Tínhamos a necessidade de um prazer urgente. Tinha que ser ali, na empresa. O tesão era demais, e naquele dia em especial ela estava provocante: calça preta colada, blusinha de alça soltinha, me deixando louco pra saber como estava por baixo.

Sempre quando chegávamos pela manhã íamos até o arquivo pra trocar uns beijos, uns amassos, porém naquele dia o arquivo não seria o suficiente. Queria mais que alguns beijos.

Dei-lhe a proposta: “Vamos para o consultório médico, lá fica vazio pela manhã. A enfermeira só chega à tarde, podemos realizar minha fantasia de transar em cima de uma maca.”.

Ela de início não aceitou a proposta, mais depois de uma conversinha, deixei claro que tinha que ser assim, ou não queria mais aquela situação.

Voltei pra minha sala e fiquei aguardando sua resposta. Depois de alguns minutos veio até a mim uma colega e disse a seguinte frase: “Você tem uma consulta marcada, pode se dirigir ao consultório médico”. E saiu rindo. Meu coração disparou, não sabia que essa colega estava a par da situação.

Aguardei por alguns instantes e fui. Durante o trajeto fui imaginando o que iria fazer que posições, teria que ser algo rápido, afinal estava no trabalho. Não poderíamos gemer, era apenas pra matar aquele tesão que nos consumia. Fui planejando o que não se planeja, mas só constatei isso quando parei na porta de madeira branca e bati. Ela abriu a porta com um sorriso safado, jogando toda a minha estratégia no ralo.

Mas pra que estratégia? Com uma mulata daquela é pedir forças pra ficar vivo e “matar” ela de prazer.

Porta fechada, apenas eu e ela lá dentro. O beijo foi melhor, mais demorado, mais molhado mais cheio de desejo. Minhas mãos estavam ansiosas, queriam livra-la daquelas roupas, queriam explorar aquele corpo exuberante.

Passado a agonia do primeiro momento, fui assumindo o controle da aventura. Aos poucos fui sentindo seu corpo em minhas mãos, livrando-a da blusa, do sutiã. Na calça ela ficou relutante, sempre repetindo que “não estava certo aquela situação”. E para completar o zíper da calça dela travou. Ela e toda a boa vontade do mundo me ajudaram a livrar o zíper.

A mesinha de escritório teve seu teste de resistência aprovado. Foi o primeiro local no qual eu a coloquei. Ela maravilhosamente só de tanguinha preta sentou na mesinha. Calmamente fui beijando pelo corpo, pescoço, ombros, braços, seios, barriga, até chegar à peça. Tive vontade de rasgar no dente, porém estávamos no trabalho, depois ela iria ficar como? Retirei-a calmamente com as mãos. Colocando-a junto com as outras roupas. Deitei-a e passei a percorrer minha língua em todo o seu corpo, suas unhas cravavam em minha pele.

Seu gemido era contido, os dentes serrados demonstrava o quanto tesão era forte, porém necessariamente controlado. Quando entrei, seu sexo estava totalmente molhado, estava totalmente venerável. Minha língua não parou um só segundo, concentrei no clitóris, queria-a gozando em minha boca. Quando suas mãos puxaram minha cabeça com toda força como se quisesse que eu a invadisse, seu gozo explodiu. Suas pernas tremendo, o gemido contido, os olhos fechados, o gozo escorrendo, a respiração ofegante.

Deixei-a por alguns segundos descansando, porém agora era minha vez. Carreguei-a e levei-a para a maca. Pedi para que ficasse de quatro, subiu na escadinha que fica do lado da maca. Só então tive noção da dimensão da bunda dela, era algo absolutamente maravilhoso, tudo ali só pra mim. Fiquei tão admirado que ela olhasse para trás e com a pergunta mais excitante que já ouvi em minha vida falou: “Vai ficar olhando ou vai meter?”. Encaixei-me nela todinho e não sei dizer como aquela maca nos aguentou.

A cada estocada minha na mulata, a maca fazia barulho. Resolvemos sair de cima dela e ir para o chão, novamente de quatro, mas sem perguntas. Continuamos, metia cada vez mais gostoso, puxava os cabelos dela, palmadinhas naquelas nádegas suculentas… Queria manter aquele prazer por muito tempo, mas o gozo insistia em vir, então foi minha vez de gozar em sua boca.

Quanto sentir que ele já vinha, levantei rápido e pedi que ela virasse pra mim. Gozei em sua boca me masturbando, melei-a nos seios, gostas escorrendo pela sua barriga, nunca tinha visto meu gozo então grande quantidade.

Agora quem estava exausto era eu. O cheiro de sexo espalhado pela sala, as roupas em um canto qualquer, quadros de anatomia, armários de remédios, estetoscópios, biombo, calendário. Testemunhas de um prazer urgente que nos consumiu elementos comuns em nosso dia-a-dia. Coisa boa é fazer sexo no trabalho.

Autoria: Conto erótico enviado pelo nosso seguidor Luis Carlos Rosa
Fonte Imagem de Capa: Reprodução / Facebook
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