Menage na Noite de Natal

Já pensou ganhar um Menage na Noite de Natal?

O dia era 20 de dezembro, aparentemente nada fora do normal, somente a formatura do nosso filho mais novo, onde deixava o ensino infantil.

Porém não venho aqui hoje contar como foi a formatura e sim contar a origem de uma das mais gostosas aventuras que vivi.

Já era quase o final da formatura, quando olhei para trás, já que estávamos sentados na primeira fila e dou de cara com uma mulher morena, estatura mediana, aproximadamente uns 23 anos. Ela estava mexendo em seu celular quando levantou o olhar e me olhou.

Neste momento, não sei por qual motivo ela sorriu. Eu, sem entender, achei que poderia estar com a boca suja ou algo do tipo, porque tínhamos acabado de receber o lanche da formatura.

Aquele olhar despretensioso me despertou uma curiosidade daquele breve sorriso.

A formatura acabou e ali seguimos. Esse momento ficou no ar.

Eu, Thiago, sou talvez o mais comunicativo do casal. Sou curioso, sempre pesquisando. Eis que os algoritmos da vida me levaram a lugares interessantes…

Olhando as postagens da formatura, de amigos em comum, quem aparece? A dita cuja do breve sorriso.

Embora nós morássemos em uma vila, o rosto dela não era estranho. Mas não tínhamos intimidade nem ao menos nenhum seguia o outro. Dei uma breve olhada no perfil e me perguntei por que não enviar o convite e seguir, né?

Para minha surpresa, ela logo aceitou e enviou o convite de volta. 

Eu, como bom geminiano e com a pulga atrás da orelha que a olhada dela deixou, fui logo mandando um oi. Ela educadamente respondeu e ali fui logo perguntando sem rodeios.

Ela respondeu, não sei se foi sincera, mas respondeu. E confesso que não foi a resposta que esperava, mas ficou aquela “deixa” no ar. 

Daí não lembro em qual momento da conversa que algo ficou meio subentendido e eu fui logo soltando as minhas indiretas,  insinuando as coisas. 

A princípio ela foi respondendo e reagindo bem. Porém, senti que ela poderia estar receosa, pois estava conversando com alguém casado. 

Mas logo ela percebeu e entendi que algo sairia dali graças a um elogio que ela fez da minha esposa, que por sinal ela estava linda e sedutora.

Após esse elogio, soltei outra indireta e logo em seguida já disse “brincadeira” pra eu ver qual seria a dela. Adivinhe o que aconteceu?

Ela não correu e deixou se envolver na brincadeira. Também me elogiou por tabela, mas não teve problema. Sentia que algo bom sairia dali. 

Vocês devem estar se perguntando “onde é que essa história vai chegar”? 

Então, sou casado com a Carol há 15 anos, temos 3 filhos e digamos que, do namoro até hoje, sempre fomos bem intensos e aventureiros sexualmente. Somos cúmplices, amigos e melhores amantes um do outro. 

Agora já deu pra imaginar o que virá pela frente? Vamos voltar a nossa história.

A conversa estava fluindo bem que logo comentei com a Carol sobre a “Laiani” (vamos chamá-la assim). E para a minha surpresa ela já a conhecia, pois em idas e vindas na escola elas sempre se viam. Logo não eram estranhas.

Algo positivo, ao meu ver. Logo fiquei imaginando o que poderia vir pela frente.

Em 3 dias mais ou menos, parecia que eu conhecia a Laiani há tempos, e em contrapartida, intimidade e confiança pegou rápido.

Ela contou algumas coisas sobre sua vida e, em devolutiva, contei algo sobre nós. Tudo o que queria!

Aqui vai dar “match”! O tiro que antes parecia no escuro, vai ser no alvo. 

Digo isso porque acabei descobrindo o seu lado bissexual. 

Nesses 15 anos com a Carol, era algo que ainda não tínhamos vivenciado. Embora já tivéssemos vivências com outras mulheres, na minha cabeça, com ela seria diferente porque ela sentia atração por mulheres. 

Conhecendo bem a minha esposa era algo que gostaríamos de viver.

Porém ainda não tinha comentado com a minha esposa o ponto em que estava a nossa conversa. Isso eu nunca escondo, pois é algo que faz parte da gente: a sinceridade, cumplicidade e confiança.

Se algo sai às escondidas, posso colocar isso tudo a perder. 

Daí mostrei a conversa toda pra ela e esperei a sua reação. Vi que não era o que eu esperava, porque para nós não existe essa de fazer algo para agradar. Tem que ter o clima e vontade de fazer. 

Porém eu sabia que se organizasse tudo certinho. Com uma bebida e uma boa conversa poderia rolar um menage. E ali acabaria de uma vez a tão sonhada fantasia da minha parte, o que é importante frisar. 

Sempre em nossas conversas Carol sempre deixou claro que gosta de tomar conta da situação e controlar tudo para se satisfazer. 

Embora eu não tivesse o feedback que gostaria, o Natal se aproximava. No meio das conversas convidei a Laiani.

Nesse ano resolvemos fazer algo em casa mesmo, só nós mesmos, e se ela se sentisse à vontade poderia se juntar com a gente.

A noite de natal chegou. Estava tudo pronto e bonito, ceiamos em família, brincamos e aproveitamos em família.

De repente recebi uma mensagem, Era Laiani perguntando se ainda estávamos de pé e se estávamos a sós? Respondi que sim e que aguardávamos ela. 

