Naquela noite estava no hospital, minha dinda internada e eu a acompanhava. Era a última noite do ano, reveillon. Vestia uma camisola do tipo que usamos em casa, confortável e simples com desenhos. Nunca imaginei que assim poderia atrair alguém, muito menos num quarto de hospital.

Minha dinda requeria cuidados profissionais.A enfermeira na sua sexta tentativa sem sucesso de pegar seu acesso venoso, resolve chamar um colega para fazê-lo. Desse ponto minha história começou a se modificar .

O colega dela chega, cumprimenta um boa noite sério e logo faz o procedimento necessário. Ele me pergunta se sou paulista, respondo rispidamente que não. Ele pega o acesso dela de primeira e eu respiro aliviada por isso. A enfermeira tinha razão ao falar que o colega era bom.

Não pude deixar de notar suas mãos, pareciam de anjo, jovem , beirando seus 32 anos. Depois percebi também o seu entra e sai do quarto constante embora ainda sem entender o motivo, ainda mais ele trabalhando em outro andar. Ele entrava e mexia no soro ,apenas isso .Diversas vezes.

Madrugada, pedi ajuda para trocarem a paciente de posição. Ele atende o ramal e o próprio vem prestar assistência, ou seja, ela ficou aquela noite no andar.

Dois dias após volto para acompanha-la e trago pequenos mimos para os que prestaram cuidados a ela. Ela gostava disso, de agradar. Queria entregar a lembrança pra ele também, mas não sabia seu nome, nem o andar que trabalhava.

Pedi ajuda de uma enfermeira para que fosse entregue para ele também. Descrevi-o a ela e ela me disse “já sei quem é”. Ele é de um outro andar , pode deixar que será entregue. Agradeci .

Para minha surpresa a pessoa , a quem pedi para ser entregue o mimo, entra no quarto todo simpático para me agradecer e me pede um abraço. Eu completamente seu jeito, levantei e o abracei. Já na porta, ele me falou que adorava abraços e foi embora. Fiquei sentada rindo daquela situação.

No sábado seguinte voltei para mais um acompanhamento . Pedi a enfermeira daquela noite que caso a dinda perdesse o tal acesso, que chamassem o rapaz do outro andar.

Ela respondeu: ” sei quem é, mas ele não está aqui hoje”. Já passavam das 20:00 quando pedi para trazerem a medicação, fui ao posto e vejo ele, sentado conversando. O outro enfermeiro parou a conversa e disse que já iam atender.Saí do posto pensando: ah, ele está , sim! Instantes depois ele entra no quarto, mexe no frasco de soro vazio e sai.

A enfermeira entrou logo depois e ele voltou perguntando a ela aonde estava o Francisco. Ela disse que não sabia e que talvez ele estivesse em outro quarto. Enquanto a breve conversa acontecia com a enfermeira, ele estava com a porta entreaberta me olhando. Comecei a achar aquilo um pouco estranho.

Tarde da noite quando estava saindo do banheiro vi pelo espelho aquele homem entrando no quarto e dando passos em minha direção. Me entregou um pacote de M&M’s, e me pediu um abraço. Eu toda sem graça falei que não precisava do chocolate, mas mesmo assim agradeci a gentileza e dei o abraço.

Comecei a rir e a pensar nos fatos acontecidos …na porta entreaberta ,ele me observando, falando com a colega e não tirando os olhos e agora vindo me dar chocolate? O telefone tocou e me tirou de meus devaneios. Atendi e surpreendentemente ele me diz:

“Oi, te dei o chocolate, mas nem sei se você gosta”. Comecei a rir e respondi: “Não gosto muito de chocolate, mas obrigada.” Começamos um breve bate papo até que ele me pediu mais um abraço. Fiquei tensa… me perguntou se iria dormir logo, respondi que não. Estava acompanhando, e não poderia.

Ele entrou no quarto um tempo depois e sentou-se no sofá ao meu lado. Parei de escrever e olhei pra ele. Perguntei o que estava acontecendo. Ele sorri lindamente e responde: “Está acontecendo que eu gostei de você desde o primeiro momento que entrei nesse quarto. Gostei! Você é bonita, simpática, em pernas grossas do jeito que eu gosto…”

A esta altura eu tentava manter a calma, mas tremia muito. Recostei no sofá e ele veio com suas mãos em meu pescoço, passando os dedos em meus cabelos. Tentei resistir por alguns minutos, mas não foi possível e me joguei em sua boca. Nos beijamos intensamente.

Quanto mais o beijava mais a vontade aumentava e a excitação crescia eu sentia e ele também! Nem sequer sabíamos o nome um do outro, já passava da meia noite. Ele me pede licença e vai ao banheiro. Retorna limpando a roupa e falando: “olha isso!” Ele tinha gozado com nosso beijo…

Não acreditava que tudo aquilo estava acontecendo, um completo desconhecido me causando toda aquela explosão de tesão ! Eu estava completamente molhada de uma forma que nunca tinha me percebido antes.Continuamos a nos beijar vorazmente e ele tentando me tocar e eu resistindo afastando as suas mãos! Ele louco de tesão com seu pau duro me querendo de todas as formas e eu com uma imensa vontade de cair de boca. Mas como poderia ali?

