Eu o avistei logo que cheguei no bar. Estava sentado meio a um grupo de amigos, com uma calça jeans azul escura e uma camisa branca,desarrumada de propósito pra fora da calça.

Ele dedilhava em um copo de chopp, olhando ao redor para ver o que tinha de interessante, enquanto o grupo conversava animadamente.

Ele parecia distante do grupo, mas muito focado no ambiente. E foi isso que chamou minha atenção.

Eu estava para o “crime”. Saí de casa decidida a inverter os papéis, ou seja, eu, a mulher, encontrar uma presa fácil para me divertir na noite paulistana.

Mostrei a minha amiga que me acompanhava, minha vítima, apontando pra ele.

Ela, divertida, não acreditou que eu investiria nele.

-Você vai ter coragem de chegar num cara rodeado de amigos numa mesa de bar?

– Olhe pra mim então.

Respondi risonha.

Fui caminhando na direção dele, encarando-o diretamente, sem desviar meu olhar nem por um instante. Ele me viu  e se ajeitou na cadeira quando percebeu que eu estava indo exatamente na sua direção. Como um torpedo lançado com as exatas coordenadas.

Eu estava com um vestidinho acima do joelho vermelho, esvoaçante, costas nuas, e um salto alto da mesma cor. Os homens sabem quando a mulher está vestida para transar. Eles sabem pela roupa e pelas atitudes. E naquele momento não me faltavam nenhum dos dois.

Cheguei na mesa dele, todos os olhares se voltaram para mim. Sem desviar o olhar, falei para o cara que estava ao seu lado:

– Eu vou me sentar aí, no seu lugar. Que tal você sair agora?

Todos que estavam na mesa se agitaram, gritaram e bateram palmas. Menos a minha presa. Que ficou imóvel me observando sem expressão nenhuma.

Esse cara é bom, pensei me estremecendo toda.

Coloquei minha cadeira posicionada bem em frente á dele, obrigando-o abrir as pernas para que as minhas ficassem encaixadas nas dele. Me inclinei junto ao seu ouvido, o que o fez inclinar a cabeça e colocar suas mãos nas minhas pernas:

– Prazer, Savanna.

-Seu nome não é Savanna, mas não tem problema, porque não vou precisar chamá-la de nada.

Eu ri, colocando meu cabelo atrás da orelha, o que ele tirou imediatamente, me deixando desconcertada. Muita atitude para pouca prosa.

– Deixe seu cabelo assim. Gosto mais.

Esse cara sabe mexer com uma mulher.

Levantei meus olhos buscando minha amiga e a vi de boca aberta, imóvel a uns 20 metros de onde eu estava. Sorri.

-Me recompus, coloquei meu cabelo atrás da orelha novamente, e, antes que ele pudesse fazer qualquer coisa, eu me aproximei novamente, beijei bem de leve seu lóbulo e sussurrei:

-Meu nome pra você é Savanna, e o seu para mim é Lion. Ou seja, você está dentro do meu território.

– Caçando, pisando, comendo. Observou ele sorrindo maliciosamente para mim. Não é isso que os leões fazem na savana?

Estremeci inteira. Já estava ficando molhada de tanto tesão com as atitudes daquele cara que eu escolhi por acaso. Ele era muito seguro, parecia que ele tinha me escolhido e não o contrário. E eu estava gostando.

Nesse momento, ele me empurrou para trás, e pegou seu copo de cerveja. Bebeu um gole, olhando bem pra mim que estava encostada na cadeira com as pernas cruzadas, se inclinou, me segurou pelo cabelo e disse com o rosto colado ao meu:

-Savanna, minha cerveja está quente. Vá buscar outra pra mim.

Levantei na mesma hora e disse com olhar desafiador:

– Sim, agora mesmo. E você precisou falar meu nome hoje.

Virei de costas e sai rebolando propositalmente, porque sabia que ele estava olhando pra minha bunda. Não deu um minuto, ele estava atrás de mim, me segurando pelos cabelos e na cintura e senti que estava me conduzindo para o banheiro masculino.

-Então Savanna, esquece a cerveja, porque agora eu pretendo acabar com você.

Gelei. Até agora não sei se era de tesão ou de medo. Mas meu sexo, naquele momento era a minha cabeça, e, portanto decidia tudo, já estava ensopada me avisando que era pra não desistir e sair correndo.

