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Raquel era moça comum, vivia para o trabalho. Tinha jeitinho de menina. Talvez um observador mais atento percebesse que naquele olhar tinha algo muito mais forte, algo que não condizia com sua aparência pequena.
Gustavo, seu vizinho, era mulherengo convicto, vivia dando em cima de muitas mulheres e todas (absolutamente todas) caíam em sua lábia. Desde as mais lindas até as nem tanto… Todos os biotipos já tinham passado pela sua cama, menos Raquel.

Toda vez que se cruzavam no corredor do prédio, trocavam olhares devoradores e Gustavo não se continha em largar suas piadinhas baratas. Deixava seus comentários no ar cada vez que a via…

– Gostosa! Como você é tesuda, menina… – E por aí vai.

Raquel fingia ignorar o elemento, mas adorava a situação. Gostava dele porque era muito simpático e brincalhão. Achava ele o maior charme, mas não queria namoricos. Não queria ser apenas mais uma pra coleção dele… Sofrer não estava em seus planos. E ele era apaixonante!

Da parte de Gustavo, o que chamava atenção era justamente aquela aura de mistério e independência que ela tinha. Não sabia explicar, mas aquela menina exalava poder. Talvez fosse sua postura… Ou o seu olhar, seu jeito sério, seu ar “mandona”…

Gustavo passou a observá-la com mais afinco. Ficava enlouquecido cada vez que a via. Queria arrancar a sua roupa e beijar aquela boquinha… Fazê-la passear por todo o seu corpo e ter o prazer de levar mais esta conquista para sua cama. O problema é que Raquel era muito difícil! Parecia que gostava dele, mas não dava uma chance sequer para ele se aproximar…

Sempre fazia uma gracinha, mas a resposta sempre era “não”. Ou então um olhar gélido falava tudo sem nenhuma palavra. Só que a história mudou de rumo naquela noite. Raquel estava saindo do elevador. Estava com muita pressa e quase esbarrou com ele na porta.

– Desculpe Gu… Estou atrasada pra sair. – falou ela ofegante.

Ele quase morreu ao vê-la de cabelos soltos e maquiagem muito bem feita. Soltou um “ohhhh” silencioso de admiração e avistou ela entrar rapidamente no seu apartamento. A porta ficou entreaberta, parecia que tinha voltado pra casa só pra pegar alguma coisa. Ou foi proposital, já que ela deu uma olhadinha pra trás antes de entrar.

Gustavo resolveu visitar a sua vizinha de surpresa. Era a sua chance! Ele abriu a porta do apartamento e entrou silenciosamente. Fechou a porta e trancou. Raquel estava de salto alto, de costas colocando um vestido preto e não viu ele se aproximar. Pode observar o que toda aquela roupa comum do dia a dia estava escondendo. Seu corpo pequeno cabia perfeitamente em sua boca. Ah, e aquela calcinha (também preta) minúscula entrando indecente em sua bundinha… Na hora ficou excitado!

Parou na porta do quarto e disse “oi”. Imediatamente ela se virou e deu dois passos para trás. “O que você está fazendo aqui?” Ficou apavorada! Gustavo apenas a seguiu, fechou a porta com o calcanhar e sorriu, entre maldoso e malicioso. Sentiu seu membro exigir mais espaço dentro da calça. Aquela carinha de assustada deixava ele com mais tesão. “É hoje que eu vou pegar você de jeito, Raquel!” falou entre dentes.

Ela mudou de expressão e seus olhos brilharam. Aproximou-se dela esperando que fugisse ou algo parecido, mas Raquel não recuou. Continuou em pé, impassível, olhando e sorrindo. Ele deu um suspiro de prazer… E entendeu o recado: “pode vir”!

Levou as mãos à cintura de Raquel e levantou o vestido devagar até a aparecer seus seios. Raquel se manteve imóvel. Olhava pra ele com cara de vadia! Estava gostando daquilo e pelo jeito estava testando limites. Ele puxou sua calcinha pra baixo, deixando-a na metade das coxas. Acompanhou com o olhar e a ponta dos dedos as pernas de sua vizinha, que se arrepiou imediatamente. Subiu devagar até chegar ao seu sexo… Raquel estava dando todos os sinais verdes que ele queria.

