Histórias proibidas e casuais sempre chamam atenção. E essa experiência vivida pelo nosso seguidor é um desses lances de tirar o fôlego e fazer a gente viajar na imaginação. Vamos conferir:
Depois de ler vários contos resolvi narrar uma das muitas experiências que vivi.
Em 1987 depois de me formar na escola da Cavalaria Militar fui trabalhar na operação Veraneio em Araranguá, cidade litorânea de Santa Catarina.
Tudo transcorria normal na primeira semana até que na sexta feira, por volta da meia noite, encostou um Fiat Uno do lado do meu cavalo com duas jovens dentro do veículo.
A motorista tirou a cabeça pra fora e perguntou:
– Quanto é pra dar uma volta de cavalo?
Eu respondi sorrindo que junto com o patrulheiro não custaria nada, mas que ali não poderia ser, pois alguém poderia ver. Aí ela respondeu:
– Onde poderia ser?
Eu falei, em tom de paquera, que se fosse na praia ninguém veria.
Ela respondeu OK e saiu com o carro. Olhei para meu companheiro de patrulha que não estava entendendo o que tinha acontecido.
Quando chegamos no final da rua nos separamos com o Fiat parado e as duas encostada no carro esperando. Apeamos dos cavalos e fomos conversar com elas.
A moça que estava de carona se chamava Márcia. Era loira de cabelo comprido, seios médio e firmes, uma bundinha redondinha e olhos castanhos. Ela era professora com mais ou menos vinte cinco aninhos.
A motorista se chamava Lilian, uma morena de parar o trânsito. Tinha cabelo curto, olhos castanhos, seios grandes, uma bunda que chamava a atenção de longe e uma cintura fina que me deixou babando. Ela era enfermeira.
Conversa vai, conversa vem, Lilian pediu pra dar uma volta a cavalo. Eu respondi: “só se eu fosse na garupa”. Ela concordou na hora.
Avisei meu parceiro que ia dar uma volta com ela e se o ronda aparecesse era pra falar que elas foram roubadas. Na teoria eu tinha ido com ela pra ver se encontrava o ladrão, já que ele tinha ido em direção à praia.
Ela montou no cavalo e eu pulei para a garupa. Conduzi o cavalo pra praia, abraçando ela pela cintura. Ela começou a se roçar com aquele corpo gostoso, me fazendo ficar com o pau duro na hora.
Não aguentei e fui subindo a mão até chegar naquele peito maravilhoso, fazendo com que ela gemesse na hora e virasse a cabeça pra mim querendo ser beijada.
Não perdi tempo. Fui beijando e passando uma das mãos naquele seio e com a outra, passei nas coxas fazendo um carinho. Aos poucos subi até o meio das pernas, sentindo aquela “testa” macia por cima do shortinho que ela estava usando.
Ela sussurrou que não estava mais aguentando de vontade. Parei o cavalo fazendo ela se virar pra mim. Então eu a beijei e levantei a blusa, caindo de boca naqueles seios maravilhosos.
Ela levou a mão e abriu minha farda, tirando o pau pra fora com aquela mãozinha macia. Começou a fazer um movimento de sobe e desce… Quase me fez gozar nessa hora!
Pedi pra ela parar e puxar o shortinho de lado que eu queria transar com ela em cima do cavalo. Fui atendido na hora!
Ela abriu um espaço na pequena bermuda e sentou lentamente no meu pau, deslizando todo ele dentro daquela bucetinha molhadinha. Aí começou um sobe e desce gostoso sem igual.
Pedi pra ela ficar quieta e só sentir o movimento. Fiz o cavalo andar a passo, fazendo ela se mexer com o andar do animal. Isso nos deu um tesão cada vez maior, fazendo com que ela não aguentasse muito tempo e logo começou a gozar, tremendo todo o corpo.
Percebi que ela estava no auge e aumentei o passo do cavalo, e consequentemente o ritmo das estocadas, fazendo ela gozar alucinadamente sem se conter. Ela quase desmaiou nos meus braços de tanto prazer.
Depois parei o cavalo, beijei aquela boca maravilhosa com o pau ainda latejando dentro dela e louco pra gozar.
Ela pediu pra descer do animal e depois pegou no meu pau, começando um boquete maravilhoso. Ela lambia e abocanhava minha rola, ao mesmo tempo que me masturbava com as mãos.
Em pouco tempo gozei em seus lábios e ela engoliu todo o meu leite.
Este foi a primeiro de vários encontros que tivemos naquele verão, que contarei mais a frente.
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Esta é uma história real, relatada por quem viveu a experiência.
Os nomes foram alterados para preservar o anonimato dos envolvidos.



