Eles se conheceram na juventude. Ela recatada pela educação castradora que tivera de seu pai. Ele tímido mineiro do mato.

Namoraram e sonharam coisas diferentes. Ele queria casar e levar vida simples. Ela queria ganhar o mundo. Nunca se tocaram. Namoro à moda antiga.

Eis que no meio do caminho ela conhece um carioca e em meio a uma cama repleta de flores e chocolates ela conhece o prazer sexual. O namoro com os dois foi para espaço. O destino os afastou. Cada qual seguiu seu caminho. Ela se casou com um homem muito mais velho e não conseguiu acalmar sua índole devassa.

O tempo passou e um belo dia ela soube que o seu amado da adolescência tinha virado médico. Agora estava casado. Continuava puro e recatado. E evangélico!

Ela ousada, vadia, devassa. Queria ter ele por uma única noite em seus braços. Uma única vez que matasse aquela vontade reprimida, que saciasse aquele desejo que a consumia.

Num plantão, ela vai ao hospital e se passa por paciente. Após vinte anos sem se verem, ele leva um susto. Ali na sua frente estava um amor do passado.

Ele treme, gagueja e se mantém formal. Ela olha bem no fundo dos seus olhos, tentando dizer algo, mas ele evita contato visual. Ela finge uma dor no joelho, faz cara de dor. Ele pede para sentar- se na maca. Ela pergunta se precisa tirar a roupa e logo ele responde que não.

O exame começa. Mãos trêmulas, respiração ofegante. “Eu sabia que ele não resistiria”, pensou. Mas ele se afasta como que impedindo um minuto de insensatez. Diz que seu exame foi normal. Ela diz que ainda não se sentia curada, que estava queimando toda. Ardendo em chamas e que só tinha um remédio para curar…

Ela arranca o vestido e deixa à mostra uma lingerie vermelha de rendas, toda bordada.  Uma cinta liga linda. Ele foge, reza, implora que se afaste. Por pouco não joga água benta. Mas ela está decidida a finalizar o que começara há vinte anos.

Encosta ele contra a parede e silencia sua voz com um beijo. Morde a orelha e suga o pescoço. Ele, em êxtase, se entrega se cala enquanto ela arranca a calça com fúria e faz um oral delicioso.

Ele não aguenta e goza na sua boca. De repente, joga-a na maca e a possui com violência e desejo. Ficam assim por um bom tempo naquele consultório, sem uma palavra. Apenas uma vontade louca que parecia mil posições de amar…

Silenciados após um milhão de orgasmos que compensaram esta ausência de anos, alguém bate a porta. Ela corre para o vestiário e ele se desfaz da atendente. Então começa a se vestir e fica sorrindo a toa.

Já vestida e decidida a sair dali, ele entra no vestiário. Tira o cinto e olha para aquela mulher como nunca olhou antes. Misto de raiva e desejo. E diz:

– Menina má tem que ser punida.

Ele a joga novamente na maca e levanta o vestido. Puxa o cinto e bate… De leve. Ela se cala, pois aquilo a excita.

O médico abre a calça, esquece os pudores e a come de novo. Ainda fala ao ouvido:

– Você não queria isso? Achou que eu era frouxo?

– Cala a boca e me fode gostoso! – ela responde.

Com força e vigor, pega seus cabeços e a vira de frente. Bate na cara e então eles se rendem a um beijo ardente. Certos de que não precisariam de mais nenhuma palavra.

Fonte: conto erótico enviado por seguidora anônima

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