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Ha um bom tempo atrás, num churrasco entre amigos, conheci a amante de um amigo meu. Confesso que fiquei fascinado por ela desde o início, apesar de saber do relacionamento dos dois. Aline era novinha, 19 anos, uma menina atraente, olhar penetrante e decidido, morena dos cabelos cacheados lindos e cheirosos… Tinha o corpo proporcional ao seu tamanho, seios pequenos.

Trocávamos olhares maliciosos cada vez que tínhamos oportunidade de nos encontrar. Meu amigo era casado, eu era solteiro. Acho que ela estava a fim de largar fora desta relação quando começou a me dar maior atenção. Definitivamente, sentia que ela me dava todas as dicas que estava atraída por mim.

Depois de alguns encontros com amigos em comum, fui convidado por ela para conhecer seu pequeno apartamento. Dias antes, tinha ajudado ela a fazer a mudança para o novo espaço, agora queria me mostrar como tinha ficado. Era a dica que eu precisava para me aproximar melhor da minha pequena.

Naquela tarde, chegando ao seu apartamento, fui recebido pela morena sorridente. Como amigo, claro! E eu, com o coração saindo pela boca de felicidade. Aline me mostrou seu novo lar, me apresentou alguns trabalhos que fazia em casa e conversamos bastante. Tínhamos uma afinidade incrível! Acho até que ela se sentia melhor comigo do que com o outro… Enquanto isso, eu observava secretamente aquelas curvas…

Papo vai, papo vem, entramos na “área sexual”. Exatamente o que eu queria! Como tínhamos um diálogo aberto e já havíamos conversado antes sobre sexo, era natural para os dois este assunto. Com a cara mais “inocente” deste mundo, me contou que tinha uma coleção de calcinhas. Pedi pra ver!

A gaveta transbordava de pequenos panos rendados, com lacinhos, de diferentes tecidos e cores. Imediatamente pedi que mostrasse em seu corpo num desfile de calcinhas sensuais. Com um grande sorriso, disse que não se sentiria à vontade. Insisti da maneira mais gostosa que pude e ela cedeu.

Sentado naquele sofá, já com meu membro querendo sair calça, assistia Aline desfilar na minha frente, com aquelas calcinhas minúsculas e aquele corpinho de menina! Branca, vermelha, preta, rosa… Não importava a cor da calcinha! Só sei que aquela provocação toda estava me deixando louco.

O espaço naquela salinha era muito pequeno. Levantei-me várias vezes e agarrei-a por trás. Ela me empurrava, dizendo não! Forçava a situação e mesmo assim ela negava. Só que eu sabia que seus olhos estavam dizendo: “Sim!”.

Começamos a nos beijar… O primeiro beijo entre nós! Aquele cheiro doce que ela tinha me deixava completamente excitado e já não via a hora de provar o seu sexo. Acariciei seus pequenos seios com uma mão e a outra já passeava por lugares proibidos. Estava na hora de “invadir”… Encontrei-a toda molhadinha, dizendo muitos “nãos” ao meu ouvido e me masturbando com a sua mão.

Deitamos no chão da sala, em cima de um tapete. Ela veio por cima, fazendo um vai-e-vem com seu ventre em meu membro. Puxou ele para fora da cueca e explorou-o da cabeça ao tronco. Aquela boca quentinha me sugava devagar e com força, me fazendo gemer com vontade.

Não me aguentei! Deitei Aline no tapete e abri bem as suas pernas. Ela era toda pequenina! Delicada, cheirosa! Com receio, pediu para parar… “Não devemos seguir adiante!” – falou toda medrosa. A esta altura, o sentimento de culpa foi substituído pelo mais puro tesão e entrega.

Com toda a tensão do momento, acha que eu atendi ao pedido dela? Mergulhei entre as pernas de Aline e penetrei minha língua na sua fenda úmida. Ela arqueou o corpo em resposta. Lambi aquela menina de todas as formas que conhecia. Não havia pedacinho daquele corpo que não chupei com vontade!

Eu me abastecia daquele suco delicioso que saía quentinho dentro dela. Sentia que ela puxava minha cabeça de encontro ao seu sexo, cada vez mais forte. Sabia que iria gozar em seguida… De repente, senti aqueles pequenos espasmos contraírem em minha boca. Aline explodiu num orgasmo para eu nunca mais esquecer.

Daí em diante, ela liberou todos os caminhos e caímos nos deleites do sexo! Coloquei-a de quatro e penetrei com uma voracidade intensa até chegarmos ao orgasmo! Depois desse dia, nos vimos por mais vezes. O relacionamento dos dois terminou logo em seguida. Anos mais tarde ainda tivemos um breve relacionamento cheio de fetiches deliciosos. Continuamos amigos e mantemos contato até hoje, vinte e um anos depois. Uma afinidade que prevalece além do tempo e distância que nos separa.

A vida nos deu rumos diferentes, mas nunca mais achei uma mulher que me impressionasse tanto em criatividade sexual como ela. Anos depois fiquei sabendo que naquele dia foi a primeira vez na vida que ela teve um orgasmo… O seu primeiro sexo oral!

Fonte: Conto baseado na história de Paulo N. – Escrito por Alessandra A.

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