E-book Contos Fetiche: Histórias Deliciosamente Reais

A primeira parte deste conto é Amor e Natureza. 

Não se pode olvidar de um encontro na praia sob a lua cheia. Ali desfrutaram de um dos momentos mais belos daquele romance. Na praia se despiram e se amaram intensamente. Ele a beijou e lambeu o seu sexo. Ela se contraía e elevava o quadril aproximando a sua vulva dos lábios dele. Ele a chupava, lambia e a tocava com os dedos. Ela gemia e gritava implorando para que ele não parasse… “não para, não para não” …

Gozaram de forma deliciosa. A lua refletindo na areia da praia, o barulho do mar. Ficaram nas boas lembranças. Como no dizer do poeta: “na ponta da língua o gozo prometido”.

Nos dias que se seguem eles conversam todos os dias e usam todos os meios possíveis para estarem próximos: internet, telefone, trocam mensagens. Ela viaja levando consigo o rapaz em seus pensamentos, como se o levasse em sua bagagem. Ele fica a esperar com o coração na mão, aguardando o momento de se reencontrarem.

Na sua viagem a garota recorda sempre do seu amor, querendo o encontrar em cada praia, cada bar, em cada cerveja. Ah.. como queria que ele estivesse ali ao seu lado. Compra um cd com músicas que se diziam alusivas ao lugar, as músicas do verão! Tamanha foi a sua surpresa quando começou a ouvir o tal cd: todas as músicas eram românticas e que a fazia lembrar sobremaneira do seu amor. Será que comprara um gato pensando ser uma lebre? Delicioso gato! Ela tem que retornar, pois em breve será o seu aniversário.

Nesse dia eles se encontram apressadamente, pois ela precisava fazer os petiscos para a sua festa. Mais uma vez se dirigem para um lugar com nome de praia, não uma praia qualquer. Uma praia que os envolve. Não por acaso estão cada vez mais entrelaçados. Seus corpos se unem, se beijam com sofreguidão. Sabem que o beijo é a menor distância entre os apaixonados.

Lembram-se dos encontros fugazes entre os personagens Virgília e Brás Cubas personagens do romance Memórias Póstumas de Brás Cubas escrito por Machado de Assis. A despeito de ser o aniversário dela, ele não entrega qualquer presente material. Prefere demonstrar o seu amor enchendo-a de beijos e prazer, muito prazer. Ela sorridente agradece o belo presente de aniversário.

O presente material ficaria para outra ocasião. Na verdade seria um pretexto para se encontrarem mais uma vez. Ele a levou em um restaurante que ela ainda não conhecia. Ele adorava fazer isso: descobrir novos lugares, ambientes que devem ficar em suas memórias e sempre que voltarem, seja com quem for, lembrarão um do outro.

Entrega-lhe o presente, faz um discurso. Profere palavras doces e de pura motivação. Palavras verdadeiras e que evidenciam a personalidade daquela mulher-menina.

“O objeto que está dentro da caixa é um símbolo de poder, de afirmação, de status. Tem tudo a ver com você, com quem você é, quem você se tornou. Em sendo um símbolo de poder, poder que emana de dentro de você, não deixe que ninguém te aprisione, te coloque para baixo. Reaja e dê a volta por cima a qualquer situação difícil que tenha que enfrentar seja no âmbito profissional ou sentimental. Porque você é essa “Coca Cola toda.!”

Ela fica emocionada, mas contém as lágrimas que teimam em cair… agradece educadamente o presente. Após almoçarem ele a deixa em casa. Mais uma vez trocam e-mails, incontáveis mensagens e telefonemas. Voltariam a se encontrar. A doce menina lhe prepararia uma adorável e inesquecível surpresa: O varal.

Desta feita, a menina convidou o rapaz para um almoço que ela mesma prepara em sua casa! E que almoço delicioso! Tudo que ela faz é gostoso! Antes de almoçarem conversaram animadamente. Tomaram alguns drinks e com a desculpa de ter que tomar banho, ela o deixa por alguns instantes e vai até o seu quarto.

Retorna alguns minutos depois tomada banho e cheirosa, como sempre! Conversam um pouco e depois o convida para subir até o seu quarto. Ao chegar lá que surpresa! Um texto o saudava e dava as boas-vindas para o “varal literário”. Uma criação daquela menina linda e inteligente.

Ele boquiaberto quase não acreditava no que estava vendo, ela abre a porta e ele se depara com o varal mais indo que já vira em toda a sua vida.