Ela disse que passaria em casa primeiro. Confesso que ali senti que poderia ganhar meu presente de Natal.

Já passava das 23h quando ela apareceu na nossa casa. O papo estava fluindo bem entre nós. Minha esposa animada, brincando e eu ali analisando toda a situação para sentir se poderia rolar algo ou não.

Afinal, estávamos em casa com filhos dormindo, mas me deixei levar e ver o que dava. 

A coisa foi ganhando uma forma tão boa que há tempos não íamos até tão tarde acordados e dispostos. As horas passando e eu ali tentando achar uma brecha pra ver se ia sair algo.

Quem me conhece sabe que sou bastante brincalhão e se vejo brecha eu invisto mesmo. Cerveja vai, papo também e eu já estava ficando agoniado.

Quando comecei a sentir que a Laiani também queria algo e a Carol já se soltava, vi luz no fim do túnel.

Foi aí que a Laiani me ajudou. Em casa tínhamos preparado um canto pra tirar foto. Tinha um tapete no chão, um som ambiente rolando…

Apaguei as luzes e deixei apenas o pisca-pisca da ornamentação de Natal, quando a Laiani me perguntou o que eu queria. 

Ufa, ali senti que ia rolar. Então ela disse: “vamos brincar de rodar a garrafa e um desafia o outro”. E ali começamos! 

De cara, já caiu pra mim e logo pedi que ela beijasse a minha esposa. Nossaaaaa!! Parei tudo e só observei a cena. Que beijo foi aquele?!! 

Olhei todos os detalhes e reação do corpo das duas. Sabe aquele beijo que você percebe que encaixou direitinho? Foi esse mesmo. 

Não sei por quanto tempo se beijaram, mas me lembro bem de cada detalhe. 

Rodamos a garrafa de novo e ali eu desafio Laiani novamente, só que dessa vez era para chupar os seios da Carol. 

Laiani se preparou bem, respirou fundo. Parecia que ela não acreditava que aquilo ali estava acontecendo. Foi com toda aquela delicadeza que só mulher tem, aliada a vontade que ela estava, deu pra perceber que nada era mecânico. Ela sentia prazer e estava ali se realizando. 

Mais uma vez fiquei atentamente olhando a tudo e todas as reações. Carol já delirava, Laiani se afogava. Tudo estava muito gostoso e eu ali já cheio de tesão. 

Mais uma vez rodamos a garrafa e desta vez foi Laiani que me pediu para que eu chupasse os seios da Carol. 

Ali caí de boca e dei o meu melhor. Queria que aquele momento fosse como o esperado. Quando dei uma leve pausa, olhei para Laiani e chamei: “vem que ela tem dois…” 

Ali começava, se não a melhor, umas das melhores fantasias já vividas por mim. Entre chupadas no seio, evoluímos para beijos e amassos, quando fui com a minha mão no sexo da Carol que já se derretia de tanto prazer.

Logo peguei a mão da Laiani e dirigi a mão dela também para que ela sentisse o tesão que Carol estava. 

Dali em diante parei de direcionar e deixei elas à vontade. Me afastei por um instante, voltei analisar tudo e me deliciar com todas as cenas. 

Confesso nunca ter visto a Carol rendida daquela maneira. Digo isso em todos os sentidos, beijos, carícias, toques e muito mais. 

Pra quem dizia que não poderia gostar, estava jogada no momento. Talvez por saber que eu estava ali olhando tudo, e segundo ela, com um olhar de bobo de menino (comentário feito por ela após conversarmos sobre esse momento).

Parei de olhar e fui participar. Beijei Laiani, chupei seus seios enquanto Carol chupava a sua buceta. Nossa, tudo muito gostoso!

Aproveitei a posição que a Carol estava e fui pra trás dela e comecei a meter meu pau devagar. Que cena era aquela!! Comendo a minha esposa, ela chupando a nossa convidada e a convidada delirando de prazer.

Socava gostoso, sempre buscando respirar bem para me controlar pra não gozar e aproveitar a cada momento. Dei uma leve parada quando a Carol resolveu inverter as posições, chegando a vez da nossa convidada.

Continuei metendo gostoso e a hora passando. Laiani estava sussurrando e gemendo. A cena estava demais pra mim. Até que após umas socadas fortes, não me contive. Tive vontade de socar até o final e assim eu fiz.

Finalizei, mas Laiani queria mais. Continuou a festa ali com a Carol. Eu já estava ofegante, suando, olhando aqueles corpos suados, debruçado em apenas um tapete no chão da área da nossa casa e com adrenalina a mil.

Apesar do horário da madrugada, poderíamos ser flagrados por vizinhos ou até mesmo pelos nossos filhos que estavam dormindo. 

Tudo muito gostoso até que elas pararam. Ali finalizamos com um beijo triplo. 

Voltamos a nos recompor, vestir e terminar a cerveja que ainda restava.

Cada uma acendeu um cigarro e voltamos a papear para aproveitar o restinho daquela madrugada. Tiramos algumas fotos nós três. E ali vimos o dia amanhecer.

Não sei quanto a vocês, mas um Natal como esse eu nunca tive. Devo ter sido um bom homem, e fui agraciado pelo bom velhinho.

Sono foi chegando e Carol se disponibilizou a deixá-la em casa.

Espero que ainda tenha mais história pra contar pra vocês. 

Que noite!!!

Conto erótico enviado por seguidor anônimo

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