E-book Contos Fetiche: Histórias Deliciosamente Reais

Certa vez, num luau estava eu, minha irmã, o gato dela e meu “Psicopata” (apelido que minhas amigas deram a ele, pois eu sempre voltava com hematomas).

Os homens saíram atrás de lenha enquanto eu e minha irmã colocávamos as bebidas nos copos. Acendemos a fogueira e ficamos bebendo e conversando frente ao fogo. Todas nós estávamos observando à lua quase crescente iluminando pouco a estrada, o céu totalmente estrelado… Estava divino!

Depois de certo tempo minha irmã e o parceiro dela foram para o carro e eu continuei frente ao fogo com meu amor. Depois de um tempo eles saíram do carro e ofereceram pra gente, mas não queríamos usar um “leito usado” (risos).

Então ele me chamou num canto, em frente ao carro e do outro lado em que a fogueira estava. Começou a me beijar e passar aquela mão deliciosa sobre meu corpo. Aquele homem tinha um efeito tão poderoso sobre mim que só de me olhar já me deixava molhada, imagina me tocando…

Então ele colocou meu seio pra fora da roupa e chupava como um cachorro faminto. Isso me deixava com mais tesão ainda, pois adoro que chupem meu peitinho. Eu observava as estrelas e aquele rosto lindo. Aqueles olhos que diziam muito sem nada dizer…

Tirou minha bota e minha calça num lado só da perna me deixando meio vestida. Abriu minhas pernas e me chupou. Que delícia! Chupava muito enquanto eu me contorcia sobre o capô do carro e observava as estrelas. Vi até uma estrela cadente. Pedi pra que aquele momento não acabasse. Ele subiu e me beijou a boca com meu mel. Penetrou em mim com aquele membro enorme até sumir.

Já estava louca de tesão e fiquei mais ainda. Pedia pra ele enfiar mais e mais e ele revezava entre me beijar a boca e o peito. Quando me dei conta, minha irmã olhava incrédula para nós.

O fato de ter “plateia” me deixou mais excitada! Gemia no ouvido dele dizendo o quanto estava gostoso, dizia pra ele não parar e ele puxava minha cabeça na direção da dele e me beijava. Safada e pervertida!

Pedi que se se encostasse ao carro para que eu pudesse beijar sua barriga e descer um pouco mais… Como eu adoro chupar este homem! Ainda mais aquele membro enorme. E assim fiz com tanto gosto que ele não se aguentou e me jogou de quatro no capô do carro novamente.

Enfiou mais e mais enquanto puxava meu cabelo, me batia na bunda, me apertava as costelas. Depois com uma mão ele me segurou na cintura e com a outra ele mexia em meu clitóris enquanto me fodia. Que delicia! Gozei gostoso e ele jorrou tudo dentro de mim.

Vesti a metade da calça com as pernas bambas e depois fomos novamente conversar e beber. Minha irmã até hoje me chama de louca por causa desse dia.

Cá pra nós, foi um dos melhores da minha vida…

Fonte: conto erótico enviado por Bárbara

 

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