Algumas fantasias não surgem do nada. Elas amadurecem com o tempo, crescem durante o sexo e, quando finalmente ganham forma, não pedem licença para voltar atrás. Conheça essa incrível história de nosso seguidor relatando uma experiência cuckold através do site Sexlog.
Meu nome é Roger, tenho 44 anos, e sou casado com a Lia há 18. Estamos no meio liberal há cerca de 16 anos. Somos um casal comum fora da cama, mas dentro dela sempre fomos curiosos, abertos e dispostos a experimentar.
Eu sempre fui ligado a esportes e academia, embora a pandemia tenha bagunçado um pouco essa rotina. Tenho 1,71, cabelos e olhos castanhos. A Lia tem 46 anos, 1,65, pele clara, cabelos ruivos e um corpo fofinho e delicioso que sempre me deixou completamente louco.
Nossa entrada nesse mundo começou com experiências entre mulheres, realizando uma fantasia antiga dela: transar com outra mulher. Apoiei desde o início e, confesso, curti cada detalhe. Com o tempo, vieram experiências com casais, sempre mantendo o bi feminino, até que naturalmente partimos para a troca completa.
Nunca tivemos, de início, a intenção de envolver singles masculinos. Mas há cerca de três anos essa ideia começou a aparecer nas nossas transas. Falávamos disso enquanto transávamos, imaginávamos cenas, descrevíamos situações. A cada vez, os orgasmos ficavam mais intensos. Era impossível ignorar: aquela fantasia queria sair da cabeça e virar realidade.
Tivemos quatro experiências com singles nesse período. Vou pular as três primeiras e ir direto para a última, que aconteceu recentemente.
Depois de quase um ano e meio sem sair por causa da pandemia, decidimos retomar, com todos os cuidados. Passamos a procurar um single que realmente nos agradasse.
A Lia já tinha vivido experiências antes de me conhecer, mas nunca havia transado com um homem negro. A única tentativa que teve no passado terminou frustrada, o que acabou criando um bloqueio. Eu, por outro lado, sempre fantasiei em ver um homem negro, de presença forte, fodendo a buceta branca e lisinha da minha esposa.
Somos assinantes do Sexlog e, após algumas semanas de conversa, escolhemos um perfil em especial. Leandro, nome fictício, tinha bom papo, corpo em dia e, pelas fotos, um pau de tamanho bastante convidativo.
Conversamos por cerca de dez dias até decidir que era hora de nos encontrar.
O primeiro encontro não deu certo por agenda. Para não esfriar o clima, marcamos na segunda-feira seguinte, no início da noite, em um shopping de São Paulo. Chegamos antes, escolhemos um café tranquilo e aguardamos.
Quando Leandro chegou, confirmou tudo o que vimos nas fotos. Não era alto, mas tinha presença, postura e uma conversa fácil. O papo fluiu leve, gostoso. Em determinado momento, mandei uma mensagem para a Lia:
“E aí… essa conversa vai acabar na cama ou arrumou uma desculpa?”
Ela não respondeu. Apenas me olhou e sorriu daquele jeito safado que eu conheço bem. A resposta estava dada.
Fiz a pergunta direta: se encerraríamos a noite ali ou se daríamos sequência. Leandro respondeu sem hesitar que iria para onde quiséssemos. A Lia se levantou, pegou a bolsa e disse:
“Então vamos.”
Fomos para o carro. Eu dirigindo, Lia no banco da frente e Leandro atrás. Mal saímos da vaga e ele comentou que seria ótimo ter a companhia dela no banco de trás. Parei o carro sem dizer uma palavra. A Lia me deu um beijo rápido, como quem agradece a permissão, e foi para trás.
Ela mal fechou a porta e já soltou:
“Nossa… já está assim?”
Depois me contou que ele pegou a mão dela e levou direto até o pau duro. Antes mesmo de sairmos do estacionamento, já dava para ouvir beijos e gemidos. Pelo retrovisor, vi os dois se agarrando. Meu pau reagiu imediatamente, pulsando dentro da calça.
Na escuridão da rua, eu não via tudo, mas ouvia perfeitamente. Ajustei o retrovisor e vi Leandro com o vestido dela levantado, chupando seus peitos enquanto enfiava os dedos na boceta, puxando a calcinha de lado. Dirigir naquela condição virou um desafio: uma mão no volante, outra no pau, um olho na rua e outro tentando captar cada cena.
Quando percebi, a Lia já estava ajoelhada no banco de trás, mamando a rola dele. Só parou quando chegamos ao motel e precisou se ajeitar para a entrada. O olhar da recepcionista era de julgamento puro. Confesso que aquilo só aumentou meu tesão.
Na garagem, assim que abri a porta de trás, ela voltou a abocanhar aquela rola preta com vontade. Subimos para o quarto e a cena se montou rápido: Leandro tirou a camisa, Lia deixou o vestido cair, revelando uma lingerie que eu conhecia bem, daquelas que ela usa quando vai dar para outros homens.
Ela veio até mim, me beijou com a boca ainda marcada pelo gosto dele, esfregando aquilo na minha cara de propósito. Colocou meu pau para fora e começou a me masturbar. Sussurrei que se continuasse eu gozaria ali mesmo e mandei ela ir mostrar ao amigo o quanto era safada.
Ela chamou Leandro. Ele veio por trás, esfregando a rola dura na bunda empinada, beijando sua nuca. A Lia segurava uma rola em cada mão, completamente no controle. Soltei o sutiã dela, liberando os peitos, que ele passou a mamar com fome.
A cena se alternava: ela chupava um, depois o outro. Calcinha puxada de lado, dedos no grelo, buceta escorrendo. Leandro tirou a calcinha com calma e passou a língua entre a buceta e o cuzinho dela enquanto ela mamava meu pau. Os gemidos tomaram o quarto.
Deitada na cama, pernas abertas, ela pediu camisinha. Beijou Leandro e ordenou que ele a comesse. Ele colocou, encaixou devagar e começou a foder com força crescente. A Lia gritava, xingava, pedia mais. Foi virada de quatro, recebeu dedadas no cu enquanto era comida fundo.
Depois pediu para cavalgar. Enterrou a rola inteira, olhou para mim e me chamou para completar. Encaixei com cuidado no cu já relaxado. Ficamos ali, em DP, até ela pedir que Leandro gozasse nela.
Ele tirou a camisinha e lavou a barriga, os peitos e o rosto da Lia com porra. Eu não resisti e completei a cena, gozando junto, cobrindo minha esposa.
Depois de alguns minutos, banho e silêncio satisfeito. Voltamos para casa exaustos e completamente realizados.
No dia seguinte, mandei mensagem dizendo que não gostei da parte do carro porque não consegui ver tudo. Ela me respondeu descrevendo cada detalhe do que aconteceu ali atrás, enquanto me provocava de propósito.
Foi assim que começamos a semana…
Conto erótico enviado anonimamente por um de nossos seguidores.
E você, faria o mesmo?
Essa situação te excitou, te provocou ou te fez lembrar de alguma fantasia que ainda não saiu da cabeça? Conta nos comentários o que mais te pegou nessa história ou o que você teria feito diferente. Aqui, ninguém julga. Só compartilha.
👉 Se esse conto te envolveu, talvez você também curta o Conto Louco pra Ver a Esposa com Outro.
Esta é uma história real, relatada por quem viveu a experiência. Os nomes foram alterados para preservar o anonimato dos envolvidos.



