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Minha Mulher chama-se Lenise, é professora e trabalha em dois turnos. Eu me chamo Saulo e atualmente tenho ficado mais tempo em casa, mas uma tarde dessas tive de ir ao supermercado e me atrasei, fazendo com que minha mulher chegasse antes de mim.

Ao chegar ao apto fui logo tirando a camisa e pra minha surpresa vi que ela já havia tomando banho e estava na cozinha preparando um suco. Chamou-me a atenção o fato de ela estar vestindo uma regata minha deixando a mostra metade de sua bunda e não bastando isso, pela cava dos braços eu podia ver quase todo seu seio.

Ela virou-se, me deu um beijo e me ajudou a colocar as compras na geladeira, inclinando-se para frente. Estes detalhes começaram a mexer com minha libido.

Ela olhou-me e disse “vá tirar esta bermuda e coloque uma roupa leve”.

E assim o fiz, coloquei um short, bem largo sem cueca. Ao voltar pra cozinha, ela estava organizando um lanche para nós, mas ao me olhar, notou que eu estava ficando excitado, pois o volume já dava sinal de continência. Deu uma risadinha e continuou seu trabalho.

Perguntei como tinha sido seu dia e ela contou-me o que tinha feito. Eu estava mais interessado em olhar seu corpo seminu na minha frente e posso dizer com toda certeza, que minha Mulher, uma morena de cabelos negros e pele sedosa, é linda, tem um corpo divino, que me deixa louco de tesão.

Enquanto delirava em pensamentos, imaginava seu sexo sempre lisinho, uma delicia pra chupar. Com esses pensamentos incontroláveis, não me contive e me aproximei e alisei sua bunda que estava quase toda de fora. Comecei a me esfregar por trás, me roçando e massageando seus seios por dentro daquela regata.

De longe ouvia pedindo pra que eu parasse, mas não fazia esforço nenhum para que eu me afastasse. Fui descendo e comecei a beijar suas nádegas. Afastei-as e passei a língua no meio delas, enquanto ela se inclinava pra frente, facilitando minha vida. Virei-a de frente e começamos a nos beijar e nos acariciar por todo o corpo, cada um explorando o outro sem limites. Peguei-a com força e levei até a parede, prensando seu corpo, beijando aquela boca deliciosa.

Ela baixou meu short e foi deslizando junto, pegando meu membro que latejava muito e sem demora o colocou na boca, chupando com maestria. Eu me contorci de prazer. Na sequencia levantei-a pelos braços, me ajoelhei, colocando sua perna esquerda apoiada no meu ombro direito, facilitando pra que eu chupasse, de baixo até em cima, além de dançar com a língua em seu sexo molhado.

Lenise gemia e de tesão, e eu mais ainda por ser o responsável por aquele deleite. Após algumas belas mamadas nos seus peitinhos, enquanto nos beijávamos , tirei a regata e a conduzi até o sofá.

Enquanto isso corri ate a geladeira e peguei alguns morangos e um leite condensado para incrementar aquele momento. Como se ela lesse meus pensamentos, já encontrei Lenise sentada, posição perfeita para meus planos.

Ajoelhei-me à sua frente, abri suas pernas e comecei a passar leite condensado em seu corpo e a lamber de cima a baixo, sem esquecer nenhum pedacinho.

Minha mulher estava alucinada de prazer, sussurrava palavras loucas, pedindo cada vez mais e com beijos quentes, misturávamos moranguinhos encharcados de leite condensado, com aquela loucura gostosa de tesão, de prazer.

Assim fizemos várias vezes, até que ela repetiu todo o passo a passo comigo. E ela foi perfeita, tocou meu sexo delicadamente com sua boca quente. Senti-me realizado, mas vi que ela, submissa como é ao seu HOMEM, deitou-se por cima do braço do sofá, e se apoiou no assento, empinando a bunda para que eu a penetrasse.

Delicia de bunda, era só o que eu conseguia pensar! Senti o cheiro de sexo exalando no ar.  Ajeitei meu p… Que latejava de tão duro e fui enfiando devagar, curtindo cada gemido que ela dava enquanto pedia que eu tivesse calma, pois percebia minha fúria. Puxei seu corpo contra o meu e meti sem parar. Que loucura indescritível, era muito tesão! Minha mulher rebolava e empurrava a bunda contra meu corpo.

Após algum tempo, sabia que ela já não aguentaria muito, pois a conheço muito bem, então diminui as estocadas e parti para uns carinhos mais leves, mais próximos do seu ouvido. Sinal este que ela logo respondeu e disse: Para, que eu preciso gozar.

Então ela se acomodou embaixo de mim e começou a rebolar os quadris num ritmo bem veloz e pedia para que eu ficasse imóvel. Ver aquele sorriso e ouvi-la dizer “to gozando, to gozando” é sempre pra mim, uma realização única a cada vez que a possuo.

Seus múltiplos orgasmos a deixavam extasiada, e para que acontecessem, era necessário que eu enfiasse repetidamente por alguns segundos, sempre num ritmo não muito acelerado e constante.

Consequência disso: fui enlouquecendo e não segurei. Não foi difícil. Gozei com minha mulher! Demoradamente! Deliciosamente juntos!

Fiquei por um tempo em cima dela, ainda ofegante, saciada, mas mesmo assim, não deixava de me acariciar. Assim foi o nosso inicio de noite: realizados, acabados e felizes.

Fonte: conto erótico enviado pelo nosso seguidor P. P.

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