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Dois mecânicos viraram minha cabeça num dia desses.

Vivi ultimamente uma situação fora do comum. Sou uma mulher acostumada com as coisas boas da vida. Tenho bom emprego e não posso reclamar de nada, em termos financeiros.

Mas confesso que, lá no fundo, sempre tive atração por homens rudes, viris e nem um pouco com classe. Não posso ver homens assim que fico fantasiando mil loucuras.

Há um tempo atrás, uma situação dessas veio ao meu encontro.

Bem, eu passeava de carro pelos arredores da cidade quando o motor do meu carro começou a fazer barulhos estranhos até parar no meio do caminho. Desci para procurar ajuda.

Não sei se foi sorte ou destino, mas a poucos metros dali, havia uma placa indicando sobre uma oficina mecânica. Fui lá ver.

A oficina era um vão estreito, com grades na frente, um sofá de um lado e uma mesa cheia de objetos. Chamei por alguém.

Logo surgiu um homem alto, com a barba por fazer, cara de mau. Olhou pra mim, toda no salto alto e roupas finas, dos pés à cabeça. Amenizou o olhar, quem sabe gostou do que viu. Senti uma pontinha de malícia em seu olhar (e um frio percorrer minhas costas!).

Perguntou o que queria. Relatei o meu problema e ele se prontificou em me ajudar. Foi até a rua verificar o carro e o trouxe até a oficina.

Enquanto o mecânico examinava o problema, sentei no sofá, de cantinho, com as pernas levemente cruzadas. Ele me olhou rapidamente e molhou os lábios discretamente.

Senti maldade! Fiquei com uma ponta de medo (e ao mesmo tempo, excitação). Aquele jeito dele era exatamente o que me deixava com tesão!

De repente apareceu outro mecânico ali (nossa, bom demais para ser verdade!). Um pouco mais baixo, parecia bonito; estava com uniforme todo sujo de graxa. Era mais simpático, sorriu e conversou comigo.

O clima ficou mais descontraído. Aparentemente o conserto havia sido feito, mas agora as atenções daqueles mecânicos eram todas para mim.

“O que uma moça tão linda estava fazendo por aqueles lados numa hora dessas…” e outros assuntos nem um pouco relacionados a negócios. Entrei no jogo não sei nem por que!

Nem percebi o tempo passar, mas ficamos um bom tempo conversando besteiras e dando risadas. Propositalmente estava dando todas as dicas possíveis que algo poderia rolar, pois vi ali a chance de uma fantasia antiga prestes a se realizar.

Fazer sexo com dois mecânicos era o máximo de todas as minhas fantasias sexuais! E claro que eu não poderia perder esta chance maravilhosa!

Alguém deve ter lido meu pensamento, pois um deles foi até a porta e fechou a garagem. Nervosa e excitada, não consegui mais ficar parada naquele sofá.

Perguntei quanto era o serviço. Os dois mecânicos sorriram e disseram que não era preciso pagar nada. Fiquei de pernas bambas com a resposta. Sabia que isto iria acontecer e me permiti (na “cara dura”) uma pequena loucura em minha vida tão certinha.

O mecânico alto se aproximou e começou a tirar lentamente minha roupa. Estava paralisada com toda aquela situação, parecia que nada disso estava acontecendo. E o tesão escorrendo pelas pernas!

Enquanto isso, o outro se abaixou diante de mim e tirou meus sapatos. Em questão de segundos, estava nua diante dos dois. Que loucura! Nem consegui reclamar que minha roupa cara tinha sido jogada no chão.

Aqueles homens fortes, suados e rudes estavam me despertando sensações estranhas. Reparei que um deles baixou o macacão; o outro me pegou no colo e colocou em cima da mesinha. Abriu bem minhas pernas e falou olhando em meus olhos que iria me chupar tanto até eu gozar na boca dele! Quase gozei no final da frase, isso sim!

Não pude deixar de gemer quando senti aquela boca quente e sua língua áspera em meu sexo. Sua barba mal feita arranhava minha pele. Puxei-o pelos cabelos e joguei a cabeça pra trás, me deliciando naquele momento.