Que se dane que eu estava num bar público, prestes a dar para esse cara no banheiro masculino. Coloquei minhas mãos em cima das dele e o deixei me conduzir para onde ele queria.

Fomos direto a uma cabine. Ele sentou no vaso e me puxou pra seu colo, já levantando meu vestido deixando meu corpo exposto.

Afastou minha calcinha e enfiou dois dedos dentro de mim sem a menor cerimônia. Tirou-os molhados, levou-os á boca e disse, num tom de aprovação que, aquele estado era o que ele mais gostava.

Começamos a nos beijar, línguas emboladas, corações sintonizados e o tesão que aumentava a cada segundo.

Com as duas mãos na minha bunda, comprimiu meu corpo ao dele sem que eu conseguisse me mover. Seu membro estava duro e pulsava naquela calça jeans. Eu conseguia sentir.

Coloquei minha mão dentro da calça dele e se rendendo, ele me deixou abrir sua calça. Comecei a chupá-lo feroz e intensamente, enquanto ele me segurava pelos cabelos.

Quando ele estava em estado de nirvana, me puxou para cima e me beijou como se fosse o último beijo da noite. Me posicionou de pé, colocou uma das minhas pernas em cima do ombro dele e enterrou seu rosto no meu sexo ensopado.

Eu mal conseguia ficar de pé de tanto tesão. Ele me chupava sem piedade, enquanto eu murmurava pra ele parar.

Quanto mais eu implorava, mais ele enfiava sua língua dentro de mim, sugando meu sexo todo sensível de tanto gozar.

Eu gozei na boca dele pelo menos três vezes, até ele agilmente me posicionar de quatro, apoiada no vaso sanitário.

Ele abaixou minha calcinha, me deu uns tapas na bunda e disse que eu estava linda naquela posição enquanto colocava um preservativo.

Eu estava doida, com a bunda dolorida dos tapas, mas com um tesão que há muito eu não sentia.

Ele me segurou pela cintura e me penetrou, de uma vez só, me fazendo dar um gemido alto. Nessa hora, não importava mais se o banheiro era público e se alguém pudesse nos ouvir.

Na verdade era gostoso demais imaginar os outros homens do lado de fora da cabine se excitando com os meus gemidos.  Ele perguntava se era assim que eu gostava de transar, e eu respondia para ele me socar mais e mais.

E assim ele fez, enquanto eu gemia de prazer, ele me penetrava forte e rapidamente, até que ele parou e disse que era para eu ficar imóvel.

Com uma voz suave, mas segura, ele disse baixinho acariciando minha bunda:

– Eu vou comer seu rabinho agora.

E antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ele me inclinou mais pra frente, me deu mais uns tapas e começou a me penetrar.

Ele começou com uma penetração lenta, devagar e precisa, enquanto me acariciava as costas. Minha bunda ardia, mas o prazer que eu estava sentindo era tão grande que a dor que senti era prazerosa.

E ele me penetrou, e desta vez, me acariciou inteira enquanto me possuía ferozmente.

Gozamos juntos, um gozo mais do que merecido. E ele, para minha surpresa, mais uma vez, me beijou inteira, pedindo para que eu o deixasse me arrumar.

Primeiro ele me limpou, colocou a minha calcinha, alisou o meu vestido no meu corpo, penteou com as mãos os meus cabelos, e, por fim, disse que eu estava linda e era muito gostosa.

Ele abriu a porta da cabine e teve o cuidado de olhar para ver se tinha outros homens no banheiro. Me tirou de lá ,e, depois de um beijo, disse para eu ir ao banheiro das mulheres terminar de me arrumar.

Eu estava impecável. Ele tinha feito um bom trabalho. Pensando em procurar minha amiga, passei uma água no rosto, retoquei a maquiagem e quando sai ele estava ainda na porta me esperando.

Vendo minha surpresa, ele me pegou pela mão e fomos sentar na mesa sob os olhares curiosos dos seus amigos. Puxou a cadeira para eu me sentar e disse gentilmente:

-Meu nome é Ricardo (fictício), e o seu?

– Carolina (fictício). Respondi inebriada por aquele homem que conseguia ser gentil e ao mesmo tempo tão selvagem no sexo.

Puxando a minha cadeira mais perto dele, começamos o papo convencional, que todo casal normal inicia quando querem se conhecer em algum bar:

-Prazer Carolina (fictício), eu sou engenheiro, e você? O que você faz?

Conto enviado por uma seguidora anônima.

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