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Eu também tenho um pecado!  Se todo mundo peca, eu também peco. No meu caso, o pecado mora ao lado. E essa não é só uma rima, é de fato uma verdade…

Jose, moreno, alto, olhos escuros, cabelos pretos, barba a fazer… É meu vizinho e por algumas vezes também meu PA (Pau Amigo). Pensa num amigo! Ele me chama pelo olhar, me atrai quando passa de cabeça baixa, como quem diz “eu também quero”.

Para mim, uma louca paixão, para ele só um café da manhã. E foi nessa manhã de terça-feira, que de forma inesperada, acordei com a flecha de luz da janela. Levantei, escovei os dentes, abri a porta e fui molhar a plantinha que fica ao lado da entrada da minha casa, num condomínio em Palmas. Diga-se de passagem, que a plantinha é testemunha ocular da história inusitada que acontece entre Eu e Jose.

Ele estava acordado. De imediato abriu sua porta e veio em direção a minha casa, NÚ. Como resistir? Como fugir daquela mão, que mesmo sem permissão, começou a tocar o meu corpo levemente e subiu aos meus seios… Como quem diz “não quero”, virei-me de costas. Ele aproveitou a minha ação, segurou-me por trás e falou baixinho no meu ouvido:

– Estou te esperando na minha cama.

Aquele segundo que tive que decidir entre fechar a porta e dormir mais um pouco ou fugir de casa de manhã cedinho para cama do homem mais malandro que conheço foi uma eternidade. Como não ir?

Em silêncio, já me vi deitada na sua cama, beijando o seu corpo e sentindo suas mãos no meu. E foi sem falar nada que comecei a chupá-lo, meio que um pouco sem jeito. Ele, quase que de imediato começou a retribuir o carinho.

Quanto tempo não sentia sua boca no meu sexo… Jose, experiente, logo notou que eu já estava molhadinha, com a respiração ofegante, e que mesmo em silêncio, implorava pelo seu pau. Queria senti-lo dentro de mim, queria abraçá-lo com a minha carne quente.

O tempo parece que passa rápido demais. De repente, ele já estava deitado sobre mim, metendo devagarzinho, procurando a minha boca, procurando um beijo, que num ato de não entrega, foi concedido e tomado de volta. Como pensar nesse momento? Como aproveitar mais? Como ficar mais um pouco? Como não se envolver ou como sair?

Ele me abraçava me mordia… Eu sentia a sua respiração no meu pescoço e suas mãos nos meus cabelos. Estávamos ali, transando, mas parece que não estávamos ali. Ele entendia de transas, mulheres, noitadas. Para ele era só mais uma ficada, e eu? Eu só pensava em amor, paixão e o que precisava fazer para passar o resto da vida ali, nos braços daquele homem.

Fiquei de quatro, senti-o me pegando por trás, tocando a minha cintura, indo com toda a sua força, lá no fundo, me comendo… Deu vontade de dar mais, de ficar mais, de deixar mais um pouco. Comecei a rebolar para ele, tirar e colocar o pau dele todinho em mim, que nesse instante estava cheia de tesão.

Pedi para ele se deitar e sentei em cima. Rebolei um pouco devagar e um pouco mais forte, enquanto ele acariciava os meus seios. Vez ou outra eu levava até a sua boca, para permitir uma leve chupada, o que me deixa muito excitada! Quando procurou pelas minhas mãos, do jeito que só ele faz, deitou sobre mim e me prendeu debaixo dele. Não aguentei! Ele veio com tanta vontade, me deixou imobilizada, e começou a me comer bem forte.

Abri um pouquinho as pernas e relaxei. A vontade era de gritar, de pedir mais, de ficar mais um pouco. Tinha tudo: o calor das suas mãos que me prendia exatamente como eu queria ficar para sempre, e aquele membro me devorando…

Gozei num silêncio quebrado por pequenas respirações ofegantes e gemidos discretos. Silenciosa como alguém que escondia um pecado dos vizinhos ao lado, que provavelmente já estavam acordados, escutando o famoso barulho da cama do Jose.

Ele logo diminui um pouco o ritmo e eu de forma discreta decidi mudar o jogo. Comecei a chupá-lo, ora colocando todo ele na minha boca, ora dedicado a fortes chupadas só na cabecinha. Quando ele pensava que eu estava parando, eu estava só começando. Senti o gozo dele na minha boca…

Depois levantei, fui ao banheiro, olhei no espelho, voltei, peguei a toalha e sai. Dizem que a gente peca por pensamento, por agir e por falar. Dessa vez eu pequei em pensamento e por agir, mas evitei o pecado da língua. Ou não!

Autoria:conto erótico enviado por Saara

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