O outro veio direto em meus seios. Começou a me sugar e lamber com maestria, desde a base do seio até os mamilos, de uma forma que nunca tinha experimentado. Duas bocas me lambendo.Cada vez me abria mais para sentir os beijos molhados daquele homem.

Comecei a gemer baixinho. Só ouvi um dos mecânicos dizendo: “Pode gritar que aqui ninguém vai te ouvir!” Então não me contive: soltei um gemido alto enquanto explodia num orgasmo intenso.

Eles se revezaram em posições e desta vez foi o outro que continuou o serviço oral. Mal tinha me recuperado do gozo e o outro já veio enfiando língua por todos os lados. Na posição que estava (deitada na mesa, de pernas abertas e cabeça jogada pra trás), permitia que o outro viesse com seu sexo e enfiasse em minha boca. Nunca tinha feito isso de cabeça pra baixo! Retribui todo o prazer que ele me deu!

De repente, me senti penetrada com toda a força. Uma penetração quentíssima, bem justa. Ele tinha uma “ferramenta” grossa, gostosa e, pelo que pude perceber, era meio curvado. Segurava minhas pernas escandalosamente abertas e metia sem parar! Não pude me conter em nenhum momento; gritava e gemia com um prazer tão intenso, que nem parecia aquela dondoca recatada que a sociedade conhece. Só ouvia palavras obscenas! Fiquei arrepiada.

Ele ficou um bom tempo ainda em cima de mim, se aproveitando de todo e qualquer pedacinho meu. Sentia cheiro de macho, de sexo, de carro, tudo junto! Estava me sentindo toda cheia, toda possuída.

Estava num devaneio total e mal percebi quando trocaram de posições novamente. Agora estava sendo penetrada pelo outro. Este pau já era reto, mais rápido e mais selvagem. Machucou-me um pouco!

Aquela oficina era só sussurros, gemidos e trepada… Das boas, diga-se de passagem! Tiraram-me da mesa e me colocaram de quatro no pequeno sofá. Novamente, toda aberta!

Um deles começou a bolinar meu rabo. Fiquei mais arrebitada do que já estava! Começaram a morder minhas nádegas, um de cada lado. Depois disso, senti que cuspiram em mim e os dedos entravam e saíam dali. Não deu pra identificar de quem eram os dedos, mas era um “entra e sai” muito gostoso.

O mecânico mais alto me abriu lentamente, penetrando com cuidado. Bem devagar para que eu pudesse me acostumar ao tamanho. Soltei um grito! Parecia que entrou rasgando. Tapou minha boca.

Fui, literalmente, usada e abusada daqueles dois cafajestes e tesudos! Por um, depois o outro. Até que um deles sentou no sofá e me colocou em cima dele. Eu me posicionei em cima daquela rola grossa e comecei a cavalgar feito louca.

Estava descontrolada de tanto tesão! Logo em seguida senti o outro me enrabar sem dó! Que sensação indescritível é dois paus entrando e saindo, tanto do cuzinho quanto da buceta. A impressão é de estar deliciosamente arregaçada...

Sinceramente, não sei quantos orgasmos atingi naquelas penetrações duplas. Um dos mecânicos gozou dentro do meu cu. Ele ficou todo melado de porra quente, que sentia escorrer abundante pelas pernas. O outro gozou na minha cara, me deixou toda lambuzada. Ainda esfregou o pau na minha boca, pedindo mais uma chupada.

Foi uma sensação alucinante!

Mais tarde, depois de todo o serviço completo (no carro e em mim), trocamos alguns beijos, breves conversas. Não me cobraram nada, claro.

Juntei minhas roupas de grife do chão, ajeitei meu cabelo e sorri. Nunca me senti tão depravada! Nem imaginava que aquele seria o dia da minha tão sonhada fantasia sexual com dois mecânicos.

Fui pra casa com aquele cheiro grudado na pele pra nunca mais esquecer.

De vez em quando eu volto lá naquela oficina pra ser bem comida novamente…

Conto erótico enviado por seguidora anônima

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