O medo de que alguém entrasse naquele momento aumentava a adrenalina. Ele saiu do quarto, pois tinha que ver os pacientes e retornou meia hora após. No quarto a sensação de que tudo ia incendiar de tanto tesão no ar. Entre os beijos que dávamos, ele dizia que queria minha boca no seu pau. Dizia que minha boca era muito gostosa, assim como meu beijo.

Entre os beijos perguntei: “você fica com uma pessoa e não pergunta nada sobre ela?” Ele sorriu com cara de safadinho e perguntou meu nome. “Patrícia”. E sorriu mais uma vez e falou “Prazer, Paty”. Pude observar seu nome no crachá, Renato.

E você sente tesão por mulheres mais velhas? Ele sim! Voltei a beija-lo com mais sede ainda. A minha vontade era ir com ele ao banheiro e dar vazão aos desejos que tomavam conta de nossos corpos. Mas não poderia, não naquele momento. Ainda consegui manter a razão.

Renato me diz que tem que ir ao posto (enfermagem) mas que retornaria.. trocou a paciente de posição e saiu.Fiquei ali tentando compreender tudo aquilo , jamais tinha sentido um fogo como aquele que Renato acendeu! Foi TUDO muito intenso! Pedi seu número de telefone.

Chamei por ajuda e a enfermeira veio e me chamou atenção porque a dinda tinha soltado a sonda. De manha Renato voltou e tentou me acalmar, eu estava nervosa com o que a enfermeira falou…

Ele queria me beijar e eu o empurrava para se afastar! Ele insistiu eu continuava a empurra-lo até que ele me surpreende e passa a mão em minha calcinha e me sente complemente molhada. Eu o afasto, ele me beija friamente e sai chateado.

Renato havia me dito anteriormente que estaria de volta apenas na quarta. No domingo eu ansiava que ele estivesse lá. A dinda tinha perdido o acesso.Enviei uma mensagem para ele , mas não obtive resposta.

Quarta-feira à noite recebo uma ligação para que eu retorne com urgência ao hospital, minha dinda voltaria para o CTI. Chegando ao hospital me deparo com Renato e a acompanhante sentados no banco fora da unidade.

A acompanhante veio logo a falar comigo e me levou até emergência. Eu e ele nos entreolhamos distantes e senti arrepios pelo corpo só com seu olhar.

Na sexta feira ao receber mensagens do Renato meu nível de excitação aumentou desproporcionalmente ..nos falávamos e nos excitávamos a ponto dele gozar no ônibus, dizia ele.

No sábado minha dinda veio à óbito. Só conseguimos nos comunicar na quarta feira seguinte. Ele insistindo em me ver e sair comigo.Porém passado um tempo ele não me respondia as mensagens que eu enviava. O tempo passou.

Viajei e durante este tempo tentei me comunicar algumas vezes com ele mas as mensagens não tinham respostas. Em uma volta ao hospital na Páscoa, tive oportunidade de entregar uma pequena lembrança para ele e conversamos rapidamente.

Renato ainda queria muito sair comigo, falou em até em um almoço a dois mas nossas conversas foram diminuindo cada vez mais… Mas em setembro ele me chama no bate papo e diz que a vontade de mim permanecia, bati o martelo e falei que agora iríamos marcar nosso tão desejado encontro!

Ele me mandou uma foto de como queria a minha depilação e assim a fiz.Pedira também para usar calcinha fio dental, mas usei um body preto. Finalmente havia chegado o dia de me entregar para aquele que seria meu primeiro homem.

Foi uma noite maravilhosa, ele quase não acreditou que era o primeiro. Toda a minha vontade daquele primeiro beijo, de chupá-lo, eu realizei. Chupei com prazer até ele gozar na minha boca.

Enquanto o chupava, ele fumava sem parar…Ele por sua vez, admirado, já que pensava que tivesse que me conduzir em tudo. Fui pelo instinto e lógico a vontade me fazia liberar toda minha libido. Ele me chupava com vontade, se lambuzando com meu doce mel e falava o tempo todo como eu era gostosa, me sentia em chamas…

Ele meteu aquele pau gostoso, mas o prazer de estar me realizando com ele fazia suportar todo aquele medo da dor de perder a virgindade. Saí de lá maravilhada por ter sido com ele.

Nos falamos por alguns dias após essa noite e ele se afastou… Eu sempre mandava mensagens, mas ele não interagia, sentia o distante.Passados sete meses voltamos a nos falar. Final do ano voltei ao hospital para levar umas lembranças para os que atenderam a dinda e ele foi ao meu encontro.

Ele me levou para a sala de seu setor. Conversamos um pouco e de repente Renato bota seu pau em direção à minha boca. Chupei deliciosamente. Eu estava molhadinha, uma cachoeira. Quase fomos pegos… Delicia.

Dois anos se passaram e a vontade ainda é a mesma! Dessa vez o local será mais aconchegante , na minha casa…

Conto erótico enviado por Paty

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