A Morena das Pernas Longas

Uma conversa inocente vira desejo. Um encontro proibido vira memória. E anos depois… a história pode recomeçar, só que com os papéis invertidos. Venha conferir essa reviravolta da vida:

Existe um tipo de mulher que sempre me excita: as morenas.

Um dia tive a sorte de conhecer uma delas em uma sala de bate-papo, na época em que as pessoas se conectavam pelo MSN. Começamos com uma conversa simples, trocamos e-mails e, quando percebi, já estávamos nos falando todos os dias.

Nunca trocamos fotos no início. Nem eu, nem ela. Também não usávamos palavras pesadas, eram conversas leves, sobre rotina, dia a dia… mas havia algo ali. Eu gostava de falar com ela. Me transmitia conforto, segurança… parecia que me entendia como ninguém.

Naquela época, eu era casado. Meu casamento estava em crise, carente em todos os sentidos. E foi exatamente nessa brecha que ela entrou na minha vida.

Mesmo assim, eu tinha receio. A cidade onde moramos é pequena… qualquer deslize vira fofoca.

Até que, em um sábado à tarde, minha esposa estava viajando e eu sozinho em casa. Entrei no MSN, quase por impulso… e ela estava online.

Dessa vez, ligamos a câmera.

Foi imediato. Gostei do sorriso, do cabelo longo, mas, principalmente, daquela boca. Eu simplesmente não conseguia prestar atenção em mais nada.

Convidei para nos encontrarmos naquela noite.

Ela hesitou. Sair com um homem casado não fazia parte dos planos dela. Mas, depois de insistir, consegui convencê-la. Disse que queria apenas companhia… uma conversa, talvez um pouco de carinho.

Marcamos.

Eu fui correndo comprar vinho, sorvete, chocolate. Estava nervoso, inquieto, com uma mistura de medo e excitação.

Na hora marcada, liguei. Ela disse que ainda não estava pronta. Fiquei rodando pela cidade, tentando não ser visto. Até que o telefone toca:

— Pode vir.

A adrenalina subiu na hora.

Parei no local combinado. E então ela apareceu. Parecia uma deusa. Corpo magro, elegante, cabelo longo, pernas bonitas… e aquele sorriso que desmontava qualquer defesa.

Nos apresentamos meio sem jeito, trocando frases soltas, nos observando.

Eu tinha caprichado: roupa, perfume, barba feita. E ela ali, impecável, cheirosa, salto alto, cabelo ainda levemente úmido…

O destino já estava decidido. Fomos para o motel.

Ao entrar, ela sentou na beira da cama, cruzou as pernas e ficou me observando servir o vinho. Nossos olhares se encontravam o tempo todo. Eu já não conseguia disfarçar o desejo.

Sentei ao lado dela. Tentamos conversr, mas a atenção já não estava ali. Sua boca entreaberta parecia um convite.

Quando nos beijamos, foi intenso. Urgente. Ficamos ali, nos explorando, nos descobrindo com pressa, como se o tempo fosse curto demais para tudo aquilo.

Levantei e me expus. Sem hesitar, ela se aproximou.

Começou devagar, com controle, como se soubesse exatamente o efeito que causava. O ritmo, a forma, tudo me tirava do eixo.

Eu pedia mais, tentava segurar, mas não consegui. Me entreguei ali mesmo, completamente.

Ela apenas me olhou, com um sorriso malicioso:

— Gostou?

Nem precisava perguntar. Fomos para o centro da cama.

Eu não conseguia parar de tocá-la. Cada detalhe, cada reação, tudo me puxava ainda mais para dentro daquele momento.

Quando voltei a estar pronto, segui para o ritmo que mais me excita: lento, controlado… sentindo cada movimento, cada resposta do corpo dela.

Observava tudo. O encaixe, o movimento, a forma como ela reagia, enquanto minhas mãos percorriam seu corpo.

Quando a puxei mais contra mim, explorando ainda mais, senti a reação dela mudar. Ficou mais intensa, mais entregue. Ela virou de costas, se posicionando com intenção. E eu não precisei de mais nada.

Aquele momento foi bruto, intenso e diferente de tudo que eu já tinha vivido. Quando terminei, mal conseguia respirar.

Ficamos ali, próximos, sentindo o calor, o cheiro, absorvendo tudo. Mas não podíamos ficar. Ela disse que precisava ir. Eu também não podia arriscar.

Nos vestimos. Nos beijamos. E fomos embora. Depois disso, ela começou a se afastar.

Quando conversamos, foi direta: não queria se envolver com um homem casado e já estava começando a sentir mais do que deveria.

O tempo passou.

Até que, um dia desses, encontrei ela novamente. Continua linda. Intensa. Com aquele mesmo olhar.

Mas dessa vez quem está casada é ela. E eu fiquei com uma pergunta martelando na cabeça:

Será que agora vai rolar?

Conto erótico enviado por seguidor anônimo

Uma observação: esse conto trabalha muito bem o gatilho psicológico do proibido + timing errado, um dos elementos que mais prende leitura nesse nicho. A tensão não está só no sexo, mas naquilo que quase não aconteceu e pode voltar. E convenhamos, histórias proibidas atiçam a imaginação de qualquer um…

Essa é uma história real, compartilhada de forma anônima para preservar a identidade de quem viveu essa experiência. Agora me conta:

Você acha que histórias assim devem ficar no passado ou certas conexões merecem uma segunda chance? Quero saber sua opinião aqui nos comentários.

Se esse conto te prendeu, tem mais esperando por você.

Leia também: Uma deliciosa troca de papéis: quando o controle muda de mãos e o prazer também.

Aqui, cada história é um convite. E a próxima pode ser a sua.

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