tamanho do meu tesão”, a respiração estava tensa. Estava louco de vontade de beijar aquela boca convidativa e gostosa, mas me contive. Levei ela de encontro à parede e falei bem pertinho de seus lábios, quase a beijando:

– Quer brincar diferente hoje? Então não esquece: eu mando, você obedece. Eu disse “Tira a roupa e ajoelha agora!”

Vi um brilho diferente em seus olhos. Ela estava disposta a tudo… Fiquei com mais tesão ainda.

Caminhei em direção à mesa e peguei uma taça, enchi com um pouco de vinho. Olhei pra ela calmamente e fiquei observando tirar toda a roupa. Enquanto ela fazia isso, eu tomava um gole de vinho… Apreciava aquele corpo gostoso, seus seios fartos, sua pele macia e aquele olhar malicioso que estava adorando brincar comigo.

Abri minha calça e baixei um pouco, me aproximei dela novamente com a taça nas mãos. Com aquela linda mulher aos meus pés, comecei a andar lentamente em sua volta exibindo meu membro. Parei em sua frente e comecei a esfregar em sua cara. Imediatamente ela abriu a boca para me chupar.

“Eu não mandei me chupar ainda” falei firme e continuei passando ele na sua boca, nos olhos, no pescoço… Segurei-a pelos cabelos e fiz ela sentir meu cheiro. Comecei a provocá-la de todas as formas que pude, deixei-a ansiosa e louca para me abocanhar de vez… Até que coloquei meu membro em sua boca e derramei um pouco de vinho junto. “Agora chupa e bebe…”

Fui aos céus quando senti aquela boca quente me sugar todo junto com o vinho que eu derramava. Seus lábios me apertavam de uma maneira mais intensa, era como se quisesse me provar que estava ali realmente para obedecer todas as minhas vontades.

Então peguei sua calcinha jogada no chão e esfreguei no meu membro rígido pra deixar minha marca. Fiz ela cheirar pra avisar que o seu dono era eu. Todas as ordens eram para ser obedecidas, caso contrário seria aplicado um castigo.

Ordenei que pegasse a calça preta de couro que vestia minutos atrás. Atendeu prontamente minha ordem. Então cheirei sua calça como se estivesse apreciando um perfume valioso, seu cheiro de fêmea no cio… Fiquei mais excitado ainda e muitas ideias vieram à minha mente. O estágio passou da saudade para a maldade.

Vendei seus olhos. Pedi que colocasse as mãos para trás e a “algemei” com a própria calcinha. Comecei a fazer um jogo de mistérios a partir daquele momento. Sua respiração estava acelerada, pois não sabia o que viria…

Ainda de joelhos e sem poder me tocar, eu derramei um pouco de vinho em sua boca lentamente e coloquei meu p… com toda a vontade! Ela caprichou no sexo oral. Depois esfreguei meu membro em seu rosto e observei suas reações. O prazer aumentando cada vez mais.

Ela implora pelo meu corpo… Cada vez mais louca com aquele jogo. Levanto ela, seguro-a pelo braço e levo para meu quarto. Ela apenas escuta os ruídos enquanto é conduzida. Sei que seus sentidos estão a mil por não saber o que está acontecendo…

Coloco ela em cima da cama. Primeiro de joelhos, de costas para mim… Depois de quatro, com o rosto encostado na cama. Aquela posição me deixa louco de tesão! Peguei um par de luvas de procedimento, aquelas que médico ou dentista usam. Também coloco camisinha. E ela na expectativa.

Uma palmada na bunda para atiçar e minha língua começa a brincar em sua fenda úmida. Fiz um sexo oral daqueles que nunca tinha feito antes, penetrando meus dedos com aquelas luvas.  Cada investida, uma contorcida de prazer até ela explodir num gozo farto e abundante. Pude me saciar com seu néctar que escorria no meio de suas pernas…

Escuto seus gemidos me pedindo para penetrá-la. Desta vez sou eu que obedeço… Meus movimentos de vai e vem se tornam cadenciados, oscilando entre forte e bruscos, suaves e lentos. Sinto meu tesão aumentar e o gozo se aproximar. Paro e respiro para me recompor.

Mudamos de posição e solto seus braços. Agora deitada, mas ainda vendada ela não imagina o que vou fazer… Abro bem suas pernas e troco de camisinha. Peguei um lubrificante e comecei meu aquecimento. Ela estremeceu de prazer ao perceber a minha intenção.

Fizemos um anal gostoso como jamais tinhamos feito antes. Nesse instante ela se soltou ainda mais e pediu para meter fundo…. Tudo! Tirou a venda e fixou seu olhar no meu. Sorriu como se estivesse me dizendo “mete mais”! Nós adorávamos fazer aquilo!

Senti que estava prestes a gozar… Ela também! Nossos corpos chegaram juntos ao clímax entre gritos e gemidos. E a nossa noite estava apenas começando.

Fonte: conto erótico enviado por L.

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