“O que estava acontecendo? Cadê a mocinha tímida que sempre fugia de mim?” Gustavo começou a se perguntar. Sentiu o cheiro de sua pele, não aguentava mais de tanta excitação. Lambeu sua intimidade com o desespero de um animal faminto.

Ela fechou os olhos e soltou um pequeno gemido. Não reconhecia a menina com carinha de inocente. Raquel o agarrou pelos cabelos e fez chupar ainda mais o seu sexo. Gustavo estava com o coração saindo pela boca. Colou nele e sussurrou:

– Estava esperando por você! Deixei a porta aberta pra você…

Ele amou! Era outra pessoa! Aquela pequena mulher o dominou apenas com os olhos. Raquel continuou em pé e encostou-se a parede. Fez ele esfregar seu nariz, boca, rosto inteiro bem no meio de seu sexo, literalmente mandando para que ele terminasse o que começou. Depois o puxou para os seus seios. Fez com que ele chupasse um por um, segurando pela nuca. Enquanto isso, ela mesma se livrou da calcinha enroscada no meio das pernas e falou firme, quase gritando com Gustavo:

– Vire-se! Você está em minha casa e aqui quem manda sou eu!

Ele não soube explicar, mas estas palavras o deixaram ainda mais excitado. Obedeceu sem questionar e Raquel o “algemou” com sua calcinha preta. Amarrou de tal maneira que ele não podia se soltar. Que delicia ser dominado!
Pressionou-o contra a parede e baixou sua calça. Seu volume saltou aos olhos de Raquel. De mãos amarradas não podia fazer nada, nem participar. Ficou enlouquecido quando ela se ajoelhou na sua frente e passou a provocá-lo somente com a língua. Sentia-a quente e molhada deslizando por toda a extensão de seu membro. Com uma mão alisava suas bolas com a ponta das unhas. Um arrepio frio pelo corpo inteiro.

Raquel olhou bem dentro de seus olhos e abriu aquela boca linda, imensa, desenhada num batom vermelho escuro. Abocanhou seu sexo com maestria. Fazia movimentos circulares e vai e vem na sua parte mais sensível: a ponta do seu pau. Depois sugou com força crescente que Gustavo mal pode continuar em pé de tanto tesão. Tudo isso com ela olhando pra ele. Talvez estivesse sorrindo com os olhos e dizendo: “olha só o que estou fazendo, vadio! Não era isso que você queria? Agora vai ter!”.

Gustavo gemia a cada pedaço que ela engolia mais. Ficou maravilhado ao ver que ela tinha conseguido engolir todo ele e continuava mexendo a língua por dentro. Teve que se conter para não gozar naquele instante… Então ela começou a tortura de vez. Vestiu sua pele com suas mãos unidas e iniciou uma deliciosa punheta, revezada com sua boca quente e já borrada de batom.

De onde estava podia ver sua bundinha arrebitada, seus seios pequenos balançando no ritmo das mãos. Queria se livrar da calcinha, mas foi contido pelo seu olhar. “Não se mova!”

Não estava mais aguentando aquele vai e vem… Sua boca o devorava sem piedade. Suas mãos aceleravam cada vez mais o momento do clímax. O fato de não poder mexer as mãos deixava tudo mais sensível. Como se o grau de excitação tivesse sido ampliado umas três vezes mais. Não aguentou quando ouviu dela, pedindo:

– Agora quero ver você gozar na minha boca… – e seu pau sumiu inteiro dentro daquela boquinha…

E sentiu o orgasmo explodir em jatos fortes dentro de sua garganta… Raquel lambeu tudo o que tinha direito. Não deixou nenhuma gota escapar. Ele gemeu alto sem se importar com o falatório dos outros vizinhos. Queria ela novamente! Nossa como queria! O jeito que ela fez o deixou alucinado. Ela simplesmente limpou a boca e disparou:

– Agora eu estou satisfeita! Pode ir embora…

– O que? Como assim? Não… Vamos continuar! Por favor… Deixe-me tocar em você, te beijar, fazer sexo contigo… – o suplicou ainda preso pelas mãos.

– Só se for meu escravo! Se eu puder mandar em você, aceito. Se não, vai embora… – falou sério. Parecia uma soberana. Olhar frio…

No outro dia ele estava batendo à sua porta de cabeça baixa e mãos unidas na frente, como quem pede permissão para entrar…

Fonte: autoria Alessandra A.

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