Era um varal colorido com as mais lindas peças do guarda roupa da sua amada. Peças escolhidas detalhadamente com o intuito de agradar e aguçar todos os sentidos do estupefato rapaz. Que roupas eram? Verdadeiros porta- joias!

Azul, preto, vermelho, branco, rosa… Que varal lindo!!!!! Como se não bastasse, as peças eram acompanhadas de vários textos para que o rapaz se deleitasse com a visão e com a boa leitura, visto que é um amante dos livros e ela, professora. Ela pensou em tudo! Eram textos de sua própria autoria acompanhados de fragmentos de escritos de ninguém menos que o poeta dos apaixonados. Isso mesmo! Pablo Neruda!

“A verdade é que quando você volta,
eu mando você ir embora de novo.
E quando você vai embora,
eu quero que você volte mais uma vez. “

O homem se delicia com o varal, com os textos. Quer devorar, ler tudo ao mesmo tempo. Ela delicadamente diz: “Você pode deixar para ler tudo depois”. Ele deixa o textos de lado e se volta para ela agradecido, não tem palavras. Ela percebendo o efeito que tudo aquilo causou no seu amado diz: “Não era o varal que você queria?”.

Se beijam, se amam ali naquele quarto com um espelho estrategicamente posicionado. Seus corpos nus se encontram, sentem o calor emanado, se tocam, se beijam. Ela beija o seu falo com maestria, sabe perfeitamente como tocar, beijar e dar prazer ao seu amor.

Rolam na cama, ele beija o seu sexo, lambe a sua vagina provocando gritinhos de prazer, ela o chama de gostoso, de delicioso satisfazendo o ego do rapaz. Fazem um amor gostoso típicos dos seus encontros. Ele percorre o seu corpo com a língua, suas nádegas, suas costas, seu pescoço…. toca sua orelha com a língua quente. Pronuncia palavras ao seu ouvido, algumas ininteligíveis… O corpo dela estremece, se arrepia completamente.

Ele passa a mão na sua bunda, pernas e evidencia que estão totalmente arrepiados. Ela transborda de prazer e tesão. Ela senta sobre ele em um lindo movimento, um verdadeiro balé. Deixa à mostra seu rosto e seu busto semi encobertos por longas madeixas. Ela sabe que aquela é a posição que ele mais gosta. Sobe e desce controlando a penetração e mostrando-lhe a seu lindo sexo, delicadamente depilada. Ele está em êxtase total.

Mudam de posição: ele a pega agora por trás… ela fica de quatro e ele mete seu membro quente… Chama-a de gostosa, diz que é linda e diz o quanto gosta de fazer amor com ela. Para apimentar mais o momento, resolvem experimentar uma nova posição. Ele desce da cama e fica de pé, ela deitada com as pernas fora da cama. Ele a pega pelas pernas atraindo o seu corpo para si, comanda os movimentos como se puxasse um carrinho de mão para frente e para trás, penetra com movimentos firmes. Ela se delicia com a visão do tórax e púbis do seu amado.

Consegue ver o pênis entrando e saindo da sua vagina aumentando assim o seu prazer. Louca de tesão, ela grita, sussurra. Passa a estimular o seu clitóris com os dedos, prazer ao quadrado, visto que se masturba ao mesmo tempo que recebe aquele pau gostoso.

Ela explode em um gozo adorável, inesquecível. Ato contínuo, o empurra para longe de si, pois o seu corpo parece dar choques ao ser tocada após aquela erupção de gozo, de prazer, de tesão. O cheiro de sexo inunda o ambiente provocando ainda mais tesão.

Ele se afasta e a beija de leve. Deixa que se recomponha. Recomeçam a brincadeira e se beijam, pois tudo começa com um delicioso beijo, não é mesmo? Ela fica deitada de costas e ele se deita sobre o seu corpo, a penetra deliciosamente. Ela faz tudo tão gostoso, tão bem! Ele goza e derrama seu líquido quente dentro dela, é o êxtase… se sentem amados, saciados, felizes…..

Tomam banho e descem para o almoço: um camarão delicioso que ela preparou com carinho e amor. Regado a cerveja, a bebida preferida dele. Após o almoço sobem para o quarto para uma sesta, conversam, riem, dormem juntinhos…

Queriam parar o relógio… eternizar aquele momento. E depois se despedem.

A história continua no texto Amor Platônico

Conto erótico enviado por T. B.

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